Nicole Bahls, Gerald Thomas, a cultura do estupro e o patriarcado: teorias feministas.

Padrão

Imagine que o professor do seu filho na escola ao invés de ensinar biologia, contas e regras gramaticais ministra aulas de tapa na bunda e arrancar a roupa de meninas a força. Quem faz isso melhor ganha nota 10 e passa de ano. Imaginem no estupro como sendo algo normal, completamente comum em uma sociedade. Imaginem homens que estuprem mulheres a toda hora. Passou na rua, olhou, gostou, estupra.  Chegou em algum bar para pedir um café, estupra.Imaginem policiais estuprando mulheres na rua e que soltam estupradores das cadeias ao invés de prende-los. Imaginem uma aula de ” Como estuprar” nas aulas das universidades ou pais ensinandos os seus filhos a estuprarem. Imaginem propagandas dizendo” estupre e seja feliz”, “estupre e ganhe uma viagem para a Coréia do Norte, a terra prometida” e outras coisas assim.

Absurdo, né?

Pois bem, isso para as feminstas não é um absurdo. Na doentia mente feminista isto é real e isso é usado como uma propaganda terrorista para termos medo e cairmos no conto feminista de “liberdade, amizade e coisinhas fofas”. Para elas o estupro é uma coisa que é pregada como normal e comum no Brasil ou no mundo Ocidental. Para elas isso é a cultura do estupro. Devem fingir não saber que nas nossas leis estupro é crime e o é faz um bom tempo.

Em um site feminista popular dois pseudo-artistas (algo que muito existe no Brasil) fizeram um teatro combinado.  Misture na receita: Uma paniquet vulgar ou piriguetes do tipo semelhante. Um pseudo-intelectual frustrado. Ela, que ganha dinheiro pela imagem de piriguete que “pega” todos, vulgar, corpo bonito e nada mais. Ela ama isso. Ele, que pensa ser o perfeito entendedor do intelecto humano e pseudo-artista sendo um pobre coitado. Coloque mais um programa de TV é mais escroto ainda, tudo pela audiência. E nasceu a porcaria que feministas levam a sério para suas teorias. Depois disso, todo homem estupra e vivemos na cultura do estupro. O dito intelectual foi vulgar com a paniquete e também com o outro entrevistador que era homem e tentou apalpar ambos. No final das contas, um programa de mal gosto igual aos muitos que existem na nossa TV pois isso é vendido como cultura idiota. E as feministas definiram que isso é cultura do estupro. Engraçado as feministas que sempre dizem que nada é errado e tudo é permitido terem chiliques por um teatro combinado. Cultura do estupro. Mas hein?

Algumas pessoas podem dizer: “Mas e se fosse uma filha sua? Aposto que a opinião seria diferente”. Pode ser, mas antes de tudo e falando com o instinto materno nas alturas, em primeiro lugar eu nunca ensinaria a minha filha a ser vulgar, se comportar como piriguete-feminista-vitimista. Ela nunca se prestaria a este papel ou se envolveria com este tipo de gente. Nunca ensinaria a minha filha a fazer este tipo de escolha e fugir da responsabilidade de como se comporta, como se veste, como se mostra e do seu papel como mulher e ser humano de bem. Nunca.

Mas pior de tudo é ver feminista que leva isso a sério e chama isso de cultura do estupro em 2013 como alguma regra secreta que elas imaginam realmente existir e adoram responder defendendo comportamentos estranhos de mulheres metidas a modernas e homens do futuro. Piada. Mas quem são os culpados pela cultura do estupro? Os homens que se juntam secretamente para dominar o mundo desde a época das cavernas e formaram uma seita para torturar as mulheres: o patriarcado.

Na teoria feminista tudo funciona assim: os homens exploram as mulheres. Qualquer homem é um estuprador em potencial. Tudo é culpa deles. Inclusive fazer sexo com homem segundo as feministas é apoiar o estupro como postamos aqui no passado. Bom, mesmo é o sexo somente entre mulheres. No mundo feminista, mulheres são sempre oprimidas pelos homens e nunca tem direito de escolha. No mundo feminista mulheres vão lutar em guerras. Mulheres não estudam porque não podem. Mulheres não podem fazer sexo e ter prazer. Mulheres são estupradas todo o dia por qualquer homem, marido, pai porque isso é o que o patriarcado prega. No mundo feminista toda mulher ganha menos por ser mulher. No mundo feminista toda mulher faz o trabalho de pedreiro, mineiro e tem que pagar pensão para o homem. No mundo feminista a mulher é exploradada pelo homem em tudo. Mas seria isto verdade?

Um exemplo de como as feministas enxergam o mundo: uma garota quer sair e um pai aconselha a filha a usar uma roupa mais longa. Segundo as feministas ele é machista da seita do patriarcado. Se um pai aconselha a filha a evitar de se envolver com certas pessoas ou a ir em certos lugares, a culpa é do patriarcado. Se ele apoia o que a menina quer vestir ou aconselha ela a fazer o que ela quer mesmo sendo uma escolha ruim, ele é conivente com a sociedade que objetifica a mulher e o patriarcado.

No mundo feminista toda mulher é oprimida e todo homem oprime. E esta idéia feminista sobre o mundo é que justifica o feminismo que “nos liberta e salva” de tudo isso. Esta é a propaganda que elas nos vendem. Quem é contra o feminismo é vista como burra ou ignorante demais e precisa ser “libertada” por este movimento” perfeito”.

E os homens nisso tudo? Eles ficam em casa, manipulando tudo, bebendo cerveja, arrotando e pensando no melhor modo do destruir as mulheres ou nos estuprrar, eles nos mandam fazer as piores tarefas do mundo, os serviços mais pesados e nos prendem em correntes. Isto para as feministas é o patriarcado. Homem é igual a bandido.

O ponto é que no mundo real muitas coisas aconteceram de modo diferente. No mundo real a necessidade sempre foi mais forte que teorias absurdas e tudo isso fez o ser humano sobreviver. No mundo real homens e mulheres lutaram para se ajudar mutuamente e vencerem. No mundo real, homens lutaram em guerras que foram criadas por homens ou mulheres. No mundo real mulheres e crianças se salvavam primeiro. Os homens morriam por serem homens longe de casa. No mundo real, o homem em geral fazia o trabalho mais pesado por ser mais forte e não querer sacrificar a mulher, enquanto esta cuidava da casa e dos filhos por ter maiores dotes sociais. No mundo real, homens faziam serenatas para as mulheres e o romantismo existia. No mundo real, as gurus feministas parecem detestar sexo. No mundo real, homens possuiam um certo tipo de comportamento enquanto mulheres possuiam outro. No mundo real, homens possuiam uns gostos e as mulheres outros. Existiam homens loucos e mulheres loucas, existiam homens bons e mulheres boas. Existiam também  seres malignos de ambos os sexos. Hoje, também no mundo real, concursos pagam o mesmo. No mundo real nunca presenciamos uma mulher que ganhe menos por ser mulher ou um homem que ganhe mais por ser homem.

Com a II guerra tudo mudou. Faltavam trabalhadores homens pois estes estavam morrendo nas guerras. Para a sociedade se manter e o ser humano sobreviver, a mulher mais por necessidade que por gosto teve que sair de casa e ir trabalhar. Umas tomaram gosto. Os homens voltaram. Tudo isso veio da necessidade do ser humano sobreviver e fatos históricos mudaram o mundo. As mudanças nasceram disso . Logo depois, apareceram as feministas gritando a mentira do feminismo  dizendo que salvaram o planeta do “patriarcado”.  E elas fizeram tanta propaganda que o mundo mudou para a pior. Hoje cantores ao invés de cantarem “Meu amor” cantam “cachorra, vou te comer”. Ao invés de mulher se dar valor, ela vai copiar o Mc Catra ou o Neymar. E a nova onda é ser igual a Valezca Popozuda que deu e distibuiu para quem quis e prega que isso é ser a “forte mulher brasileira.”

O mundo mudou? Com certeza. O modo de cortejar mudou. Hoje chamar de cachorra é elogio. Dançar de modo vulgar é moda. Também hoje podemos ver muito homem que fica perdido ao levar um “não” de uma mulher. Mas, lembrando também que muitas mulheres que dão em cima de um rapaz se não são correspondidas ofendem o cara de gay, frouxo e por ai vai. É como se ele tivesse a obrigação de aceitar as investidas dela pois ela é a “feminista mulher moderna que chega junto” quando na verdade quer se auto-afirmar. Prova disso, foi a Fernanda do BBB, que enquanto o André não se declarou ela não sossegou. Já estava a ponto de chamar o cara de v#### em rede nacional. Mas aqui as feministas ficam cegas e irão achar qualquer desculpa para blinda-las. Ex: falácia do escocês (ela não é mulher de verdade, ela nunca foi feminista de verdade, etc). Feministas tentam criar teorias intelectuais mas somente falam falácias para copiarem sempre o comportamento masculino da pior espécie.

Estas terroristas até hoje acreditam nas suas mentiras e querem nos converter com suas teorias sem nenhuma base e completamente fora da realidade. Feministas coms seus “malabarismos psicológicos” se blindam para nunca ter culpa de nada. Também querem é se auto-afirmar tendo sempre o homem como exemplo a ser copiado mas usam da desculpa da igualdade para se justificar mas elas na verdade fogem da igualdade. Elas conseguem praticar misandria e misoginia ao mesmo tempo. O feminismo que elas tanto falam lutar por direitos iguais ( deveria se chamar humanismo ao invés de feminismo), hoje não passa de psicologia barata e hipócrita. E podemos ver que os meios de comunicação que são puro marxismo cultural apoiam o feminismo com chamadas baratas e complemaente recheadas de hipocrisia feminista como foi este caso destes dois pseudo-artistas entre tantos outros.

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  1. Na boa, esse discurso de mulher-vítima só demonstra duas coisas bem subliminares: a primeira é um auto-flagelo moral, que no fundo demonstra uma tremenda raiva de sua condição, e a segunda decorrente da primeira é a vontade de ter o pênis, que tem o símbolo da força da espécie humana sobre a Natureza. Trocando em miúdos: quem desdenha quer comprar. Não é à toa que na cabeça das feministas os homens são livres para fazerem o que quiser (o que é falso), e elas buscam essa mesma liberdade.

  2. Em nada isso faz sentido, mas eu creio que o ponto chave é: o machismo não é um ato, é uma condição. É um apanhado sistemático de coisas. Digo, machismo está nas estruturas da nossa sociedade, não está na moral das pessoas, é por isso que a cultura do estupro existe.

    Na verdade, repare, a cultura do estupro é uma forma de se referir ao nosso sistema simbólico que embasa e violenta simbolicamente o gênero feminino. Isso não precisa ser explícito – e nem é – já que, se fosse explícito, não funcionaria. Se a cultura do estupro fosse explícita, ela não teria como ser legitimada e se ela é legitimada, é porque consegue se localizar dentro de uma lógica que é incorporada pelos sujeitos durante toda a socialização.

    Se é tão difícil visualizar uma cultura do estupro, é porque esta cultura faz parte integrante da nossa cultura. Ela está se relacionando perfeitamente com uma estrutura social machista, que coloca a mulher como cidadão de segunda classe, a fundamentando simbolicamente, ou seja, permitindo que essa hierarquização ocorra e seja justificada.

    Nas escolas os professores não falam “estuprem, rapazes!”, o que eles fazem é inculcar os padrões normativos de gênero que envolvem o poder e a atividade para os homens e a passividade e sensibilidade para mulheres, além de outras características, claro. O importante é entender que a mensagem precisa ser construída gradativamente em cada sujeito, que, no fim das contas, não tem muita escolha, afinal, não se escolhe como que a formação de si enquanto sujeito será construída.

    Se isso é verdade, então o machismo não tem nada a ver com um complô maligno de homens – e isso é só um estereótipo de uma ideologia vigente para deslegitimar o discurso feminista. Este estereótipo, da feminista que acredita num complô mundial de homens não existe de fato, é uma construção de senso-comum que tenta transfigurar as análises sociológicas e políticas da teoria feminista. São péssimos entendimento da teoria forçados por uma estrutura cognitiva pautada num individualismo metodológico e em um sarcasmo que tem como função encobrir a real ignorância perante o movimento feminista.

    Se homens lutaram nas guerras e se homens se salvavam depois nos acidentes de barco, isso se deve à cultura machista onde o homem precisa ser o salvador e a mulher precisa ser o sujeito frágil – isso se deve às condições de possibilidade de tais regras sociais e essas condições de possibilidade não são mera escolha dos indivíduos, essas condições, por fim, determinam como os indivíduos podem seguir sua vida. Isso só quer dizer que um exército masculino não se trata da escolha feminina de não participar e da escolha masculina em participar, mas de regras sociais que, pautadas em noções de honra e força retiraram da mulher essa possibilidade e obrigaram os homens a participarem. Isso por que, a priori, na estrutura social, o homem é localizado em posições de honra e força, na cultura, o homem é e deve ser o honrado e o forte.

    • Resumindo, falou um monte, falou bonito, mas não falou nada.

      A cultura do estupro NÃO EXISTE, o que existe é uma minoria de homens que acha que pode exigir da mulher o que bem entende, e que quando não obtém, apela para a força física. Poucas coisas causam mais revolta na sociedade do que o estupro. É simples observar isso, veja a fama que têm os estupradores quando são presos.

      E esse papo de que a mulher é cidadã de segunda classe? Vitimismo barato. O que acontece é que as feministas querem igualdade e ignoram as diferenças básicas, especialmente biológicas, e acham que tudo é questão de gênero. Quem criou o termo “segunda classe” foram as feministas ao alegarem que ser dona de casa e cuidar integralmente dos filhos é ser de segunda classe.

      Quando ao seu último parágrafo, é de se ficar chocado. Quer dizer então que o sacrifício masculino em guerras e em trabalhos mais duros deve-se à falta de escolha dos mesmos? O fato das mulheres não cumprirem tais funções não se deve ao fato de serem mulheres, mas de serem mais fracas e menos capazes, simplesmente, assim como ocorre com homens mais fracos e deficientes, por exemplo. Por este motivo a honra masculina está ligada à força e a feminina à família.

    • Eu estava pensando em responder esse post, mas é tão fraco que me deu preguiça, porém, sinto a necessidade de fazer uma síntese do que esse cidadão está tentando dizer:

      1- Ele defende as ideologias feministas, em particular, a famosa ideologia da ‘cultura do estupro”. Ainda mais, ele acredita que isso é um fato, e ainda acredita que existe uma conspiração, que a cultura do estupro está implícita na sociedade e o mais absurdo de tudo, que a gente não a vê porque faz parte da nossa cultura. Isso já foi respondido pelo colega acima.

      2-Ele diz que a escola e os professores são também grandes responsáveis, doutrinando as nossas crianças, estabelecendo papéis de gênero que contribuem para a disseminação da “cultura do estupro”.

      Em que país vc vive, ohh caro cidadão? Não deve ser no Brasil. Se vc não colocar fontes e pesquisas SÉRIAS que comprovem seu ponto de vista, então não passará de apenas mera ideologia e fanatismo. Não me venha com essa de culpar os professores, muito pelo contrário ,as escolas hj em dia estão transbordando ideologias feministas como a sua, na escola, especialmente nas universidades, veja esses grandes exemplos:

      Ex 1: https://mulherescontraofeminismo.wordpress.com/2013/01/15/homossexualidade-jean-wyllys-che-guevara-e-professores-universitarios-marxistas-culturais/

      Ex 2:http://escrevalolaescreva.blogspot.com.br/

      Ex 3: https://mulherescontraofeminismo.wordpress.com/2013/03/26/universidades-brasileiras-professores-e-pesquisas-estranhas-o-marxismo-cultural-na-figura-de-tatiana-lionco/

      Veja o “naipe” dos nossos professores lol. Extremamente machistas eles/elas, não?.

      3- Vc disse que: “Se isso é verdade, então o machismo não tem nada a ver com um complô maligno de homens – e isso é só um estereótipo de uma ideologia vigente para deslegitimar o discurso feminista”.

      Amigão, vc conseguiu agora partir do ilógico para o ridículo. Ele quis dizer que as feministas são seres amáveis, que não culpam os homens, que apenas lutam contra o machismo, e criou uma teoria da conspiração muito louca dizendo que “INVENTARAM” que feministas possuem ódio contra homens, ou que culpam os homens pelo machismo, etc, ALGUMA SANTA ALMA GENIAL inventou tudo isso pra prejudicar as amáveis feministas e “deslegitimar” o que elas dizem. Bem, eu poderia perder meu tempo colocando aqui fontes do que feministas e suas representantes dizem, como isso aqui:

      fonte: https://mulherescontraofeminismo.wordpress.com/2013/03/06/o-que-as-lideres-feministas-pensam-sobre-sexo-casamento-e-sobre-o-homem/

      É desnecessário existir ideologias pra delegitimar feministas, elas próprias já o fazem.

      Então, ao invés de ficar perdendo meu tempo colocando fontes, vou dizer que vc realmente é muito bom em teorias da conspiração,te dou esse crédito.

      Por último, caro colega, esse é um blog popular, não entendo o porquê de usar um jargão desses, usar palavras complicadas, assim como erros ou acertos ortográficos, não farão seu argumento mais coerente ou realista, no máximo nos passa uma imagem de que você é muito boçal, pseudointelectual e que está subestimando nosso intelecto ( o que pode não ser verdade, mas é a impressão que passa).

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