A mídia feminista: de Marília Gabriela a Andressa Urach, site yahoo, Globo e novelas

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Não é de hoje que Marília Gabriela  e outras pessoas representantes da mídia se mostram feministas ou apoiam o feminismo diretamente ou indiretamente. Mesmo que digam pregar uma coisa, adoram fazer o oposto, afinal a coerência nunca foi forte do feminismo. E aqui podemos incluir Marília Gabriela que representa o feminismo metido a intelecual-superior e Andressa Urach, que representa o feminismo 50 tons de cinza /estilo piriguete, este muito mais popular no Brasil.

Mas aonde surge aqui a incoerência da feminista “intelectual” Gaby?

A “jornalista” Gaby entrevistou a “modelo” Andressa Urach no seu programa e esta contou que sofreu abuso sexual quando era menor (dos 2 aos 8 anos). Como é de se esperar todo o mundo vai ter pena dela, afinal abuso sexual é coisa séria, crime extremamente sério. O estranho é que esta “modelo” é aquela que vira e mexe fica nua no Twitter. Ela é aquela mesma que é sempre candidata a miss bumbum Brasil. Pior, ela é aquela mesma que foi a Paris tirar a roupa e ficou enrolada na bandeira do Brasil. A mesma que fez a mesma coisa nos Estados Unidos. Ela é a mesma que foi para Londres durante os Jogos Olímpicos e também ficou quase nua e usando roupas com a bandeira do Brasil. Na verdade, ela usa de qualquer contexto para tirar a roupa e chamar atenção dizendo que é brasileira. Fora os boatos que era garota de programa. Mas se alguém questionar isso é “mulher machista”, “Amélia,”, “santa do pau oco,”etc.

Ela é a mesma que conta a sua vida sexual aos quatro ventos e diz que isso é ser “moderna e bem resolvida”. Ela é a mesma que diz ser bi, tri, pentasexual. Ela é a mesma que faz fotos vulgares em fotos para ginecologista ver e diz nos representar como mulher brasileira no exterior pois somos “lindas,sensuais e marvilhosas”. E depois disso tudo ainda exige respeito pelo seu “talento”. No mundo feminista de hoje politicamente correto devemos aplaudir esta garota ou ficarmos quietas afinal ela é “livre e faz o que quer” mesmo que jogue a nossa imagem no lixo.

Ou seja, ela faz de tudo para chamar atenção. Claro que ela pode estar falando a verdade sobre o abuso. Mas aqui surge a questão: Que coisa estranha.Ela sofre abuso sexual, e depois passa a venerar a própria bunda. O coerente seria ela ficar traumatizada, ter até medo de sexo e não venerar sexo/bunda e ser vulgar de doer.

Esse é um assunto muito sério, mas vindo dessa “modelo”, fica a dúvida, se não é apenas uma declaração, para continuar em evidência na midia como ela sempre faz ao mostrar o corpo e usar de temas tensos para aparecer. E quem lembra de sofrer abuso com 2 anos? Sofreu abuso durante 6 anos e não disse a ninguém? Ela não parece nem um pouco abalada ou carregar algum trauma. Talvez isso agora tenha virado moda (Xuxa?). Abuso sexual é um assunto sério que gera muitas outras coisas sérias. Tudo deve ser apurado com calma. Sendo comprovado o abuso, a cadeia é o caminho, seja para mulher ou homem. Mas tudo deve ser investidado, comprovado. Isso é justiça.

Mas e a Gabi? A feminista intelectual Gaby que deve repetir frases feitas feministas, ser contra o turismo sexual, contra a vulgaridade e pelo direito da mulher se valorizar acaba entrevistando a outra feminista que age de modo completamente inverso mas diz ter sido abusada. Logo, nesta sociedade politicamente correta a garota se blinda de outras perguntas e do seu estranho modo de agir. E tudo fica por issm mesmo. A coerência que deveria aparecer, é esquecida propositalmente pelas feministas.

Mas isso aconteceu no passado também. Gaby entrevistou a funkeira Valeska Popozuda e durante a entrevista deu muito apoio a funkeira que é a vulgaridade em pessoa e usa de vitimismos marxistas culturais para vender o seu “trabalho”. Ora ninguém pode questionar a sua incoerência por ser mulher, ora por ter vindo de uma classe mais pobre, ora porque “canta” funk e ser contra funkeira é preconceito,etc. Neste programa Gaby deixou a entender que colocar silicone e ser uma mulher bunda é legal pois “alguns homens também colocam no peitoral”. Logo a culpa é da sociedade machista e tirou a responsabilidade da funkeira que também diz representar a “verdadeira mulher brasileira e o Brasil”. Tudo completamente feminista, né?

A mesma Gabi ao entrevistar um doutor que falava da descoberta da pílula anticoncepcional masculina e da revolta feminista contra esta excelente descoberta gerou, acabou defendendo as feministas e tirou a responsabilidade do movimento feminista neste assunto sério para colocar a culpa na personalidade masculina vista como “neurótica”. Outra amostra de feminismo da jornalista sem credibilidade Marília Gabriela.

Podemos perceber na verdade que a feminista metida a intelectual apoia a vulgar e a vulgar vende a sua vulgaridade como “normal, algo bom e moderno” se apoiando na intelectual, porque ambas são feministas. Pouco importa se uma represente tudo o que a outra diz detestar. Basta que tudo isso de ibope e venda bem. Basta que isso suporte o feminismo e venda o feminismo como algo “bom, moderno, perfeito e futurista”. Pouco importa o caos que isso gere.

Se olharmos as novelas da Globo é a mesma coisa. Olhem como qualquer exemplo de mulher e homem que em nada são exemplares fazem sucesso. Enquantos os personagens bons nunca são valorizados. Isto vale o mesmo para o nosso dia-a-dia.

Voltando a nossa imagem, a mulher retratada como vulgar, baixa, prostituta, isso ou aquilo é sempre a “coitada, guerreira, exemplar, que sofreu”. Mãe solteira mesmo que sinta a falta de um companheiro para seus filhos é sempre a melhor se comparada a uma mulher casada decente. Bunda e vulgaridade é mais importante que exemplo, respeito e valores. Ser funkeira é ser mulher emancipada. Transar com qualquer um é ser moderna. Detestar funk é ser quadrada, recalcada. Se alguém for professora, médica, freira, estudante, dona de casa, empregada doméstica, uma pessoa normal, perde valor. Se alguém somar para a sociedade pede valor, se alguém disser que tem marido, namorado e o ama assim como ama os seus filhos, perder valor. Se alguém falar que acredita em valores familiares, em certo e errado é moralista. E a mídia feminista exalta sempre as de pior exemplo com o apoio das intelectuais que acham isso moderno (marxismo cultural puro).

No site do yahoo existe uma jornalista que adora pregar o feminismo e falar o que for de sexo. Adora dizer que tudo é liberado e ninguém pode julgar ninguém. Esta feminista teve até a idéia de defender a protagonista do livro 5o tons de cinza e o Mr Grey. Mas e quem discorda dela? Machista, antiquada, Amélia, etc. Pior é estas pessoas quererem ensinar sobre sexo por serem feministas “modernas” sendo que as gurus feministas que comandam elas pregam que quem faz sexo como homem porque quer apoia o estupro. Falamos sobre isso aqui em posts passados.

O que o feminismo quer é atrair a maior quantidade de mulheres que puder. Elas nos misturam todas em um grupo e colocam a culpa nos homens e no sistema. Elas usam de palavras de ordem (made in marxismo cultural) para tentar unir este grupo todo. Criam desculpas para umas que se comportaram de modo errado desde que elas acompanhem o feminismo. Ser coerente é com o que dizem pregar é pouco importante. A hipocrisia atrapalha na hora. Por isso o relativismo moral é uma arma feminista muito usada. Ninguém sabe quem é quem. A mídia feminista, de Marília Gabriela a Andressa Urach, site yahoo, Globo e novelas apoiam tudo isso.

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  1. Texto patético se é mulher e é contra o feminismo primeiro passo não escreva em um blog se hoje você teem a liberdade de escrever qualquer coisa mesmo que seja essa estupidez agradeça ao feminismo!!!

  2. Creio que você está confundindo alhos com bugalhos, femismo com feminismo. A imensa maioria dos movimentos e das teorias feministas não pregam a superioridade da mulher, nem tampouco são anti-homens. Isso é absurdo! O feminismo luta é pela igualdade de condição social entre homem e mulher. Veja bem: condição social, e não individual. Individualmente somos diferentes, até entre as mulheres, até entre os homens, ninguém está negando isso. Porém, por existirem diferenças individuais ou até biológicas entre os seres não quer dizer que devemos tratá-los socialmente conforme uma hierarquia de força, por exemplo. Se fosse assim é melhor acabarmos com a civilização e com a moralidade (que vocês tanto defendem nos textos) e voltarmos às cavernas – onde não se pensava em justiça social.

    Um beijo!

    • Todas repetem a mesma coisa. Que lavagem cerebral.

      Quem comanda o feminismo (as pensadoras feministas) dizem algo diferente nos seus livros, lidos e relidos. E publicamos sobre isso. A desculpa do femismo x feminismo é um modo de propaganda e de tirar a responsabilidade do movimento feminista, culpando assim as radicais feministas que fazem o trabalho sujo.

    • Só pra reforçar, não estamos interessados no seu slogan feminista de “liberdade e igualdade blha blah blah”. Os políticos e outras pessoas também dizem coisas semelhantes, o que n significa que eles realmente fazem aquilo que dizem. Estamos interessados nos resultados que seu movimento trouxe para a sociedade em geral (que claramente não são positivos, por motivos explícitos em todo esse blog), por favor, n coloque a culpa no “femismo” ou sei lá mais o que, isso é claramente no mínimo infantil, aprendam a assumir responsabilidades que talvez possamos levar vcs a sério. Uma garotinha de 13 anos tem mais maturidade que vocês, claramente comprovado pelo fato de saber e dizer: “você é aquilo o que faz e não aquilo que diz” (Severn Suzuki).

  3. Caro ‘Dausther Lorencini’. Eu entendo a sua indignação para com o movimento feminista. Eu também sou contra o movimento feminista, pelos motivos já citados aquí nesse blog.

    Eu só vou pedir pra vc PEGAR MAIS LEVE NOS SEUS COMENTÁRIOS, SÉRIO!! Veja o exemplo de ‘SILVIO KOERICH’, a merda que deu na época! Eu acredito que vc não quer prejudicar essas blogueiras, que tanto lutam pra mostrar a verdadeira FACE desse grupo de ódio chamado FEMINISMO.

    Na boa mano, não me leve a mau, é um conselho de amigo.

  4. vc deve ser um misógino, vc nunca teve mãe não? falar q todo mulher merece isso ou aquilo, vc q merece um chute no rabo………O texto está ótimo, denunciando a incoerência feminista e foi escrito por uma mulher, vê se cresce e amadurece e escquece aquela q te deu um fora, vc faz a causa anti-feminista feder com sua palavras de ódio sem-noção.

    O site está de parabéns po expor o outro lado da moeda

  5. Nao quero ser repetitiva pois já escrevi em outro comentário que estou completamente de acordo com a dona do blog em muitos pontos. Eu era feminista quando acreditava que o feminismo era mesmo um movimento de IGUALDADE entre homens e mulheres tanto nos seus direitos como nos seus deveres. Que era um movimento para que a mulher tivesse as mesmas oportunidades de trabalhar fora e estudar que os homens, assim como estes tivessem os mesmos direitos e deveres de trabalhar dentro de casa e compartilhar a criação dos filhos, etc. Etc.

    Mas tenho me decepcionado muito com o movimento feminista porque ao mesmo tempo que dizem que os homens objetificam as mulheres (para elas todos estupradores se nao estupraram ainda vão estuprar algum dia) ao mesmo tempo dizem que Valesca é exemplo de feminista, quer mulher que mais objetifica a própria mulher? Pensava que o movimento feminista era para dar independência e liberdade a mulher, mas ao invés disso defende o funk como movimento cultural ?!?!? Que é a desgraça mais machista que existe! Entao o movimento esta perdendo todas a sua congruência. E é por isso que algumas mulheres como acredito a autora do blog, e eu mesma estamos muito decepcionadas e de saco cheio das feministas, nao nos sentimos representadas. Queremos um mundo justo nos seus direitos e deveres mas já chega de ficar demonizando os homens e endeusando mulheres que nos fazem sentir vergonha de sermos mulheres (funkeiras e valescas)

  6. Olá!

    Amei o blog, pois estava com sede de ter um espaço feminino (sem homens) que seja contra a essa farsa anti-mulher e anti-feminilidade que é o feminismo. Leio o blog ha algum tempo, mas vim comentar para esclarecer melhor sobre o livro “50 tons de cinza”, que pelo o que eu li, não é NEM DE LONGE feminista. Pelo contrario, as feminazis mais hardcore dos EUA por exemplo, demonizam o livro, pois:

    Apesar de ser erótico, o livro mostra a protagonista uma moça insegura e bela de 22 anos virgem, que preferiu estudar e manter sua virgindade durante muito tempo, pois queria a “pessoa certa”, que ela “amasse” e sentisse a vontade para praticar algo intimo, ao contrario das mulheres liberais de atual. Ela conhece Sr.Grey e tem relacoes sexuais com o mesmo apos descobrir que ela o ama e ela ainda se sente suja por achar que deveria ter o conhecido mais. Ela decide lutar o livro inteiro para desvia-lo do seu mal comportamento sexual. A moca se recusa a praticar extremas perversidades sexuais que ele queria e acaba salvando o cara da mente mal resolvida, casando e tendo filhos com o mesmo. O livro faz entender que o fato dos dois casarem e formarem uma familia, deu estabilidade e harmonia para ambos.

    Temos o outro protagonista chamado Grey, homem belo e rico que devido a um abuso sexual na adolescencia (por uma mulher!) e abondono da mae biologica, adquire uma doentia paixao sadomasoquista. No decorrer do livro ele se apaixona pela moca e vai abdicando seus desejos sexuais para criar um romantismo e amor verdadeiro, levando a crer que o amor esta acima de qualquer desejo carnal. Ele em nenhum momento objetifica a personagem principal como objeto sexual, e sim, uma mulher que ele acaba amando e a desejando, querendo nutrir algo mais, pedindo a moca em casamento e tornando um homem saudavel mentalmente apos isso.

    Tudo o que as feministas odeiam, pois o livro:

    – Estimula as mulheres reservarem sua sexualidade a um homem que elas nutrem algum sentimento verdadeiro
    – Casamento, familia, monogamia e filhos como felicidade
    – Sexo do jeito que quer sim, mas com UM homem que compartilha romantismo
    – O livro mostra a mulher como um ser biologicamente fragil e prestativo/materno e o homem como o dominador, provedor e protetor
    – Nao estimula promiscuidade da mulher ou hipergamia/traicao
    – o livro enfatiza a virgindade e inocencia da moça, como sendo uma virtude ela ser mulher de um homem só
    – O personagem apesar dos problemas pessoais é um homem masculino, viril que nao se torna capacho da moca e a moca o respeita pois ele a protege, reconhecendo sua fragilidade e feminilidade

    • Oi Didi

      Bonitas palavras 🙂

      Bem, existem leitoras feministas que acham que o livro 50 tons de cinza é feminismo no estilo “meu corpo, minhas regras”.

      Discordamos de vc em muita coisa. Ao nosso ver, o livro é uma apologia a prostituição e aos valores invertidos para adolescentes crescidas e neo-adultas. Isso, associada a cultura brasileira atual sem valores é uma bomba.

      Volte sempre.

  7. Eu ODEIO as MULHERES e TODOS OS SEUS PRIVILÉGIOS, ainda mais com esse FEMINISMO SATÂNICO. Por isso essa MISOGINIA TODA. E minha vontade era de MATAR TODAS AS MULHERES, assim como MATAR NEGROS E HOMOSSEXUAIS EM GERAL, e TODOS AQUELES QUE OS PROTEGEM, QUE OS DFEFENDEM, QUE OS ENCOBREM. Essa MÍDIA FEMINISTA PRECISA ACABAR AQUI E AGORA MESMO! Eis a prova da minha MANIFESTAÇÃO e meu PROTESTO CONTRA TUDO QUE É FEMINISTA e esse FEMINISMO SELVAGEM, SATÂNICO E DEMONÍACO que existe aqui na face desta Terra.

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