Esportes e MMA: Quando o preconceito parte das feministas e a polêmica lutadora/ lutador transexual.

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Boa noite, meninas. Meu nome é Carmem, estudo Educação Física e me formo em 6 meses. Pratico artes marciais desde criança e hoje treino MMA e jiu jitsu brasileiro. Meu primeiro esporte foi o balé que me ajudou com a flexibilidade. Anos mais tarde, aos 12 anos começei a lutar judo e desde então não parei mais.

Estudo em uma universidade aonde a Educação Física fica perto das humanas e sociais. Neste meio das humanas e sociais é muito grande a quantidade de mulheres, praticamente maioria e dentro deste grupo de pessoas existe o grupo das feministas que também é enorme. As feministas, apesar de falarem frases bonitas ao meu ver e ao ver de algumas colegas são as pessoas mais preconceituosas do mundo embora se escondam na imagem das falsas pessoas exemplares. Eu debati com muitas delas que se demonstraram muito preconceituosas.

Como educadora  física e competidora em artes marciais, levo ume vida um regrada. Dieta, treinos, dormir cedo, evitar fast food e tudo o mais, além de estagiar, trabalhr e estudar. A pessoa que mais me apoia é o meu namorado, que também leva ume estilo de vida igual ao meu. Muitas vezes queremos desanimar mas um apoia o outro. Depois dele, meus familiares também me apoiam e os meus colegas de treino formam o terceiro grupo. Embora existam umas garotas que também treinem, é com os garotos que eu mais aprendo em relação a lutas. Luto e treino mas sem perder a minha feminilidade. Sempre foi assim.

Nunca sofri preconceito com eles, nunca. Tiver que batalhar para ser respeitada porque existem  marias tatame feministas que querem vir treinar para ter contato com o sexo masculino e cujo interesse pelas artes marciais é desculpa para xavecar os garotos. Posssuo vergonha deste tipo de mulher que sempre atrapalha a vida de quem fazer algo sério. Eu entrei na academia namorando um lutador que treina sério e mostrei que queria aprender a lutar de verdade e fui respeitada. Inclusive sinto-me muitas vezes mais a vontade com os garotos que possuem fortes valores morais com origem nas artes marciais do que com mulheres feministas.

Meus colegas de treino homens nunca abusaram de mim quando lutamos. Apesar de sere maiores e mais fortes em 95% dos casos, sempre priorizam a técnica ao invés da força bruta e sempre aliviaram comigo. Muitas vezes o treino endurece mas eles sempre foram respeitadores, gentis e nunca foram covardes. Nos casos em que tive problemas no ringue ou no tatame, sempre foi com uma mulher que se provaleceu de algum modo e foi mais agressiva por falta de controle emocional.

Na universidade aonde estudo o pessoal da Educação Física sempre é taxado e julgado pelo grupo das humanas e sociais. Este grupo, em geral formado por lésbicas é metido a ser o grupo intelectual. São arrogantes e acham que podem tudo e sabem tudo com suas teorias retiradadas de livros somente lidos por elas. Em geral, as mulheres deste grupo são acima do peso ou muito magras e muito amarguradas. Como boas lésbicas feministas (que talvez explique a raiva pelos homens) dizem que sofrem preconceito e tudo o mais mesmo elas mesmas que sejam extremamente preconceituosoas e revoltadas. Eu sou somente um exemplo mas sei de outras pessoas que sempre são taxadas de algum modo pelas feministas.

Mais de uma vez vi elas destilarem veneno contra pessoas de outros cursos. Inclusive taxam quem estuda Educação Física como uma pessoa escrava do corpo. Bem, eu cuido do meu corpo porque gosto, é o meu templo e a minha ferramenta de trabalho. Cuido do meu corpo porque um corpo bem cuidado ajuda na prevenção de doenças. E para estas preconceituosas feministas que talvez tenham inveja ou fiquem criando desculpas vitimistas para manter esta imagem de “intelectuais amargas e revoltadas”, eu e muitas outras pessoas somos muito mais que somente corpos. Depois de acabar a universidade provavelmente entrarei em um mestrado em fisiologia esportiva. Existem muitos professores e educadores que treinam e estudam muito e demonstram ser muito mais que corpos bonitos.

Sofri preconceito das feministas por quererem cuidar a minha dieta, por ofenderem o meu namorado que é um amor de pessoas e me apoiou em momentos complicados da minha vida, por ofenderem a minha profissão que amo de paixão e muitas outras coisas mais.Feministas não me representam.

Parabéns e amei o blog. Virei seguidora. Escrevi um texto abaixo sobre difefença entre sexos e MMA  se alguém se interessar. Beijos.

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A lutadora transexual Fallon Fox finalmente conseguiu sua liberação para lutar. Após estudo para ver se a lutadora não os enganou, a Comissão Atlética do Estado da Flórida a liberou para voltar às competições. Ela nasceu homem e se transformou em mulher.

O ponto é:

Possui força de homem ou mulher? (Homens em geral parecem ser mais fortes que mulheres). Logo, se ela tem a força de um homem, não deveria enfrentar mulheres e sim um homem. Sem subestimar a capacidade de ninguém mas falando em igualdade e justiça é desleal colocar pessoas com capacidades bem diferentes para agradar os politicamente corretos por esta  mentirosa igualdade.

Ah, “mas ela toma hormônio feminino”.”Ela é uma mulher sem ovários, sem trompas de falópio e sem útero”. Depende, existe transexual que não usa hormonio, mas outros usam. A priori, não da pra saber se o transexual ainda tem a força de um homem ou não, por isso o justo seria mulher x mulher ou homem x homem. Muito complexo e da chance apenas pra controvérsias. Ou deveriam criar uma categoria somente para travestis.

Logo uma feminista idiota aparece falando de igualdade, que mulher pode bater em homem, etc e etc. Estas malucas deveriam saber que em artes marciais existem categorias de peso e de sexo para preservar quem luta e evitar injustiças. No esporte, assim como em muitos casos biologia supera ideologia. Existem categorias sem peso em algumas artes marcias mas isto é opcional. Luta quem quer,  nunca é regra. De resto, lutamos mas ninguém arrisca se machucar por ser cobaia de feminstas que acham que tudo é igualdade.

Que justiça seria colocar alguma lutadora como a Ronda (mulher de pequena estatura) contra o Minotauro ou o Anderson Silva (maiore e mais fortes) mesm que a técnica seja similar?

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  1. hahaha que ridículo, deve haver algum exagero aí, nem mesmo uma feminista seria tão inocente para acreditar num absurdo desse, essa tal teoria da igualdade delas já está virando fanatismo, para acreditar que uma mulher pode competir IGUALMENTE com um homem no MMA (na mesma categoria pelo menos não). Acredito que a mulher, na melhor das hipóteses, se iguala aos homens apenas na técnica (embora existam pesquisas que afirmem que mulheres tem menos noção espacial) e talvez também em flexibilidade, mas no restante, elas levam desvantagem, não sendo justo lutarem na mesma categoria contra homens ( até poderiam, mas nunca iriam ganhar nada, seria apenas motivo de chacota, isso sim é que seria indigno).

  2. Oh,meu deus,elas querem se meter no mundo das artes marciais agora….. e o pior é que o UFC é uma empresa de entretenimento que depende da opiniao das pessoas e nao pode fazer nada quando a isso,pois sera taxada de “preconceituosa”.

    Elas tentaram se meter no mundo dos Gamers tambem e,graças ao bom deus,as respostas negativas a isso foram de 80% pra cima!

    Don’t f*ck with the gamers!

  3. Esquecem do fato de que muitas lutadoras profissionais também possuem uma dieta que inclui testosterona e mais anabolizantes do que as mulheres em geral, e a lutadora trans foi devidamente avaliada por profissionais da área de Esporte, então qual o problema?
    Mas o que mais me decepcionou foi o fato da autora do texto ser estudante de Educação Física, por ter um discurso tão preconceituoso a certas minorias. O Código de Ética do Profissional de Educação Física exige da pessoa que exerce a profissão, entre outros itens: “Responsabilidade Social; Ausência de discriminação ou preconceito de qualquer natureza.” Aí vem a autora do texto falar sobre feministas fora de forma amarguradas e lésbicas odiadoras de homens! Ah vá.
    É dito que as estudantes dos outros cursos são muito gordas ou muito magras e que a autora foi vítima de preconceito por ter uma dieta saudável. Há uma grande diferença entre defender uma rotina saudável e pregar padrões de beleza impostos socialmente como se todas as pessoas devessem segui-lo.
    Sou estudante de Educação Física, feminista, e também pratico artes marciais. Nunca vi uma feminista defender que homens e mulheres tem força igual, mas sim que não precisamos de um homem que nos proteja. Dizer que lésbica odeia homens é outro absurdo, risível no caso de um profissional supostamente comprometido com o respeito à diversidade e à responsabilidade social, é um senso comum da Idade Média. E ainda fala sobre uma categoria só para mulheres trans, que passam por cirurgias e tratamento hormonal e são avaliadas para poderem competir com as outras mulheres. Questões de gênero e sexualidade não são definidas com o senso comum.

  4. Essa moça que escreve está errada, ela deveria ter ficado no balé que é algo mais feminino, mulheres nasceram para o ambiente doméstico, e danças leves, arte, lutas é departamento de homem. Também não concordo com as autoras do blog deixarem o serviço da casa e o ambiente doméstico, cada uma já deveria estar casada e com seus quatro ou cinco filhos, nós mulheres ocidentais temos que procriar, mulher nasceu para ter filhos e criá-los, vejam o exemplo das muçulmanas, logo os muçulmanos dominarão o ocidente. Quantos filhos vocês tem, eu com 6 anos de casada já tenho 3, e pretendo ter mais uns quatro.

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