Marxismo cultural no dia-a-dia parte II: maioridade penal, direitos humanos, segurança pública, atentados em SP e SC

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O marxismo cultural nasce com o marxismo como modelo econômico e nos golpeia todo o dia até hoje em forma de propaganda. Mas enquanto este na economia mostrou-se um tremendo desastre que pode ser comprovado pela total falha de países que possuiam este sistema embora extremistas ainda achem lugares como Cuba a “ilha da fantasia”, o marxismo cultural usou de outra arma: propaganda, frases prontas contra um sistema ou alguém e a promessa de um mundo melhor, afinal quase ninguém parece ser feliz com o modo em que vive e outras estratégias.

Aqui no Brasil ele é visto como algo legal, moderno e alguns intelectuais e professores pregam livremente suas idéias como sendo a doutrina perfeita para melhorar o ser humano, possuimos algo extremamente forte também na nossa cultura que favorece o marxismo cultural. Ele é muito popular nas universidades, livros e escolas pois é  algo extremamente atrativo.

O marxismo cultural possui algumas diretrizes base para perpetuar a sua propaganda e pela cultura do povo brasileiro (futuro post) podemos também perceber porque ele sempre é visto com algo “legal” no Brasil. Ele é sempre convidatitivo. Suas diretrizes podemos ler abaixo:

1) O marxismo cultural  como todo regime marxista prega que sempre alguém oprime alguém mesmo que isso nem seja verdade hoje ou nega o que historiadores falam sobre o passado se isso ofende esta diretriz. Exemplos de discursos marxistas culturais: brancos oprimem negros, homens oprimem mulheres,  heteros oprimem GLS, ricos oprimem pobres, estudantes oprimem estudantes, professores oprimem estudantes, pais oprimem filhos, etc.

Eles negam fatos de que negros, mulheres, grupos, GLS, crianças e adolescentes possuem capacidade de fazer coisas boas e ruins. Que hoje a sociedade mudou e a liberdade existe para quase todas pessoas. Mas para terem apoio minimizam a responsabilidade de tais grupos para manter a sua diretriz de opressor x oprimido.  O livro Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil fornece um exemplo disso: Zumbi, popular representante em lendas populares na defesa pela liberdade dos negros, comprovadamente possuia escravos negros. Existem outros exemplos denunciados por historiadores sérios (contra o marxismo cultural, algo infelizmente muito comum nas nossas universidades). Outro exemplo, feministas censuram fatos de mulheres que violentam e estupram outras mulheres como denunciamos aqui. Estes parecem ser somente alguns exemplos mas hoje quem somente discorda do que os marxistas culturais pregam geralmente é taxada/o de alguma maneira ofensiva;

2) O marxismo cultural promete revolucionar para a melhor, usando leis que hoje devem punir quem no passado “oprimia” pois isso é a “justiça” e no seu mundo perfeito, sem falhas e que toda mudança é para a melhor. Aqui muitas vezes a utopia desta filosofia é misturada a demagogia. A utopia é algo quase sempre presente no marxismo cultural que usa de psicologia e do ser humano instatisfeito para conseguir o seu apoio;

3) A  desconstrução como base para algo “melhor”. O marxismo cultural usa da diretriz de desconstruir o que existe por ser “antiquado, careta, antigo, reaça e opressor” para algo “que ajude a melhorar o mundo e as pessoas”. Muitas pessoas querem fazer uma revolução contra qualquer coisa que represente o antigo sistema (sempre visto como opressor) para algo mais moderno que sirva a “liberdade, igualdade, amizade, caridade” e toda qualquer outra propaganda amiguinha marxista cultural. Um dos grandes objetivos de grupos marxista cultural hoje é destruir o modelo familiar atual com mulher, homem e filhos/as. Este é somente um exemplo;

4) Em geral, marxistas culturais sempre apresentam incoerência e hipocrisia pois agem ou agiram de modo contra o que afirmam e sua cegueira extremista os impede ver que seus gurus se comportam como o maior opressor capitalista ou qualquer outra pessoa “opressora”. Aqui podemos ver feministas que defendem o Mr Grey ou o Mc Catra,  estudantes ricos que estudaram em escolas boas que nunca sofreram e que lutam por cotas em universidades como se fossem minorias e pagam de pobres ou caridosos com outras pessoas, artistas anti-capitalismo como Chico Buarque  e Caetano que fingem serem do povo e populares mas cobram caro por seus shows, etc.

5) No Brasil isto ainda é mais forte pois na nossa cultura o mérito nunca foi valorizado e nossos exemplos de sucesso sempre foram alguém que taxamos como “grupo oprimido”, que temos pena e devemos recompensar. Vivemos no passado neste quesito e criamos falsos remédios como o assistencialismo para problemas das origens da  nossa cultura e estes sempre geram mais problemas futuros. O mérito aqui quase nunca existiu e uma seleção natural que geralmente acontece em casos aonde a quantidade de vagas é inferior a procura foi sempre mal vista como opressora (vestibular), afinal na utopia do marxismo cultural o que impera é a sociedade alternativa sem leis e a utopia que devemos ser iguais.  Objetividade ou regras baseadas no senso comum sempre foram denegridas no Brasil, bom mesmo é ser o diferente;

6) Quem revolucionou ontem vai oprimir/ falhar no futuro ou vai ser incapaz de gerar algo melhor pois é incapaz por ser sem mérito (falta de conhecimento) para uma futura responsabilidade governativa ou profissional. Que o diga o povo cubano;

7) Nossos exemplos de sucesso nunca foram pessoas que estudaram, trabalharam duro e conseguiram o sucesso como é o modelo dos Estados Unidos ou de outros lugares que criam tecnologia e pesquisa. O nosso modelo de sucesso nasce de Macunaíma, o errado sem honra, moral e valores que acaba sendo algo bom mais por sorte e jeitinho que mérito. Qualquer semelhança com o nosso ex-presidente que nunca foi chegado nos estudos nasce da nossa cultura pois pensamos que isso é certo.

Mas o que isso tudo é relacionado a segurança ? Tudo, absolutamente tudo. Pense como raciocinam os marxistas culturais: O sistema opressor governado por pessoas das elites (segundo marxistas qualquer um que discorde deles é elite) é uma  seita secreta formada por pessoas de classe alta, rica e branca e que governa de forma injusta e ordena a policiais que calem povo. Estes agem punindo bandidos de forma injusta pois os bandidos foram oprimidos e tem motivo para fazer o que fazem, por falta de oportunidade. Logo a culpa é de classe A (adicione aqui qualquer qualidade vista como opressora) que oprime a coitada classe B. Todos deveriam ser iguais bla bla bla, ter acesso a tudo bla bla bla  e outras utopias marxistas culturais). Aqui surgem os direitos humanos em muitos casos gritando contra os policiais e defendendo os bandidos de algum modo.

Claro que existem abusos por partes dos policiais e o governo feito por elites sabe disso. Mas a elite hoje é justamente feita por pessoas que eram do povo antes.  Algo mudou realmente? A elite pode ser de direita, centro, esquerda que vai continuar sendo elite e elites sempre existiram. Sem utopia. O que os marxistas culturais  fazem é um absurdo ao negar fatos como responsabilidade para todas as classes, que todo mundo possui a sua parcela de culpa e que educar é a melhor escolha para diminuir o crime. Ficar criando guerra entre classes pouco ajuda, afinal,  quase todo ser humano deseja viver em paz. Educar é pensar muito além da escola. Educar é pensar em casa, nos pais. Responsabilidade é outra cosia ao invés de querer mimar crianças e criar leis contra chineladas ou outras picuinhas sem fundamento por politicamente correto. Mas os marxistas culturais como adorem serem incoerentes ainda querem destruir a família, que é o primeiro exemplo de sociedade que educa. Mas reclamam depois do “mundo violento”.

Exemplos de marxismo cultural na segurança pública:

1) Menores de idade hoje diferem muito de crianças de alguns anos passados. Menores sem valores ou estrutura familiar (mas marxistas culturais quase sempre são contra a família) cometem crimes  muitas vezes. Alguns cometem crimes graves como assassinatos e estupros. Tudo isso é uma pena mas não justifica que o menor seja impune. O que fazem os marxistas culturais e direitos humanos? A culpa é do sistema, do mundo, etc, o menor nunca tem responsabilidade pois é o “coitado”.

Um grande defensor desta teoria é o deputado Jean Wyllys , reacionário que é contra a mudança da antiquada lei sobre maioridade penal ainda hoje existente no Brasil e que não condiz com a atual realidade brasileira;

Por outro lado hoje menores votam, fazem sexo, fumam, bebem e se alguém falar algo é uma pessoa “antiquada, opressora.”

2) Bandidos comete assassinatos de policiais e atentados em Santa Catarina, Rio de Janeiro, São Paulo, queimando meios de transporte público. Marxistas culturais reclamam destes absurdos mas sempre são os primeiros a defenderem criminosos perigosos com os direitos humanos no Brasil, passando por intelectuais que defendem ” a causa dos oprimidos”;

3) Muitos grupos de marxisas culturais consomem drogas e se auto-enganam criando alguma causa nobre. Mas depois reclamam dos atos violentos dos traficantes e de seus atos terroristas;

4) Marxistas culturais dizem que isso é reflexo dos nossos goverantes e que que estes devem ser punidos. Ok, verdade. Mas isto não impede que outros criminosos que representam risco para a sociedade não possam ser punidos. Justificar o crime de uma pessoa que faz parte de um grupo tido como “coitado” com palavras bonitas de ordem contra o sistema é infantilidade e falta de objetividade que fazem o crime crescer, nada mais;

Vejam mais absurdos sobre seguranças nos vídeos abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=n_pWQ5NV-xY

https://www.youtube.com/watch?v=D266IGzkbIU

https://www.youtube.com/watch?v=4EitkpO8NFo

https://www.youtube.com/watch?v=jk_MRssntG8

https://www.youtube.com/watch?v=5JSLAwAJwaU

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