Mamilos, sexualidade feminina e masculina. Seria tudo isso igual?

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seios

Uma das maiores teses feministas é que somos todos iguais e que a sexualidade masculina e feminina são iguais ou DEVERIAM ser. ( Ditadura feminista marxista cultural da igualdade agora sexual?). E tudo issa para sermos politicamente corretos 😦

Por estas e outras neuras feministas (que possui sempre o homem como exemplo sendo isso um tanto estranho para quem diz “lutar pelos nossos direitos femininos”) se um homem sai sem camiseta, devemos fazer isso também. Se o homem faz xixi em pé, devemos fazer também. Se o homem é do tipo escroto e metido a pegador Mc Catra, Neymar (e que deveria ser evitado) e muitas se dizem superior a este tipo que deveriamos detestar, devemos copiar ele e nos tornar piriguetes. Ou seja, o feminismo no fundo ama este tipo de homem, o inveja e se esconde na conversa  de “liberdade, faço o que quero e tudo o mais” justamente para fugir da responsabilidade e do julgamento de uma atitude que as pessoas sabem que é errada mas é feita por inveja. Na verdade hoje muitas mulheres já fazem isso querendo copiar os homens e incluisive em programas em rede nacional e sem serem “oprimidas pelo patriarcado”. Fazem porque querem. E sinceramente, nem homem e nem mulher acham isso bonito. Fica vulgar demais. E ser sensual é muito diferente de ser vulgar. Sendo homem ou mulher.

Mas as feministas possuem uma grande dificuldade em aceitar isso repetem frases antigas e sentem uma enorme inveja do ser masculino do pior tipo 😦

Muitas feminstas que desconhecem biologia por esta ideologia cega extremisma e a diferença entre a sexualidade feminina e masculina acham que malucas extremistas que mentem nos representar ficando nuas na rua são as “intelectuais que lutam pela causa perdida de todas as mulheres”. Hein? Criam teses absurdas como ” quem erotizou o busto feminino foi a sociedade. A idéia é deserotizar os seios e por isso devemos andar com os seios a mostra em todo o lugar para mostrar o nosso ponto de vista burro”. Pois bem, estas malucas que detestam sexo e acham todo ato de sexo com um homem é um ato de estupro (leiam mais aqui) deveriam estudar mais e saber que:

-A biologia explica as diferenças da nossa sexualidade e da masculina em vista dos diferentes sistemas hormonais. E isso se reflete no modo de seduzir o sexo oposto também;

-Mulheres e homens possuem maneiras diferentes de atingir o orgasmo. O mesmo se aplica para o modo como ficam excitados e pelo que ficam excitados no sexo oposto;

-Os seios fazem parte do sistema erógeno feminino (inclusive eles sofrem ereção no momento sexual, sabia?) e têm também a ver com a atraçao e desejo sexual. Mulheres gostam de ter seus seios acariciados, tocados. Muitas mulheres inclusive fazem cirurgias estéticas nos seios (sem exagero pois isso é vaidade doentia) para se sentirem mais mulheres, para serem proporcionais em relação aos quadris, etc. O seio faz parte da alma feminina como mãe e como amante. Negar isso é coisa de feminista que odeia sexo e faz parte do grupo inveja masculina. Exemplo? Pois bem, se uma mulher  estranha toca o peito de um homem que nem conhece este nem sempre se importa tanto. Agora ande na rua com o seu seio a mostra e chame qualquer estranho para tocar o seu seio.  Diferente, né?. No primeiro caso nada acontece pois o peito masculino tem outra imagem e valor na nossa mente feminina. No segundo, caso o homem que toca o seio de uma mulher desconhecida provavelmente seja preso e ela nem se sinta feliz em ter o seio tocado por  um estranho. Ou seja, valores diferentes sobre corpos diferentes 🙂

-Embora o seio possa ser visto nu em alguns lugares apropriados como praias e outros lugares (dependendo a cultura), ninguém pode negar que ele ainda faça parte do nosso sistema erógeno e de maneira muito importante. O seio se destaca de outras partes erógenas da mulher. Pensem na quantidade de mulheres que colocam silicone para se sentirem mais mulheres. ;

– Algumas mulheres podem sentirem mais prazer ou vontade de sexo quando menstruadas. Outras detestam sexo durantes estes dias;

– O jogo da conquista é diferente para ambos. Para ser mais clara, se alguém for mãe de algum casal de adolescentes e começar a perceber que os seus filhos começaram a se interessar pelo sexo oposto e a quere namorar, pode notar as diferentes maneiras em que eles tentam conquistar alguém. Nem aqui homens e mulheres são iguais.

-Sexualidade de homens e mulheres iguais? Pura utopia feminista que procura picuinhas baseadas no politicamente correto e no marxismo cultural;

-Muitas vezes tudo é gosto. Umas pessoas gostam de outras morena, brancas, negras, louras, etc. Em geral todas pessoas gostam do que é bonito mas nem sempre beleza põe mesa ou é tudo na hora de seduzir. Mas o que é bonito é bonito. Simples assim.

Atenção: as frases acima referem-se a um casal hetero, ok? Isso foi feito simplesmente para explicar. Se alguém que ler este post for homo, bem, basta trocar para pessoas do mesmo sexo.

Ah, mas você é feminista radical taleban extremista e acha que homens e mulheres gostam ou deveriam gostar das mesmas coisas. Pois bem, olhe as fotos abaixo:

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166706_446115365460444_817770462_nOlhe este grupo agora:

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Provavelmente seu olho gostou mais de um grupo e se sentiu atraido por este grupo no ponto de vista sexual. Pelo visto se nem entre pessoas do mesmo sexo somos iguais, o que falar dos nossos corpos e pelo que nos sentimos atraidas/os em uma pessoa do sexo oposto (novamente, aqui sem preconceito). Mais uma tese feminista que cai por terra (como sempre acontece).

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  1. ” Por estas e outras neuras feministas (que possui sempre o homem como exemplo sendo isso um tanto estranho para quem diz “lutar pelos nossos direitos femininos”) se um homem sai sem camiseta, devemos fazer isso também. Se o homem faz xixi em pé, devemos fazer também.”

    Onde as feministas dizem isso? DEVER é DIFERENTE de ter o direito de fazer algo por LIVRE ESCOLHA. Aliás, seus exemplos são rizíveis, e nada tem a ver com o a luta feminista. Onde que uma mulher luta para ter o direito (direito, não DEVER) de fazer xixi em pé? Sair sem camisa, qual é o problema, se ela se sentir calor? É atentado ao pudor? Mas não seria atentado ao pudor se a sociedade não tivesse construído culturalmente a ideia de seios femininos e ligá-las ao SOMENTE ao sexo. É bonito? é! Pode dar tesão? Pode. Qual é o problema? Mulheres não sentem desejos ao verem um homem sem camisa, por exemplo? Claro que sim, e nem por isso ficamos regrando como um homem deve se vestir e nem chamá-lo de promíscuo por isso. Afinal, é uma LIBERDADE DELE! E outra, homem pode sentir prazer nos mamilos também.

    Outra, O modo que uma ser vai agir sexualmente também varia de PESSOA PARA PESSOA, NÃO DE GENERO PARA GÊNERO. Mulheres podem se excitar como alguns homens, podem gostar de sexo como alguns homens. Homens podem gostar de sexo como algumas mulheres pois excitação é algo que vem do CEREBRO. Ou seja, pode ser é físico, visual, sensorial e etc. Vai depender da pessoa.

    Ser biologicamente diferente é um fato e nenhuma feminista “combate” tal ideia. A luta está nas descontruções sociais acerca das ideias sobre sexo em relação ao gêneros.

    • Vamos responder por partes, para não confundirmos os pontos:

      Você escreveu: “Onde as feministas dizem isso? DEVER é DIFERENTE de ter o direito de fazer algo por LIVRE ESCOLHA. ”

      Resposta: sim, mas as feministas querem nos impor o que elas pensam. Impor a sociedade sob o ponto de vista delas, sob os pontos de vista sobre o que elas pensam ser certo ou errado… existem inúmeras feminitas que falam e vociferam contra homens, contra as mulheres que atuiam como donas de casa… existem seguidoras da Valerie Solanas, existe o Femen… todas vertentes mais “honestas” sobre o que o feminismo é de fato. Feminismo nunca, NUNCA, falou sobre direitos, porque se fosse, de fato, direito, o feminismo respeitaria nosso direito (DIREITO) de discordar. Coisa que não se vê nem em suas palavras, infelizmente.

      Você escreveu: “Aliás, seus exemplos são rizíveis, e nada tem a ver com o a luta feminista. Onde que uma mulher luta para ter o direito (direito, não DEVER) de fazer xixi em pé?”

      Resposta: Os exemplos em nada são risíveis, e mais: eles podem ser checados na web, por que você não fez isso?

      Oras, o que se vê em marchas feministas? Ou a lei na Holanda que obrigava os homens a urinarem sentados, ou que forçava todos os homens a pagarem um “imposto” sobre o machismo e violência contra a mulher? Tudo isso é fruto de luta feminista, você nunca pesquisou sobre essas coisas?

      Você escreveu: “Sair sem camisa, qual é o problema, se ela se sentir calor? É atentado ao pudor? Mas não seria atentado ao pudor se a sociedade não tivesse construído culturalmente a ideia de seios femininos e ligá-las ao SOMENTE ao sexo.”

      Resposta: Não, uma coisa não é atentado ao pudor apenas porque uma sociedade definiu. Ela é atentado ao pudor porque as pessoas possuem PUDOR (oras) e tal sensação de vexame é fortemente ativada quando passam por situaçõpes como, por exemplo, verem dezenas de feministas pulando com os seios expostos enquanto levantam placas e anunciam dizeres explicitamente sexuais (isso porque dizem que lutam contra a vulgarização da mulher).

      Os seios mão estão ligados somente ao sexo; quem te disse isso? Eles também são ligados, por exemplo, à amamentação. Só que feministas, “signatárias” que são dessa ideia de opressão, acha que seio coberto é sinal de opressão e blablabla. Não é.

      Seios, como o texto esclareceu muito bem, faz parte do aparato sexual feminino. E desperta pudor tanto em homens quanto em mulheres deixá-los nus. Portanto, sim, deixá-los nus acaba se enquadrando em crime contra o pudor. Isso em nada tem a ver com “opressão” e coisa que o valha. Aliás, é justamente por causa diso que, sim, tem MUITO problema uma mulher sair com os seios expostos, independente de fazer calor etc.

      E aintes que venha você ou outro(a) feminista dizer “as índias andam com seios nus e ninguém lá parece ligar”, eu adianto duas coisas:

      1. Os índios, homens da aldeia, também andam com o pênis à mostra. Parece normal para você?

      2. Os mesmos índios, dependendo de sua cultura, ideia temporal e/ou tribo, podem, ao sentir atração por uma índia com os seios nus, puxá-la para si e, em local oportuno, praticar sexo com a mesma, na hora. Você aceitaria que os homens de nossa sociedade tivessem a mesma liberdade com qualquer mulher que fosse, independente da vontade dela?

      Ah, quase esqueço: quem disse que índios não tem suas ideias sobre pudor, referentes aos seios e nádegas femininos? A questão é que eles possuem seus meios e aparatos para lidarem com isso. Mas eles também têm a ideia de pudor e, sim, também são atraídos pelo corpo feminino das “indiazinhas”. Ponto.

      Você escreveu: “É bonito? é! Pode dar tesão? Pode. Qual é o problema?”

      Resposta: Qual o problema? Tudo o que falei acima.

      Você escreveu: “Mulheres não sentem desejos ao verem um homem sem camisa, por exemplo? Claro que sim, e nem por isso ficamos regrando como um homem deve se vestir e nem chamá-lo de promíscuo por isso. Afinal, é uma LIBERDADE DELE! E outra, homem pode sentir prazer nos mamilos também.”

      Resposta: Mas a forma como mulheres lidam com seu desejo para com homens é muito diferente das formas que os homens lidam com seu desejo para com mulheres, até mesmo por causa de nossas diferenças neurais/psicológicas. E isso nada tem a ver com uma forma ser superior ou mais aceitável que outra. São apenas diferenças, só isso. Apesar de o feminismo querer sempre colocar o modo feminino (melhor dizendo: feminista) como superior.

      Mulheres não regram como um homem se veste e tal simplesmente porque, para as mulheres em geral, aliás, para todo mundo em geral, a região explicitamente erógena do homem praticamente se limita ao pênis. Para nós homens, que somos de longe mais visuais, as regiões erógenas visualmente atiçantes do corpo feminino se resumem a púbis, bumbum e seios. Então, é sim atentado ao pudor sair com as nádegas nuas (ou com fios dentais explícitos, coisa que raramente se vê até mesmo nas praias cariocas), seios nus e, óbvio, a região púibica à mostra. Se você não acredita nisso, lamento: temos a neurociência falando sobre isso. Você é livre para discordar, ms não nos venha falando que estamos errados, quando temos Biologia e Psicologia a nosso favor. Exceto se você puder provar o contrário, mostrando que a Biologia e a Psicologia estão errados. Você pode?

      E cuidado com esse negócio de “é liberdade dele(a)”: sua liberdade acaba onde começca a dos outros. E o que vocês feministas, infelizmente, fazem muito é apelarem para um tipo de liberdade que ofende a liberdade alheia. Isso não é liberdade, é libertinagem: liberdade sempre vem acompanhada da responsabilidade e, se não está havendo responsabilidade na liberdade, então não é liberdade.

      E eu estou para ver nascer um homem que sinta tanto prazer assim nos mamilos. Que existem, eu sei, mas nada que chegue a ser tão expressivo. Já mulheres…

      Lógico, se eu estou errado, só avisar. E, lógico, mostrar provas de caráter científico (e não teórico) para seu argumento.

      Você escreveu: “Outra, O modo que uma ser vai agir sexualmente também varia de PESSOA PARA PESSOA, NÃO DE GENERO PARA GÊNERO. Mulheres podem se excitar como alguns homens, podem gostar de sexo como alguns homens. Homens podem gostar de sexo como algumas mulheres pois excitação é algo que vem do CEREBRO. Ou seja, pode ser é físico, visual, sensorial e etc. Vai depender da pessoa.”

      Resposta: mas a autora do texto falou isso no texto, você não vui? Ela explicitou que as preferências mudam não apneas de gênero para gênero, mas até de pessoa para pessoa, começando então a discursar de forma moderada sobre os gostos pessoais. Você não leu?

      E outra: existem inúmeros comportamentos, inclusive sexuais, que variam SIM de gênero para gênero. O feminismo, tentando igualar os gêneros a nível comportamental, mente ao dizer o contrário. Lógico, a Neurociência já mostrou que comportamentos também são definidos sexualmente, através da genética e da própria neurociência em si, mas as feministas, vendo que aquilo contraria as teorias delas, ignoram. Ou seja, ignoram a ciência.

      E você, ignorará as feministas ou ignorará a ciência? Você é livre poara escolher, mas o fato de você ser livre para escolher não significa que tudo o que você escolher será automaticamente certo. Use sua liberdade para escolher aquilo que é certo e fugir do que é errado, simples.

      E uma observação: embora o processamento venha principalmente do cérebro, exisrtem vários mecanismos que trabalham na hora da atração. Ao contrário do que você escreveu, ela não “pode ser” apenas visual, sensorial, física etc. Ela **É** física, visual etc. “Sensorial” é uma palavra desnecessária, visto que engloba todas as formas sensoriais possíveis: visual, tátil (física), auditiva etc.

      Você escreveu: “Ser biologicamente diferente é um fato e nenhuma feminista “combate” tal ideia.”

      Resposta: Errado, o feminismo se baseia em combater essa ideia; invlusive um dos famosos slogans do feminismo é: “a biologia não nos define”. Tal frase sustenta a ideia (errada, aliás) de que os sexos podem ser iguais em comportamento, capacidades etc. Por isso, foi inclusive criada a ideia de GÊNERO: uma tentativa de dissociar o comportamento do sexo, criando a ideia de igualdade independente do sexo da pessoa. Lógico, já foi explicado que os sexos masculino e feminino possui sim muitas diferenças comportamentais, sensoriais etc, então não preciso reafirmar que essa ideia feminista está errada.

      Infelizmente, feministas ignoram isso e continuam acreditando de que o homem e a mulher podem ser iguais. Embora não possam combater a notável diferença física externa, o tentam fazer isso considerando a igualdade neurológica/psicológica. Estão erradas (preciso falar DE NOVO que a ciência já mostrou que estão erradas?), mas insistem nessa ideia de “igualdade”. E fizeram/fazem de tudo para alcançarem essa utópica meta: desconstrução de palavras/ideias, desconsideração pelas pesquisas e descobertas científicas, uso de hormônios, feminilização do homem, masculinização da mulher, propagação de ideias cientificamente incorretas sobre psicologia do homem e da mulher, exposição de seios(!!)… etc.

      Você escreveu: “A luta está nas descontruções sociais acerca das ideias sobre sexo em relação ao gêneros.”

      Resposta: não, a luta não está nisso. Caso contrário, não seria necessário para o feminismo ignorar a ciência, tal como argumentei antes. A luta do feminismo nada tem a ver com lutas sociais, porque as prórias feministas se mostram desrespeitosas conta homens em geral e contra mulheres que não seguem o padrão/agenda feminista, como por exemplo as donas de casa e mulheres que abertamente dizem-se não-feministas, como é o caso da autora desse blog. Você, que diz-se feminista, já leu os livros de feministas como Jessie Bernard, Charlotte Perkins Gilman, Simone de Beauvoir, Betty Friedan, Gloria Steinem, Nena O’Neill & George O’Neill, Kate Millett, entre diversas outras que eu poderia citar? Elas falam por si só. Aliás, falam pelo feminismo, visto serem feministas famosas, consideradas por alguns como líderes de segmentos desse movimento. Vociferam contra o modelo normal, falando contra donas de casa, homens, mulheres que não seguem o feminismo… enfim, feminismo é isso: a luta pela remoção do direito individual de todo aquele que discorda do feminismo. Remoção do direito da mulher de ser dona de casa. Remoção do direito do homem de simplesmente ser homem, já que o feminismo considera machista diversos comportamentos naturalmente masculinos. Resumindo: remoção de direitos. E isso porque dizem lutar pelos direitos.

      Para exemplificar, deixo-te um dever de casa: pesquise sobre Egalia, aquela “creche-modelo” holandesa que visa demasculinizar os meninos, aprovando neles comportamentos feministas e reprimindo de todas as formas possíveis os comportamentos naturalmente masculinos dos mesmos. Pesquise como isso vai contra tudo o que a Psicologia diz sobre os sexos e como isso, a longo prazo, traz problemas para os garotos em especial. Aproveitando, compare isso às diversas formas com as quais as feministas, socialmente falando, já orpime o comportamento de milhares de homens, a ponto de gerarem a recentemente catalogada “Nice Guy Syndrome”, conforme corretamente estudada e definida pelo Psicólogo Ph.D. Robert Glover. Leia o livro de Glover, aliás.

      Veja, com isso, como o feminismo nada tem a ver com lutas contra opressão, antes, cria ele próprio a opressão. Falam de liberdade, mas toiram a liberdade de todos que discordam. Falam de direitos, mas removem todos os direitos que não lhe são convenientes. E por aí vai. Nada a ver com direitos: as mulheres, conforme qualquer estuydo sério der História pode apontar, não eram orpimidas antes do feminismo. Quando o feminismo estourou nas décadas de 60/70 do século passado, elas já podiam ir às faculdades, votar, decidirem rumos e detalhes de suas vidas… o Brasil, por exemplo, na década de 40 já possuía uma lei aprovada e vigente que garantia igualdade salarial para todos, independente de etnia, sexo, religião…

      Aproveitando a deixa: as diferenças salariais entre homens e mulheres, para você ter uma ideia, se dão por causa da diferença de produção: homens, conforme mostrado por Warren Farrel, produzem mais. Logicamente, homens vão receber mais. O livro de Farrel, aliás, é usado por muitas mulheres executivas, já que ele trata de verdades financeiras e métodos práticos de sucesso, e não ladainhas feministas sobre opressão, cotas etc.

      Outras provas históricas/sociológicas ótimas contra o feminismo é, afinal, o estilo de vida e plavras das próprias mulheres que viviam nessa época|: Kate Bush, por exemplo, uma das mais impressionantes compositoras e cantoras performáticas de todos os tempos, odiava a palavra “feminismo” e, vivendo na época da explosão feminista, o comparava ao machismo. Como se vê, Kate Bush não precisou do feminismo para atignir os estudos e fama que teve. Em tempo: Kate ganhou títulos de honra e prêmios que feminista nenhuma, que eu saiba, ganhou. Sem precisar do feminismo. Eu posso também citar Margareth Tatcher, Ada Lovelace, as diversas mulheres que operavam o ENIAC – o primeiro supercomputador do mundo -, até mesmo Trótula de Salerno, que era professora de Medicina – eu disse PROFESSORA DE MEDICINA – ainda no século 11. Nenhum delas precisou do feminismo.

      Qual a utilidade do feminismo, então?

      Resumindo: o feminismo oprime a mulher e o homem comportados, modestos, honestos e corretos, para “glorificarem” a mulher “vadia”; a marcha das vadias é uma brutal prova disso. O feminismo mente historicamente, cientificamente, mas quer que todos acreditem nele. Oras…

      • Já disse uma vez e vou dizer de novo: feminismo não quer igualar homens e mulheres biologicamente. Somos diferentes nesse sentido e ponto. Concordo que tem alguma mulheres estéricas, gritam por pouca coisa e podem até chegar a odiar os homens. Essas não são símbolos feministas. Feminsimo não é o mesmo que o machismo. Feminismo não vem para denigrir a imagem biológica do homem.Feminismo quer a que a liberdade e o respeito em relação ao sexo feminino sejam assegurados, não só com as leis, mas efetivando essas leis com a sua prática.
        Mulheres podem ser psicologicamente iguais aos homens, homens podem ser psicologicamente igual a mulheres e isso não tem nenhum problema. A luta está sim contra as descontruções socias em torno da mulher ( e do homem também, pois homens são vítmas do machismo) e JAMAIS ela ignorou a ciência, só que ci~encia não é tudo. Toda regra há exceção. No caso homem e mulher há várias. Mas ciência a parte, o feminismo quer o respeito e o reconhecimento da mulher baseados em fatos sociais. Não importa o que a sua natureza humana possa dizer, nós somos seres racionais, temos que ser maiores que nossos instintos. Ver uma mulher nua pode dar mais tesão a um homem do que uma mulher ver um homem nu? Pode, mas não vai dar direito de homem cantá-la, desrespeitá-la ou até tentar abusar sexualmente dela achando que por estar nua (ou pouco vestida) ela está “pedindo por isso”.

        Pesquisei sobre essa escola Egalia. A escola fica na Suécia e o que ela faz é tenar não criar estereótipos. Crianças, meninos e meninas, brincam com tudo, de carrinhos a bonecas (que não possuem sexo, por sinal). Não foi confirmano nenhum caso de transtorno psicologicos nessas crianças. Também temos de levar em conta que na Suécia é o país que mais se combate a diferença sexual, por isso é onde há mais igualdade sexual também (excesso de combate a discrimanação sexual no passado e investimento na educação, sabe?).

        Outra coisa que vc pôde não ter percebido é que enquanto existe mulheres gritando pelo feminismo há um grupo reacionário que querem porque querem garantir a mulher em seu “posto” de rainha-do-lar e de submissão. Daí saem essas obras de gostos duvidosos.

        Enquanto a essas grandes mulheres que nós, feministas, também adoramos, louvamos e temos como símbolo, podem NUNCA ter se auto-declarado feministas, mas as suas atitudes eram de uma (por isso, como já disse, temos-as com muito respeito e símbolo). Até 2 anos atrás eu achava que feminismo era coisa de mulher mal-amadas. O que eu não sabia é que eu sempre fui feminista, só precisava de alguém que me direcionasse melhor, que combatesse meu preconceito e que me mostrasse o que é um verdadeiro feminismo. Concordo que muitas mulheres que se dizem feministas aboninam serviços domésticos (eu os adoro) e acham que mulher que gosta é pq é vítima do patriarco, querem só revolução e revolução e até parecem que querem impor seus estilo de vida “livre” as outras. Bom, é um direito de expressão delas, não quer dizer que as outras tenham a obrigação de seguir. Ou talvez elas sempre batam na “mesma tecla” pq, apesar de falarem e falarem, pedirem e pedirem, gritarem e gritarem, de FATO elas (nós) não temos nossos direitos assegurados AINDA. E , por conta disso, é claro que ainda não vamos nos calar.

      • P.S.: Leia o post do Dausther Lorencini, então vc vai entender pq há tantas feministas ainda no mundo. Pessoas assim vendem uma péssima ideia do que é o movimento. E o pior, tem quem a compre!

      • Novamente vou separar a resposta em partes, de forma que novamente possamos acompanhar os pontos da discussão sem “perder o fio da meada”. Devido ao tamanho maior que a resposta anterior, separarei os trechos entre diferentes comentários, a fim de que o sistema do site não bloqueie meu comentário ao achar que ele é “excessivo” (se é que esse site faz isso):

        Você escreveu: “Já disse uma vez e vou dizer de novo: feminismo não quer igualar homens e mulheres biologicamente. Somos diferentes nesse sentido e ponto.”

        Resposta: e repetiu em vão. Em nenhum momento do post, ou da minha resposta, falamos que o feminismo diz que homens e mulheres podem ser biologicamente iguais. Inclusive, na minha resposta, eu ressaltei o que o feminismo diz: que homens e mulheres podem ser “psicossocialmente iguais”. Tal argumento feminista já foi provado errado pela ciência, mais precisamente pela Neurociência, pela Psicologia e pela Genética. Falarei disso de forma mais profunda em outra parte da minha resposta, quando eu me referir a uma parte da sua resposta que trata exatamente desse detalhe psicológico.

        Você escreveu: “Concordo que tem alguma mulheres estéricas, gritam por pouca coisa e podem até chegar a odiar os homens. Essas não são símbolos feministas.”

        Resposta: sim, são. As maiores líderes do movimento feminista da década de 60/70 e daí em diante são conhecidas pelo seu radicalismo. Quando questionadas pelos mesmos, muitas feministas – você inclusive, como acabamos de ver – falam que tais mulheres não representam o feminismo, e até criaram um neologismo para as tais: femismo.

        O problema é que a grossa maioria das feministas, em menor ou maior escala, é assim. Se eu, por exemplo, questionar em caráter científico um post de uma comunidade feminista, eu tenho a maior probabilidade de receber, em apenas um dia, várias dezenas de ofensas descabidas, vários argumentos sem base científica alguma e poderei ter meu post apagado. Isso ocorre na boa maioria dos grupos pessoais feministas e comunidades feministas on-line.

        Inclusive, tal comportamento comum no meio feminista já gerou uma postagem internacional a respeito disso, realizada por Bristol Palin em 2012. E sabe o que as feministas fizeram a respeito? Humilharam e ameaçaram de inúmeras e cruéis formas a mulher responsável pela matéria. As mesmas feministas que falam que não são radicais, que não são “femistas”.

        Em tempo: Bristol Palin recebeu até mesmo ameaças de morte, salvo engano. Não é a única que recebe ameaças desse tipo, entre outros, quando critica o feminismo. Outro exemplo bastante recente é o da britânica Erin Pizzey, que sofreu diversas ameaças, inclusive de morte, quando abandonou o feminismo, e também da brasileira Elba Ramalho (sim, a cantora), quando adotou uma postura não-feminista.

        Você escreveu: “Feminsimo não é o mesmo que o machismo. Feminismo não vem para denigrir a imagem biológica do homem.”

        Resposta: Quando observamos os fatos sociais, não é isso que vem à nossa cabeça. Aliás, não é isso que está sendo defendido já por vários estudiosos. Feminismo denigre, sob diversos aspectos, a figura e a importância do homem. Diversas piadas feministas, aliás, tem reflexo no feminismo, e pelo menos uma delas foi frase integrante de livro feminista (aquela famosa frase: “mulher precisa de homem como peixe precisa de bicicleta”, proferida por Gloria Steein, uma das feministas mais pronunciadas e famosas que conheço). O feminismo diz que o homem é “desnecessário” na criação dos filhos, mesmo a ciência tendo provado a importância do pai no papel de educar filhos.

        Feminismo está recheado de práticas misândricas, ou seja, de preconceito ao homem. A pior delas é a ideia errada e incerta sobre o que é machismo. Muitos comportamentos naturais do homem, que nada têm de mais, são tachados de machistas pelas feministas. Aliás, a própria resistência ao feminismo que muitos homens e mulheres apresentam também é tachada de machista. Para elas, praticamente tudo é machismo. Até cavalheirismo é chamado de machista, pois, segundo várias feministas, “o cavalheirismo é uma forma de opressão que visa mostra a mulher que ela é uma incapaz, sempre dependente dos favores masculinos”. Lógico, cavalheirismo não é machismo. Mas diz isso para certas feministas…

        Você escreveu: “Feminismo quer a que a liberdade e o respeito em relação ao sexo feminino sejam assegurados, não só com as leis, mas efetivando essas leis com a sua prática.”

        Resposta: mas isso já é assegurado, aliás, durante a história! Somente sociedades extremistas, como as do Oriente médio, oprimem, inclusive historicamente, suas mulheres (mas o feminismo nunca vai protestar lá). As mulheres que citei na minha resposta anterior são prova disso, mas falarei sobre elas e sobre esse caso mais abaixo, num momento mais oportuno. Muitas dessas coisas sobre “opressão do patriarcado” que muitas feministas falam são baseados em pesquisas feministas manipuladas, que geralmente são desmascaradas anos depois. Há vários exemplos que eu posso citar, mas me aterei a um, o principal: por que mulheres recebem menos que homens? Feministas respondem de cor e salteado: “por causa da opressão machista, do patriarcado e etc”.

        Está errado. O ex-feminista Warren Farrel, no seu livro “Why men earn more” (“Por que os homens ganham mais”), explicou que homens ganham, em média, mais por causa da própria natureza com a qual homens e mulheres lidam com trabalho. Homens são mais propensos a aceitarem tarefas de risco e geralmente escolhem empregos melhor remunerados, enquanto mulheres têm mostrado preferência por áreas cuja remuneração não é a maior no mercado. Além disso, homens geralmente trabalham por várias horas extras a mais que mulheres. Não bastando, a maior parte das mulheres, ao contrário do que o feminismo tanto deseja, não está satisfeita em competir com seu marido: aliás, essa teoria feminista de que a mulher pode ser esposa, mãe e boa empresária ao mesmo tempo já foi provada errada: tal inverdade feminista estressa a a mulher e tira a qualidade de vida dela. Mulheres precisam, em geral, sacrificar uma das partes pra ter as outras equilibradas. É aí que entra: as mulheres preferem e escolhem sacrificar o emprego, a carreira, para cuidar melhor da família. As feministas odeiam isso e falam que é culpa do machismo, mas não é. Isso é Psicologia e dinâmica social: nenhum ponto da sociedade ensina as mulheres a fazerem isso, pelo contrário: o feminismo impregnado na sociedade ensina-as a irem com tudo em todas as áreas que puderem, adiando a família, mesmo que lhes custe a própria felicidade. As mulheres, com o tempo, largam isso e, contentando-se com um emprego de meio período ou mesmo abrindo mão do trabalho, acabam preferindo justamente a família. E as que teimam, geralmente, se arrependem: a internet tem diversos depoimentos de ex-feministas, já próximas da terceira idade, arrependidas da vida que tiveram, onde muitas dizem coisas similares a: “se eu pudesse, voltava atrás e investia minha vida em coisas que me dariam felicidade hoje”.

        Como você pode ver, nada há de machismo nisso.

        Você escreveu: “Mulheres podem ser psicologicamente iguais aos homens, homens podem ser psicologicamente igual a mulheres e isso não tem nenhum problema.”

        Resposta: NÃO, as mulheres e homens não podem ser psicologicamente/psicossocialmente iguais. A Neurociência, como já afirmei antes, junto da Genética e da Psicologia, já comprovaram isso. Pesquisadores diversos mostraram e documentaram cientificamente tal descoberta, que foram mostradas em vários veículos mundiais, como a Science Daily e a Scientific American.

        Aliás, é justamente esse o ponto que esse post do site comenta: a ideia errada de que homens e mulheres podem ser psicossocialmente iguais. Repito: não podem. O problema é que as feministas preferem ignorar esse detalhe. Muitas, imagino eu, nem sabem desse detalhe, mas várias feministas já sabem e explicitamente ignoraram tal descoberta, considerando-a machista.

        Houve até o caso do presidente da Universidade de Harvard, Larry Summers, que, para apaziguar a raiva feminista, teve que sair do seu cargo só porque mostrou os argumentos científicos sobre a desigualdade natural entre homem e mulher a nível neurológico. Ou seja, ele falou uma verdade científica, mas as feministas enraiveceram-se contra ele, acusando-o de machismo (novidade…).

        Então: ao contrário do que as feministas dizem, o gênero não é construção social, é definição genética, mas parece que somente as feministas ainda insistem em ignorar tal descoberta científica. Tudo em nome da ideologia feminista, que prega a igualdade psicossocial entre homens e mulheres. Uma mentira que o feminismo sustenta até hoje.

        E, ao contrário do que você disse, essa ideia de “igualdade psicossocial” entre homens e mulheres tem muito problema sim. Se homens e mulheres tem formas distintas, únicas e particulares de agir, pensar e se relacionar, tentar forçar uma mudança que vá contra essa natureza equivale a um estupro psicológico no indivíduo e, com o tempo, obviamente aparecem problemas psicológicos diversos: um deles que posso citar é a recentemente estudada e catalogada “Nice Guy Sindrome”. Ela é um mal de caráter psicológico que, nos dias atuais, está afetando diversos homens de vários pontos da cultura ocidental. Uma das causas apontadas para a tal síndrome é justamente, as falsas afirmações do feminismo! Por quê?

        Porque o feminismo, como falei antes, tenta igualar o homem à mulher e vice versa através de masculinização feminina e afeminação do homem, no objetivo de deixar ambos no mesmo patamar. No caso dos homens, tal mudança de comportamento, que geralmente é socialmente forçada, provoca uma série de paradigmas cujo funcionamento social é irreal, ou seja, comportamentos que não funcionam na sociedade e, por conseguinte, provocam profundo sofrimento no portador da mesma. O melhor material que te recomendo para você estudar a Nyce Guy Sindrome é o livro “No more mr nice guy”, do Dr. Robert A. Glover, psicólogo ph.D em terapia familiar. Tenho o livro dele, é muito bom e, portanto, assino embaixo ao te recomendar. Nem preciso falar que o Glover é o maior especialista (ou um dos maiores) na terapia e tratamento da Nice Guy Sindrome no mundo todo.

        Isso é apenas UM dos vários problemas causados por esse erro feminista de tentar igualar homens e mulheres em nível psicossocial. Há vários outros que, também, afetam mulheres.

        Em tempo: já que falei de sofrimento que afeta mulheres, convém lembrar que foi provado sociologicamente que o feminismo prejudicou as mulheres, diminuindo a felicidade das mesmas: as mulheres hoje estão mais infelizes que as do passado, ao contrário do que as feministas, que ignoram a ciência, dizem por aí. O estudo “The Paradox of Declining Female Happiness”, conduzido por Betsey Stevenson, Justin Wolfers em 2009, mostrou em caráter claro que as mulheres do século 21, feministas e emancipadas, estão mais infelizes que as mulheres da década de 70 do século passado, antes da “explosão feminista”. Mas, infelizmente, o feminismo ignora as pesquisas sociológicas e mente ao dizer que a mulher antiga era infeliz.

        Será que era mesmo?

      • Você disse: “A luta está sim contra as descontruções socias em torno da mulher”

        Resposta: e quais seriam essas desconstruções sociais? Essa parte ficou muito vaga.

        Você disse: “( e do homem também, pois homens são vítmas do machismo)”

        Resposta: OK, e como o homem é vítima do machismo? Feministas falam que apoiam os homens, mas, vejamos: algum dia, em alguma época da história, você viu algum movimento feminista lutando para os homens terem direito à licença-paternidade de igual tamanho ao das mulheres?
        Não? Nem eu.

        Você já viu as feministas fazerem passeata para que os homens, que morrem mais em acidentes de trabalho, terem igual investimento na sua assistência social de saúde, tal como ocorre com as mulheres, que é maior que a dos homens?

        Não? Nem eu.

        Já leu em algum lugar mulheres feministas protestando por iguais condições de aposentadoria, já que o homem precisa trabalhar mais anos que a mulher para ter o mesmo benefício ao se aposentar?

        Não? Nem eu.

        Falar que apoia o homem é fácil. Os homens têm diversos problemas em caráter social e diversos delas, aliás, foram causados pelo feminismo. O já citado Warren Farrel, uma vez, estava fazendo palestra sobre os problemas sociais dos homens e as feministas, vendo aquilo, se juntaram para agredi-lo. Isso mesmo: agredi-lo. Farrell precisou de policiamento para sair ileso da situação.

        Agora me diga: se fosse homem agredindo mulher, seria machismo, certo? Qual o nome que se dá quando é a mulher que agride o homem? E mais: sabia que já foi mostrado que o nível de violência doméstica, ao contrário do que as feministas dizem, é praticamente igual entre os gêneros? Sabia que na Inglaterra, 40% da violência doméstica é contra homens? Sabia que, ainda na Inglaterra, diversas mulheres apoiam a agressão contra o homem?

        Sabia que o homem sofre muito maior agressão verbal, em diversos casos, que a mulher?

        Sabia que o feminismo provocou boicote à implantação da “pílula masculina”, pois nunca quis que o homem tivesse o direito de controlar sua fertilidade?

        Sabia que a Lei Maria da Penha é inconstitucional, pois considera o homem já culpado desde o momento da denúncia e ordena a prisão do mesmo, mesmo sem provas? Tal coisa fez diversos homens irem pra a cadeia sendo INOCENTES. E isso ocorre em diversos lugares do mundo: na Austrália, por exemplo, 4 a cada 5 denúncias de estupro são falsas, sabia? E os índices de denúncias falsas não são tão diferentes quando focamos nas Américas…

        É assim que o feminismo defende os homens? As feministas nem se coçam para isso! Muitas ex-feministas denunciam o feminismo e as mentiras que eles falam, como as falsas estatísticas sobre machismo, estupro, entre outras. É o caso, por exemplo, da já citada Pizzey (que sofreu ameaças de morte ao mostrar tais mentiras feministas), Elly Tams e Lorraine V. Murray. Aliás, gosto muito da frase de V. Murray, presente no seu testemunho pessoal: “Se nós cavarmos suficientemente fundo, encontraremos uma vasta gama de mentiras [feministas].”.

        Você escreveu: “ e [o feminismo] JAMAIS ela ignorou a ciência,”

        Resposta: Como assim o feminismo nunca ignorou a ciência? O feminismo VIVE ignorando diversos pontos científicos. Eu mesmo já trouxe exemplos. Tenho vários outros, mas eles não são necessariamente do tema do post. Se precisar, só falar que eu escrevo.

        Você escreveu: “só que ciência não é tudo. Toda regra há exceção. No caso homem e mulher há várias.”

        Resposta: concordo com você: ciência não é tudo. Mas é importante. E exceções às regras devem ser estudadas para saber se vale a pena aplicar diferenças relativas a elas ou não. Se 99,6% das pessoas discordam, por exemplo, do seio exposto que as feministas tanto gostam, vamos desrespeitar 99,6% para atender… 0,4%?

        E, por favor, nos mostre quais são essas exceções que “há no caso homem e mulher”, cientificamente. Conversa feminista não adianta: você pode até vir com as teorias feministas, mas honestamente: saiba que eu vou usar ciência; não será trabalhoso demais refutar as mentiras feministas.

        Você escreveu: “Mas ciência a parte, o feminismo quer o respeito e o reconhecimento da mulher baseados em fatos sociais.”

        Resposta: mais reconhecimento do que já tem? Você já leu acima alguns poucos problemas que os homens passam, não é? Vamos citar então breves pontos, apenas uns poucos exemplos da exposição atual feminina: no dia que as feministas abrirem mão das meia-entradas nas festas (isso quando não entram de graça), da licença dobrada à maternidade, do direito de receber pensão vitalícia caso o marido faleça, da Lei Maria da Penha que contribui com o sexismo feminista (pois já considera o homem como opressor e autoriza prisão mesmo sem provas), do direito a reclamar abuso sexual com leis especiais sendo que somos iguais perante a lei e por esta todas mulheres hoje já são protegidas, do direito a ter cólicas de menstruação e não ir trabalhar por isso, do direito a andar nua na rua com o pretexto de “Marcha das Vadias”, do direito de usar a TPM como desculpa para tratar mal as pessoas, quando exigirem o direito de trabalhar em serviços pesados aonde homens perdem a vida, quando exigirem ir à guerra para salvar a terra onde moram, mulheres, homens e crianças indefesas, quando exigirem trabalharem 5 anos a mais como fazem os homens antes de se aposentar, quando exigiram fazer os trabalhos braçais e perigosos aonde homens morrem, aí sim talvez a gente fale sobre mais “igualdade”.

        A mulher, como falei na minha outra resposta, já tem reconhecimento e respeito social. Mas as feministas, como falei antes, não querem apenas o respeito normal, querem ser respeitadas mesmo comportando-se como prostitutas. Duvida? Olha a marcha das vadias, veja os dizerem que elas escrevem nas placas, o preconceito manifestado, e o pior: elas levam CRIANÇAS junto delas nas marchas e também as fazem levantar placas; crianças que deveriam ter sua inocência e período infantil respeitados! Você quer que coisas como essas sejam mesmo respeitadas?

        Mulher não precisa de feminismo para ganhar respeito: basta ela se comportar direito. Coisa, aliás, exigida de homens e de toda a sociedade. Um homem bêbado que fique molestando mulheres não é respeitado, tanto quanto uma mulher que fique se expondo e pondo em dúvida sua moral também não é. O feminismo do passado fazem o mesmo que o feminismo hoje faz: luta por direitos que a mulher já tem. Como já falei na outra resposta, antes do feminismo as mulheres já podiam fazer o que quisessem, até votar.

        Ah, as mulheres, muito antigamente, não votavam por causa do machismo: não votavam porque o voto era considerado um direito de elite, ou seja somente pessoas muito ricas, influentes e de bom nome podiam votar. Até homens inúmeros ficavam sem votar. Mas o feminismo fala que todos os homens votavam e, “machistas que eram”, proibiam as mulheres, não é verdade?

        Você escreveu: “Não importa o que a sua natureza humana possa dizer, nós somos seres racionais, temos que ser maiores que nossos instintos.”

        Resposta: quem aqui está falando de instinto? Instinto é uma coisa, predisposição psicológica/neurológica é outra. Eu posso, por instinto, ter ereção ao ver uma mulher bonita, mas tenho controle para não tentar copular com ela naquele instante, como um cão de rua faria.

        POR OUTRO LADO, padrões psicológicos não tem a ver com o instinto, tem a ver com o correto e harmonioso funcionamento de caráter psicossocial entre os sexos masculino e feminino, coisa que, como falei antes, o feminismo tenta, a todo custo, tirar. E desrespeitar tal coisa é como estuprar a consciência, a psiquê do indivíduo. Não fosse assim, a Psicologia não estaria abarrotada de casos sobre pessoas com transtornos comportamentais que foram “violadas” nos seus comportamentos. Quer um exemplo? Vamos então falar de sexo casual:

        Segundo as feministas, uma mulher pode fazer o que quiser com seu corpo. Embora elas digam que a mulher é livre para ser o que quiser, é notável como as feministas desprezam e zombam dos modelos mais comportados e recatados de mulheres. Feministas pregam o sexo livre, dizendo que o sexo, enquanto necessidade, deve ser satisfeito, com total liberdade de prática: se a mulher quiser fazer sexo com um ou quarenta mil homens durante a vida, ela pode! Tudo é livre e nunca haverá consequências para isso.
        Agora a parte “interessante”: já foi mostrado por um estudo realizado por um período observacional de 40 anos, em Dunedin, que mulheres promíscuas, ou seja, praticantes do sexo casual e com vários parceiros durante a vida, podem ter sérios problemas com abuso de substâncias com álcool e drogas. Mais precisamente: mulheres que tiveram, em média, mais do que 2.5 parceiros sexuais por ano até ao momento da entrevista do estudo, eram 10 vezes mais susceptíveis de serem clinicamente dependentes do álcool ou das drogas aos 21 anos do que as mulheres que tinham um ou nenhum parceiro sexual por ano. Elas eram 7 vezes mais susceptíveis quando atingiam os 26 anos e 17 vezes mais susceptíveis aos 32 anos, mesmo depois depois de outros factores da sua vida terem sido analisados. Se elas haviam tido mais do que 15 parceiros sexuais no início dos seus anos 20, elas eram mais susceptíveis que os homens de se encontrarem dependentes de substâncias – e essa probabilidade aumentava à medida que o seu número de parceiros também aumentava.

        Este padrão foi apurado MESMO DEPOIS de se terem ajustado outros fatores, incluindo os problemas prévios com as drogas e álcool. E detalhe: só estamos mencionando os problemas com álcool e drogas. E se começarmos a incluir os problemas psicológicos oriundos de diversos relacionamentos destrutivos e irresponsáveis?

        Ou seja: feminismo empurra uma mentira, várias mulheres acreditam nessas mentiras e se dão mal, para então ficarem chorando pelos cantos enquanto bebem e reclamam que são “oprimidas e sofredoras” por “culpa dos homens”, já que “nenhum homem presta”. Você falou que somos seres racionais, e está certa, então fale para as feministas que elas precisam usar a razão e parar de agir tanto por “instinto”.

        A “liberdade” sexual “acaba” quando a mulher “liberal” toma um chute do cara que só queria sexo com ela e ela vê o quanto foi inútil se vulgarizar tanto. Mas como ela acredita que a culpa é sempre dos homens, depois de um mês ela vai e repete o erro com outros, e assim por diante. E a culpa vai continuar sendo dos homens, não é? :/

        Você escreveu: “Ver uma mulher nua pode dar mais tesão a um homem do que uma mulher ver um homem nu? Pode, mas não vai dar direito de homem cantá-la, desrespeitá-la ou até tentar abusar sexualmente dela achando que por estar nua (ou pouco vestida) ela está “pedindo por isso”.”

        Resposta: se eu deixo minha casa destrancada, estou pedindo para ser assaltado? Não, mas corro risco. Quando eu saio à noite, por exemplo, eu evito usar no pulso relógios muito chamativos, sabe por quê? Para evitar atenção de bandidos. Quando estou em um local mais seguro e movimentado, tiro meu relógio do bolso e ponho-o de volta no pulso. Isso se chama PRECAUÇÃO.

        Quando um policial alertou as mulheres pelos modos de se vestir, ela estava ensinando precaução, só isso. E ele está absurdamente certo. As feministas não entendem, mas não importa o quanto vocês reclamem, BANDIDO VAI CONTINUAR IGNORANDO LEIS. E isso vale na hora de estuprar mulheres tanto quanto vale na hora de roubar um relógio. Cabe a vocês se guardarem ou darem sopa. Depois não fala que a culpa é do homem.

        Aliás, já que você falou do direito das mulheres de não serem cantadas/molestadas etc, vamos falar isso dos homens também: lembrei agora há pouco de um colega meu que, subindo num ônibus, teve seu bumbum apertado pela mulher que vinha atrás dele. Se fosse ele a apertar o bumbum da mulher, seria tachado de machista na mesma hora. Mas não foi, né? Me responda: qual o nome que vocês feministas dão para situações onde é a mulher que molesta o homem? “Liberdade sexual”?

        Mulheres tem o direito de não serem molestadas e abusadas ao andarem nuas, mas caramba, por que elas vão andar nuas!? Ah, lembre-se do direito dos homens bem intencionados e comprometidos de não serem molestados por mulheres que fiquem interessadas neles, mulheres que até tentam destruir o atual relacionamento do cara, como várias vezes acontece, só para “roubar o gato para si”. Nunca vi uma feminista lutar contra isso, embora feministas digam sempre “lutar pelos homens”.

        Em tempo: se você ler sobre o desenvolvimento psicossexual das crianças, você verá que, em certo momento (acho que por volta da Fase Fálica), a criança começa a evitar aparecer nua mesmo para os próprios pais. A isso se dá o nome de pudor e, como se vê, é algo psicológico, não “social”. Caso fosse social, as crianças não veriam problema em aparecer nuas na frente dos pais, que sempre as viam nuas até então. A psicologia sempre avisa para respeitarmos isso nas crianças (e, lógico, nos adultos também). Agora me diga: como o feminismo respeita isso, se até leva crianças para segurar cartazes diversos na marca das vadias? Isso é ser “racional”?

      • Você escreveu: “Pesquisei sobre essa escola Egalia. A escola fica na Suécia e o que ela faz é tentar não criar estereótipos. Crianças, meninos e meninas, brincam com tudo, de carrinhos a bonecas (que não possuem sexo, por sinal).”

        Resposta: o quanto você pesquisou? Digo isso porque, honestamente, faltou MUITA COISA nessas suas informações. “Egalia tenta não criar estereótipos”. Aí já é um problema: comportamentos masculinos/femininos não são “estereótipos”, não são “construção social”, e possuem forte base genética, neural e psicológica. Como eu falei mais de uma vez antes, tentar remover a naturalidade comportamental do indivíduo é como estuprar a consciência/psiquê dele.

        E você disse certo: brinquedos não possuem sexo. Mas as crianças que mexem neles possuem. E já foi mostrado que crianças têm, sim, um claro padrão preferencial para certos tipos de brinquedos, conforme seu sexo, tal como claramente mostrado cientificamente na Psychology Today, entre outros canais próprios para o assunto. O que Egalia faz é forçar a eliminação dessas preferências, indo contra a vontade do indivíduo; mais ou menos o seguinte (apenas citando uma estória de exemplo): se um menino começa a competir com outro menino, comportamento que é considerado masculino, as professoras dessa creche REPRIMEM tal comportamento. Se um menino fica só com carrinhos, a professora TIRA o carrinho dele para que ele vá brincar de bonecas, mesmo contra a vontade dele (já que Egalia precisa “remover estereótipos”). Se uma menina prefere ficar brincando de boneca todo dia e toda hora, a professora TIRA a boneca dela e a faz brincar com carrinhos, ou materiais de construção de brinquedo, mesmo contra a vontade dela (já que Egalia precisa “remover estereótipos”). Egalia, como eles próprios mostram, reprime e reprova comportamentos típicos de gênero. Infelizmente, já que tais comportamentos têm base na psiquê do indivíduo e desrespeitá-los pode ser catastrófico para a saúde psicossocial da criança: vários pediatras criticaram Egalia, mesmo os suecos.

        A questão é que as feministas, como já falei várias vezes, ignoram os traços de personalidade relacionados ao sexo da pessoa, achando que aquilo é “invenção/construção social”. Mas não é: já foi provado que meninos e meninas tem, claramente, diferenças para suas preferências quanto aos brinquedos. Quando você proíbe um menino(a) de brincar com o que ele(a) quer, você está reprimindo a natureza dele. E isso não é bom.

        Exceto pro feminismo, que quer meninas emasculadas e meninos afeminados. Mesmo que custe a felicidade deles, como já se vê em vários casos de rapazes na Europa. O feminismo diz que dá liberdade para as pessoas fazerem o que quiserem, mas cadê a liberdade de elas saberem as mentiras feministas? Cadê a liberdade dos meninos de serem MENINOS e das meninas de serem MENINAS?

        Isso me lembra um caso que li no final do ano passado: na mesma Suécia, que diz lutar por “igualdade”, a empresa Lego, fabricante de brinquedos, não cedeu à pressão feminista de criar brinquedos “unissex” e criou os brinquedos como sempre fez: para meninos e para meninas. As feministas tentaram provocar boicote através de manifestações do grupo feminista SPARK, abaixo-assinados… mas não deu: ao contrário do que as feministas falavam, os brinquedos da Lego foram de vertiginoso sucesso, ao contrário dos brinquedos de outras empresas que tentavam seguir o modelo “feminista”. Segundo a companhia, “devido a este sucesso, a Lego aumentou a sua quota de mercado para mais de 8%, 1% mais que durante o mesmo período do ano passado”; tal sucesso “excede as nossas expectativas, e o resultado financeiro é excepcional, especialmente à vista do desenvolvimento geral do mercado dos brinquedos [que está em declínio]”. Ou seja, a empresa está contente com o produto, as meninas estão felizes com o produto… as únicas pessoas que não estão contentes com o fato das meninas fazerem o que lhes dá alegria, são as feministas, afinal tentaram até boicote no produto, além de fazerem manifestações contra (!!!).

        Até há uma frase sobre isso que eu li: “você pode dar uma boneca a um menino, mas não pode forçá-lo a brincar com ela”. Infelizmente, o feminismo, em Egalia e de diversas outras formas, tenta forçar isso nos rapazes. Muito desrespeitoso, por sinal.

        Você escreveu: “Não foi confirmado nenhum caso de transtorno psicologicos nessas crianças”.

        Resposta: onde você leu que não? Há diversos relatos europeus (não apenas na Suécia) de rapazes em quadros de depressão porque sentem-se dissociados, enquanto homens, do mundo. Eles, conforme os textos mostram, sentem-se sempre culpados, cabisbaixos, depressivos, e, como já visto, tal “educação feminista” sob a qual os rapazes são obrigados a ficar reduz até o rendimento escolar deles, rendimentos que em outras situações revelaram-se melhores.

        Aliás, lembre-se que você, quando combate as naturais diferenças, está desrespeitando o desenvolvimento comportamental de crianças. Nice Guy Sindrome, depressão, casos mais graves de rapazes revoltados com o “excesso de culpa” que eles carregam nas costas e acabaram ficando misóginos (já que eles cansaram de, como homens, serem sempre considerados os piores, os estupradores, os inferiores etc)… tudo isso “graças” a essa educação e cultura feminista. Leia casos como o de Edgar van de Giessen, entre vários outros homens filhos de feministas. Edgar van de Giessen, no caso, era filho de uma das líderes do movimento na Holanda em 1970. A história dele é suficientemente triste e revela como é bagunçado o coração e o espírito de inúmeros rapazes criados sob a ótica feminista (mas eles têm que ficar calados, senão são tachados de “machistas”, “reacionários” etc). Enquanto isso, as feministas ignoram os rapazes, escondem as histórias deles e fingem estar tudo bem.

        É assim que o feminismo apoia os homens?

        Você escreveu: “Também temos de levar em conta que na Suécia é o país que mais se combate a diferença sexual, por isso é onde há mais igualdade sexual também (excesso de combate a discriminação sexual no passado e investimento na educação, sabe?).”

        Resposta: igualdade sexual sob a ótica feminista, certo? Por que os homens de lá estão bastante insatisfeitos com essa “igualdade sexual” (que sempre é dentro dos moldes feministas, desrespeitando Psicologia, Neurociência, Biologia…). Aliás, você falou certo: Suécia é o país que mais combate a diferença sexual. Ou seja, é o que mais combate algo natural, benéfico, que já foi mostrado como tal em caráter científico e que não tem nada de mais, afinal (exceto para as feministas). Mas a escolha é sua: você pode continuar com os mitos do feminismo, ou pode acreditar no que já foi cientificamente provado. Você escolhe. Diferença sexual não tem nada de opressão, ou de um ser superior a outro: homem e mulher são harmoniosamente diferentes e, principalmente, complementares: como peças de um quebra-cabeças que, mesmo muito diferentes, encaixam-se com perfeição e montam um belo quadro.

        Voltando ao assunto: os homens de lá [da Suécia] estão tão bastante descontentes, como falei acima. Não poderia ser diferente, uma vez que a natural diferença de sexo deles é socialmente combatida e as psiquês deles são diariamente estupradas com valores e comportamentos que não são para eles, mas eles são forçados a tal (já que toda a sociedade sueca segue padrões feministas: as suecas querem ditar até a forma como os homens urinam no vaso ou mesmo como se sentam nos bancos de ônibus – através do “Macho i Kollektivtrafiken” -, já que elas acham o modo masculino bastante “opressor” (novidade…)). O que as feministas suecas não esperavam é que os homens suecos começassem a rejeitá-las.

        Exatamente: as mulheres suecas estão sendo muito rejeitadas pelos suecos. Está acontecendo o seguinte: os homens suecos estão se casando com imigrantes. Mais de 80% das imigrantes tailandesas a viver na Suécia encontram-se num relacionamento ou são esposas de homens suecos. Lógico, as feministas, que querem forçar os homens às escolhas delas a todo custo, agora pedem ao governo para analisar a situação, investigar o “abuso” (feministas chamam isso de “abuso”) e talvez limitar o número de mulheres tailandesas que recebem permissão para entrar no país. Em outras palavras: querem tirar o direito do homem sueco de casar com uma mulher que, por pertencer a outra cultura, não vai ficar falando todo dia que homens são violentos/machistas/estupradores/inferiores… enfim, feministas querem impedir suecos de se casarem com mulheres que os tratem bem, coisa que as feministas de lá, como se vê nas atitudes dos suecos, não fazem. Tailandesas não vão ficar cobrando do governo a instituição da “man tax”.

        As mulheres suecas não querem que os homens suecos tenham poder de escolha no que toca às mulheres com quem eles querem se relacionar. Elas, as feministas suecas, aparentemente são da opinião de que podem tratar o homem sueco da forma que elas acharem melhor, e depois esperar que ele rasteje até ela na altura do casamento ou no momento do relacionamento sério.
        Dito de outra forma: as feministas suecas evitam fazer uma análise do seu próprio comportamento como fator causador da recusa masculina em ter qualquer relacionamento com elas, e em vez disso, avançam propostas que visem limitar o poder de escolha dos homens que elas têm tradado tão mal nos últimos 40/50 anos. O feminismo é isto que se vê aí: misandria, irresponsabilidade social e atitude ditatorial.

        É assim que o feminismo defende os homens e promove a “igualdade”?

        Em tempo: ao contrário do que a Suécia tenta fazer parecer, sua estratégia igualitária está rendendo péssimos resultados sociais, entre eles cito:

        A Suécia tem um dos mais elevados índices de gravidez entre adolescentes;
        O índice de casamentos suecos é um dos mais baixos do mundo, e o número de divórcios vem aumentando;
        Na Suécia, pouquíssimas famílias querem filhos. O índice de natalidade sueco é um dos mais baixos do mundo;
        A Suécia está entre os países em que há mais crimes violentos no mundo;
        O uso de drogas é abundante e o número de overdoses fatais dobrou nos dez anos passados;
        Os roubos são tantos que os cidadãos pararam de fazer boletim de ocorrência, pois a polícia sueca está sobrecarregada e não consegue investigar tudo. Só entre 1950 e 2000, o índice de roubos aumentou 3.604%;
        Os ataques aos transportes monetários são tão frequentes que as empresas transportadoras estão ameaçando parar;
        A Suécia tem hoje um dos mais elevados índices de estupro do mundo. Entre 1950 e 2000, o índice de estupros na Suécia cresceu 356%. No mesmo período, todos os crimes aumentaram 424%.

        Essa é a Suécia, considerado por muitos(as) como o “paraíso igualitário”.

        Você escreveu: “Outra coisa que vc pôde não ter percebido é que enquanto existe mulheres gritando pelo feminismo há um grupo reacionário que querem porque querem garantir a mulher em seu “posto” de rainha-do-lar e de submissão. Daí saem essas obras de gostos duvidosos.”

        Resposta: que grupos seriam esses? Os grupos anti-feministas, embora recebam eventualmente comentários de caras irritados com o feminismo e machistas, não são assim. Ninguém está falando de trancafiar a mulher numa torre guardada pelo Tiamat, o dragão de cinco cabeças do desenho Caverna do Dragão. A questão é que, como já falado, o feminismo prejudica a mulher, o homem e a sociedade em diversos níveis e esferas, lutando por coisas que contrariam a natureza normal do ser humano e criando mitos sobre uma sociedade machista (que, na verdade, é cheia de privilégios para as mulheres). Muitas dessas páginas apenas mostram isso, desmascarando o feminismo e sendo canais livres para exposição dos estudos científicos que, de outra forma, ficariam inacessíveis para muita gente (principalmente considerando-se que o feminismo gosta de esconder tais estudos).

        Agora diga-me uma coisa: o que é que você chama de “obras de gostos duvidosos”? Pesquisas científicas que, estando certas, mostram que o feminismo está errado? Ou seja, se a ciência e o feminismo estão discordantes, você ignora a ciência e abraça a mentira feminista? São esses estudos que você considera de “gosto duvidoso”?

        Então tá. Vamos demolir as faculdades e universidades no mundo todo. Vamos jogar fora nossos livros de Psicologia. Vamos nos esquecer de todos os avanços da Neurociência. Vamos descartar e esquecer a Biologia. Enfim, vamos deixar a ciência de lado, já que ela, para as feministas, é de “gosto duvidoso”, somente porque contraria o feminismo.

        Como eu falei antes: você escolhe se fica com ciência ou feminismo.

      • Você disse: “Enquanto a essas grandes mulheres que nós, feministas, também adoramos, louvamos e temos como símbolo, podem NUNCA ter se auto-declarado feministas, mas as suas atitudes eram de uma (por isso, como já disse, temos-as com muito respeito e símbolo).”

        Resposta: desculpe, mas você está claramente errada aqui. Nenhuma dessas mulheres teve QUALQUER atitude semelhante à das feministas. Elas não foram bem sucedidas em suas épocas por conta de lutarem por direitos iguais: elas foram bem sucedidas porque elas foram atrás do objetivo, só isso. Coisa que é necessária para qualquer homem ou mulher, tanto antigamente como hoje. Nenhuma dessas mulheres, entre inúmeras outras de suas épocas que fizeram o mesmo, eram nem de perto semelhantes às feministas.

        Aliás, como você dizer que louva, adora e tem como símbolo tais mulheres, se Kate Bush, uma das que citei, era anti-feminista? Você não sabia?

        Então, é exatamente isso que acontece, e suas palavras nos mostraram em primeira mão: as feministas pegam sucessos de mulheres do passado e, querendo propagar a luta feminista, atribui a tais mulheres uma espécie de “manto feminista”, como se o sucesso delas fosse fruto direto da “incessante luta contra o patriarcado opressor e etc”.

        Mas nunca houve luta, e tais mulheres nunca combateram nada. Tais mulheres, junto de todas as outras de suas sociedades, conseguiram fazer o que fizeram porque elas simplesmente podiam, tanto como as mulheres podem hoje. Perdão pela palavra, mas a luta feminista de 1970 foi tão inútil quanto a de hoje: lutam por direitos que já têm, basta levantar o bumbum da cadeira e correr atrás. As outras mulheres fizeram – e fazem – isso, por que as feministas não? Já falei antes: antes da explosão feminista em 60/70 do século passado, as mulheres podiam fazer tudo o que as feministas, mentindo, dizem que não podiam: faculdade, ensino, trabalho, liderança… aliás, muitas mulheres eram trabalhadoras de destaque já antes do século 20. Para quê, então, o feminismo?

        O problema é que o feminismo é um movimento com raízes no marxismo, sendo aplicado hoje de forma cultural. O marxismo tem uma visão distorcida, dualista, “monocromática”do mundo e da sociedade, onde só existem dois tipos: oprimido e opressor. Nada mais.

        Muitas mulheres, como falei antes, nunca precisaram do feminismo e, aliás, algumas eram vocalmente contra o feminismo. A cantora performática Kate Bush, que citei anteriormente, certa vez foi entrevistada e perguntaram a ela: “Kate, você é feminista?”. Ao que Kate respondeu: “Yuck! Eu odeio essa palavra!”

        É essa a sua “adorada”?

        Mais uma vez afirmo: você pode pegar livros de história da sociedade antiga, que mostram os valores antigos como eles eram (e não como as feministas mostram para nós). Você verá que todo esse negócio de patriarcado opressor e tal é mentira. Machismo existia tanto como existe até hoje, e mulheres fanáticas e extremistas também. Tal como existem também hoje: a diferença é que as extremistas agora são chamadas feministas. UM FORTÍSSIMO exemplo disso é o livro Wuthering Heights, escrito em 1846 e traduzido no Brasil por O morro dos ventos uivantes: esse livro mostra uma situação onde certo homem chamado Hareton, que era servo de um rico, era proibido de aprender a ler e escrever. Por outro lado, a prima dele, Catherine (por sinal, uma mulher), sabia ler e escrever tranquilamente. E, salvo engano, foi Catherine que ensinou Hareton a leitura e escrita; em outras palavas: uma mulher do século 19 ensinando um homem do século 19 a ler e escrever.

        Coisas assim aconteciam no passado: vários direitos, inclusive o da leitura e escrita, eram retirados arbitrariamente até mesmo de homens (e não apenas de mulheres, como o feminismo diz). Havia mulheres que sabiam ler, escrever e trabalhavam e também havia homens privados de qualquer cultura. A leitura, educação, direito a voto, universidades e etc geralmente eram direitos dados às elites e pessoas de renome, ou consideradas dignas socialmente. Vários homens tinham tais direitos negados. Mas o feminismo nunca conta esse curioso detalhe. Por quê? Porque se contar, cai o mito do patriarcado, da opressão masculina pelos séculos e etc.

        Você escolhe se acredita no feminismo ou na História. Se acredita no mito ou nos fatos.

        Em tempo: quem escreveu Wuthering Heights foi uma mulher, Emily Brontë. Cadê o patriarcado opressor para tirar dela o direito de ser a escritora de um livro considerado obra clássica da literatura inglesa?

        Você escreveu: “Até 2 anos atrás eu achava que feminismo era coisa de mulher mal-amadas.”

        Resposta: tenho que admitir que ler isso soa até meio irônico: a pouco mais de dois anos atrás, eu estava abandonando de vez o feminismo, após anos de desilusões e padrões que nunca funcionavam na minha pessoa (nem tinham como funcionar, aliás, visto que desrespeitavam minha natureza, psiquê e personalidade).

        Exatamente, você está falando com um ex-feminista.

        Você escreveu: “O que eu não sabia é que eu sempre fui feminista, só precisava de alguém que me direcionasse melhor,”

        Resposta: não é a primeira com essa característica. Devido à forte influência do feminismo na cultura ocidental, muitas pessoas já crescem com diversos valores feministas, bastando às vezes apenas um “sopro” para elas se “descobrirem” feministas. Conheço uma adolescente assim, inclusive: chega a ser irritante ficar perto dela: aquele mesmo papo de “mulher manda”, “homem oprime”, “somos superiores” etc e tal.

        Você escreveu: “que combatesse meu preconceito e que me mostrasse o que é um verdadeiro feminismo.”

        Resposta: Ou seja, para você, qualquer coisa que se posicione contra o feminismo já é sinal de “preconceito” contra o “verdadeiro feminismo”. Quer dizer que a Psicologia é preconceituosa, ao afirmar contra o feminismo as mentiras dele? Ou talvez os neurocientistas tenham sido preconceituosos, quando descobriram que gênero não é construção social e, portanto, homens e mulheres não podem ser iguais picossocialmente? Isso tudo é preconceito para você?

        Ou é, simples e puramente, ciência?

        Você escreveu: “Concordo que muitas mulheres que se dizem feministas aboninam serviços domésticos (eu os adoro)”

        Resposta: você mesma sabe que muitas feministas vão querer te crucificar por você ter falado isso, não sabe? Aliás, tais mulheres não “se dizem” feministas, muitas delas são líderes do movimento em escala internacional.

        Você escreveu: “e acham que mulher que gosta é pq é vítima do patriarcado, querem só revolução e revolução e até parecem que querem impor seus estilo de vida “livre” às outras.”
        Resposta: elas não parecem querer impor o estilo, elas IMPOEM. Meu comentário deu bastante exemplos; Egalia e Suécia, inclusive.

        Você escreveu: “Bom, é um direito de expressão delas, não quer dizer que as outras tenham a obrigação de seguir.”

        Resposta: exatamente. Elas tem direito de falarem a favor do estilo de vida feminista delas, mas você não quis aceitar que existem pessoas que querem vier e pronunciar um estilo de vida não feminista, chamando tais textos, mesmo que científicos, de “material de gosto duvidoso”.

        Você escreveu: “Ou talvez elas sempre batam na “mesma tecla” pq, apesar de falarem e falarem, pedirem e pedirem, gritarem e gritarem, de FATO elas (nós) não temos nossos direitos assegurados AINDA. E , por conta disso, é claro que ainda não vamos nos calar.”

        Resposta: que direitos que vocês mulheres ainda não tem? Tinham antes do feminismo e tem mais ainda agora, já que vocês contam com privilégios sociais/legislativos que homem nenhum tem, como mostrei mais acima com alguns exemplos. Mas, além dos exemplos já citados, darei outros:

        Tribunais de todo o mundo privilegiam as mulheres quando há disputas pela guarda dos filhos de casais separados. Há leis específicas que tomam conta das necessidades femininas sem levar em conta necessidades correspondentes masculinas. Existe preconceito contra homens no sistema judiciário, que recebem penas mais longas pelos mesmos tipos de crimes. Diversos países condenam à cadeia os homens que não têm condições de cuidar economicamente dos próprios filhos; a mesma medida não é tomada relativamente às mulheres. Em alguns estados estadunidenses as mulheres podem se casar com idade menor que os homens. Também há estados onde é ilegal existir escolas exclusivamente femininas, mas não masculinas.

        Esses estão entre vários outros privilégios que vocês, mulheres, têm. Qual direito vocês AINDA não tem? Ou qual privilégio?

      • Você escreveu: “Leia o post do Dausther Lorencini, então vc vai entender pq há tantas feministas ainda no mundo. Pessoas assim vendem uma péssima ideia do que é o movimento. E o pior, tem quem a compre!”

        Resposta: verdade, caras revoltados assim devem ser “manipulados com cautela” (foi mal Dausther). Embora ele tenha falado muitas coisas por pura raiva (pelo menos foi a ideia que eu tive), alguns poucos protestos dele até fazem sentido, embora estejam pronunciados de uma forma deveras radical. Por exemplo, quando ele fala de diversos males feitos aos homens pelas feministas, como agressões verbais.

        Mas eu, como homem, quando vejo caras assim, dou tempo a eles para os mesmos desabafarem e esfriarem. Não concordando com a postura mega-enfezada dos mesmos e criticando-os às vezes pela forma extremamente radical com a qual eles se expressam, mas dou um tempo. Simplesmente porque muitos homens “revoltados” que existem hoje têm sua revolta baseada na opressão que sofreram do feminismo: homens e rapazes cansados de serem tratados como inferiores, como estupradores, como infiéis, desumanos, culpados pelos problemas do mundo, inúteis, cansados do endeusamento feminino, enfim, cansados de ser tratados como lixo. Eu mesmo tive certo momento de revolta na minha vida, e te falo: é difícil. Graças a Deus, tive tempo necessário para refletir e esfriar a cabeça, então dou a eles momento para esfriarem e pensarem melhor também. Entretanto, se o cara se comprovar um completo e “incurável” machista… eu não apoio machista.

        Pense nisso: e se você vivesse numa sociedade que fala que, durante séculos, a mulher foi a causadora de todo o mal, mesmo sendo um mentira histórica? E se você tivesse que entrar no facebook e todo dia ler posts que falam sobre o quanto o homem é perfeito e superior, sobre como a mulher é inferior, estupradora, feiosa, infiel, traidora, indigna de confiança, um mal social, desnecessária na criação dos filhos, preconceituosa, violenta, mentirosa, imprestável, canalha etc? E o pior: e se essa sociedade aprovasse tais declarações, acusando de “sexismo” todas as pessoas com disposição em contrário? Como você se sentiria?

        É, homens passam por isso todo dia. E a maioria sofre calado.

    • Nossa, vai ser difícil reponder tudo que vc escreveu 🙂

      Diogo. vc é uma pessoa muito bem instruída e me supreendi muito com as suas respotas, por que vc não é do tipo que fala insultando e tem muito convicção no que fala — admirei muito isso em vc, parabéns.

      Pesquisei algumas coisas mais profundas em relação ao Egalia, e realmente nada vi demais na escola. Porém paralelamente vi outras questões em relação aog gênero na Suécia, e essas sim são terrivelmente estranhas, como as do homem fazerem xixi sentado. Acredito que isso nada tem a ver com questões de opressão masculina (na verdade, creio que todo mundo pense assim) e realmente espeo que essa lei não tenha “pegado”.

      Gostei muitos de seus agrmuento e te peço, humildemente, para que me passae o livro do Nyce Guy Syndrome. Não prometo que irei lê-lo de imedato, pois tenho milhões de livros da faculdade e trabalhos para fazer, por isso creio que não terei tempo. Gosto de saber os dois lados da questãos (mas tenho certeza que nãodeixarei de ser femenista).

      Contudo, tenho que dizer que muitas das coisas que vc esvreveu aqui me ofenderam (e muito). O seu exemplo falando de mulheres promíscuas e outras que querem respeito, mesmo se comportanto como prostitutas. Prostitutas não merecem respeito pra vc? E mulheres “promíscuas”? Também não? Por que? Respeito é algo que temos de ter por qualquer pessoa, independente de profissão ou estilo de vida. Hás tantas pessoas que a gente pode não gostar, podemos até odiar, mas respeitá-las é fundamental.

      Sobre o fato de muitas falarem contra estudos científicos: Realmente, se foi dessa maneira que os fatos se sucederam, se elas não deixaram os tais cientistas falarem em suas palestras, eu só lamento. Mas também devemos lembrar que Eugenia também era uma teoria que acabou caindo por terra (por isso que elas são de gostos duvidosos). E sobre o ganho salarial de um homem e uma mulher, digo que homens ganham mais exercendo a mesma função que uma mulher e ambos obtendo o mesmo grau de escolaridade. Acredito que família não intervem nesses casos, ou , pelo menos, não deveria. Mas sou leiga nesse assunto e me abstenho em debatê-lo.

      Outro dado que me deixou confusa é sobre homens e mulheres não poderem ser psicossocialmete iguais. Isso só valeria para héteros? (não estou sendo irônica ou coisa do tipo, eu realmente fiquei com a dúvida)

      Vc citou também dados da violência doméstica e como esta também é muito prejudicial aos homens. Acho que esta, assim como a femenina, é um ato abominável. Só que algo que chega a ser até óbvio o quanto a violência doméstica chega a ser maior perante as mulheres. Mulheres que são vistas como objetos de seus parceiros; propriedades de seus maridos, de seus companheiros, de seus pais. Vc também citou a lei Maria da Penha e como ela tem o poder de prender o homem no mesmo ato, se caso ele for atuado por esta. Achei estranho, porque ainda não ouvi falar desses casos (não quer dizer, claro, que eles não existam), e também pelo fato de muitos ex-parceiros atuados na lei se encontrarem livres e inclusive, matarem a suas ex-companheiras (como o famoso caso da Maria Islaine).

      Vc também falou sobre muitas mulheres misândricas como líderes feministas. Realmente me ofendi com isso. Se há algumas pessoas machistas e que não sabem debater , como vc mesmo citou, e não podemos tomá-las como exemplos, pq então deveríamos fazer o mesmo com o feminismo? Eu mesmo tenho por “líderes” Lola Aronovich e Olympe de Gouges. Elas não podem não ser perfeitas em todas as suas declarações, mas suas ideologias e como as defendem/defenderam são adimiráveis.

      Sobre mulheres não lutarem sobre alguns direitos que cabem aos homens, isso é outra mentira. Apesar de não serem muito expostas essas ideias, já vi sim feministas falarem e defenderem a pílula masculina e o direito a licença paternidade. Enquanto a alistamento no exército, já vi algumas reividicarem para este ser voluntário. Só que como disse acima, a maior bandeira de concentra na violência sexua feminina, por isso esses assuntos são pouco abordados.

      • Iiderada por lola? vc tá louca? Acha que ela não é misândrica? preste mais atenção ao que ler e não ignore pq é “contra os homens e vc não tem nada com isso, eles que se virem” pq isso so comprova a falacia feminista da igualdade
        Mas são dois pesos e duas medidas SEMPRE mesmo

      • Não, Lola não é misândrica e repudia tanto a misoginia quanto a misandria. Só que não entendi, vc falou que eu sou contra os homens?

    • OUtra coisa que não entendi: se as mulheres antigamente já podiam votar, por que foi necessário, então, a conquista do voto como direito? Realmente, a constituição nada dizia sobre o voto feminino ser vetado. Mas, por que ela não iam, então? Será que era porque nem cidadãs elas eram consideras de fato? É, era por isso mesmo =/

      E por enquanto vou ficar por aqui, pois tenho tarefas a cumprir.

      Diogo, vc tem facebook ou qualquer coisa assim? Gostei das suas ideias, seia legal conhecê-las melhor.

      P.S: Sobre a lei Maria da Penha, acho super válido ela ser estendida para abranger QUAISQUER tipos de violência doméstica, seja para com homens, mulheres, crianças e idosos.

      beijos

      • Olá novamente!

        Antes da minha resposta, quero falar que li sua resposta e não pude deixar de notar quando você falou que minha resposta anterior a ofendeu (e muito) em alguns trechos. Saiba que minha intenção nas argumentações nunca foi ofender ninguém. Eu posso ser firme, às vezes até ríspido, nas palavras, mas não sou do tipo que gosta de sair ofendendo. Se você ler alguma coisa minha e se sentir mal, saiba que essa não foi minha intenção.

        Como usual, vou particionar minha resposta, de forma que a linha de raciocínio possa ser melhor acompanhada. Fiz o possível para encurtar meu argumento, inclusive deixando de escrever coisas que eu considero boas para o assunto, mas minha mensagem novamente ficou grande. Nada que não dê para se ler em dez minutos:

        Você escreveu: “Diogo. vc é uma pessoa muito bem instruída e me supreendi muito com as suas respotas, por que vc não é do tipo que fala insultando e tem muito convicção no que fala — admirei muito isso em vc, parabéns.”

        Resposta: puxa, tenho que admitir que eu também não esperava essa sua opinião na resposta. Já fui bastante xingado ao argumentar com feministas e grupos similares; confesso que não estou muito acostumado a ser elogiado por uma pessoa de pensamento feminista. Até agradeço pelas suas observações, sério.

        Você escreveu: “Pesquisei algumas coisas mais profundas em relação ao Egalia, e realmente nada vi demais na escola. Porém paralelamente vi outras questões em relação aog gênero na Suécia, e essas sim são terrivelmente estranhas, como as do homem fazerem xixi sentado. Acredito que isso nada tem a ver com questões de opressão masculina (na verdade, creio que todo mundo pense assim) e realmente espero que essa lei não tenha “pegado”.”

        Resposta: é, eu também torço por isso (que tais leis não tenham “pegado”), embora infelizmente elas tenham sido criadas por conta da crença de que o jeito masculino de urinar e etc não é igualitário e, portanto, pode inferir em “opressão”. Sobre as questões de Egalia, não entendi o que você quis dizer: se você não viu nada demais no modelo ou se você não achou nenhuma notícia sobre problemas que tal modelo poderia causar. Ficou um pouco confuso.

        Você escreveu: “Gostei muitos de seus agrmuento e te peço, humildemente, para que me passae o livro do Nyce Guy Syndrome. Não prometo que irei lê-lo de imedato, pois tenho milhões de livros da faculdade e trabalhos para fazer, por isso creio que não terei tempo. Gosto de saber os dois lados da questãos (mas tenho certeza que nãodeixarei de ser femenista).”

        Resposta: eu adquiri o livro “No more mr Nice Guy” através da Saraiva Online, já que o livro não existe traduzido no Brasil (acho). Você pode encontrar mais sobre o material no próprio site do livro e do Robert Glover: inclusive existe em tal site um fórum online público onde pacientes, em caráter de anonimato, discutem entre si sobre seus problemas e tratamentos. Não postarei aqui o link direto de tal fórum porque tenho receio de meu comentário ser identificado como Spam e ser automaticamente descartado, mas uma busca na web pode te ajudar a achar tal site e, quem sabe, até entrevistas feitas com Glover a respeito do assunto em vários meios de comunicação. Mas, ainda assim, recomendo que você adquira tal livro assim que tiver oportunidade. Embora ele trate de problemas masculinos, muitas mulheres revelaram-se surpresas, inclusive mulheres psicoterapeutas, a respeito de como ele trata de forma tão clara e precisa sobre a natureza masculina.

        Você escreveu: “Contudo, tenho que dizer que muitas das coisas que vc esvreveu aqui me ofenderam (e muito).”

        Resposta: sinto muito por isso. Eu me mantenho firme e não retrocedo um passo na minha opinião, mas ao mesmo tempo peço desculpas se minhas palavras foram assim tão duras, eu não imaginava isso.

      • Você escreveu: “O seu exemplo falando de mulheres promíscuas e outras que querem respeito, mesmo se comportanto como prostitutas. Prostitutas não merecem respeito pra vc? E mulheres “promíscuas”? Também não? Por que? Respeito é algo que temos de ter por qualquer pessoa, independente de profissão ou estilo de vida. Hás tantas pessoas que a gente pode não gostar, podemos até odiar, mas respeitá-las é fundamental.”

        Resposta: concordo (e muito) com você nesse ponto: acima do “tipo”, ou “título”, está a humanidade da pessoa. Quando eu mencionei sobre prostitutas, ou promíscuas, eu não me referia a tratar as tais pessoas de forma desumana, desigual, por causa das atitudes dela, eu me referia ao respeito que é passado pelas atitudes delas em si. Ou seja, eu não questionei a humanidade da pessoa. Eu me limitei a questionar a respeitabilidade da atitude da pessoa. Explicando melhor:

        Todos nós sabemos que a prostituta é, antes de qualquer coisa, uma humana, com sentimentos, desejos etc, não? Entretanto, o fato de ela ser humana e precisar ter sua humanidade respeitada não significa que tenhamos que concordar com tudo o que ela fizer. Existem prostitutas que se prostituem por causa da pobreza; por outro lado, há diversas outras que se prostituem até mesmo entre colegas da faculdade, por exemplo, mesmo nunca tendo necessidade. Ambas têm em si humanidade, mas em nenhum dos casos eu vou concordar com a prostituição.
        Se você reparar bem, existem também outros quadros que eu posso citar: o assaltante, por exemplo: há assaltantes que roubam porque estão desempregados e, com filhos para alimentar, ficaram simplesmente desesperados, ao mesmo tempo em que também há assaltantes que assaltam por pura cafajestice. Ambos têm sua humanidade, mas em nenhum dos casos eu vou concordar com o assalto.

        Foi isso o que eu quis dizer: que a atitude, em si, não é de respeito: prostituição não é uma coisa boa, tanto como o assalto também não é; poderia ainda citar outros casos.

        Agora, sobre a promiscuidade, que eu reparei que você pôs entre aspas, temos que entender que, apesar de o feminismo apontar a promiscuidade como liberdade sexual, ela (a promiscuidade), mesmo intimamente, continua sendo vista como tal, até entre as mulheres e mesmo entre os feministas. Não sei se você já reparou em certos detalhes, mas veja o seguinte:
        Já reparou que vários homens, por mais que tenham transado durante a adolescência, quando vão procurar alguém para casar, preferem uma moça mais recatada e, quando possível, até virgem? Isso porque, antes, ele vivia curtindo mulheres mais liberais;

        Já reparou que há mulheres que, por mais que tenham transado na adolescência, quando vão partir para um relacionamento sério e até um casamento, procuram homens de maior confiança, que não sejam “galinhas”? Isso porque, antes, elas viviam “atraídas pelos cafas”;

        Não sei se você teve notícia disso, mas já houve uma matéria escrita por Mark Richardson, falando sobre o tipo de mulheres que homens feministas preferem para casamento. Ele explicou, utilizando exemplos que ele próprio conhece (portanto, sem inferência científica), que homens feministas, geralmente, têm preferido se casar com mulheres tradicionais: ou seja, embora eles defendam forte e abertamente o feminismo e a mulher feminista liberal, tais homens feministas continuam a procurar casamento com as tradicionais, recatadas e, como disse Mark, “doces e descomplicadas”.

        O que eu quero dizer com tudo isso? Que, ao contrário do que o feminismo prega, a promiscuidade é reconhecida socialmente e as pessoas, tanto homens quanto mulheres, fogem disso na hora de procurar alguém para algo mais sério. Lembro-me vagamente até de certa feminista (cujo nome eu, infelizmente, não recordo), que dizia que “todas as mulheres deveriam ser promíscuas, de modo que os homens não tivessem como escolher mulheres tradicionais em vez de uma mulher mais ‘experiente’.”. O curioso é que a mesma feminista nada disse sobre homens promíscuos e sobre o fato de mulheres não quererem casamento com homens mais “galinhas”.

        Eu, como homem, posso inclusive responder: uma mulher que se guarda, que mantém em si as características mais femininas, em nada nos parece “inferior”, ou “menos desejável”, como várias devem pensar. Como homem, afirmo tranquilamente, sem medo de erro: essas mulheres são aquelas que, muito geralmente, queremos para casar, são as que mais nos atraem. O que eu quero dizer com isso: nenhuma mulher deveria se sentir inferior, oprimida, ou desvalorizada por ser feminina. Vários homens costumam supervalorizar tais mulheres. Lembrando que ser “feminina” não significa ser “patricinha”. Significa isso: ser feminina.

        Você escreveu: “Sobre o fato de muitas falarem contra estudos científicos: Realmente, se foi dessa maneira que os fatos se sucederam, se elas não deixaram os tais cientistas falarem em suas palestras, eu só lamento. Mas também devemos lembrar que Eugenia também era uma teoria que acabou caindo por terra (por isso que elas são de gostos duvidosos).”

        Resposta: entendo. Mas aí cabe ressaltar a diferença entre “fato científico” e “teoria”: teoria é algo que ainda não foi comprovado como real, como verdadeiro. Portanto, existe apenas como ideia teorizada, ganhando o nome Teoria. Quando a mesma é comprovada de forma clara, ela deixa de ser chamada Teoria e ganha o nome de Fato ou Fato Científico, ou seja, é aquilo que foi comprovado de forma irrefutável e sem chances de dúvidas ou questionamentos.
        É por causa dos problemas gerados pela natureza incerta das teorias que eu não gosto muito de usá-las em debates como esse. Quando eu ponho algo aqui, é sempre algo que eu posso apontar, ou seja, fatos. Há coisas que eu descartei justamente por não serem comprovadas.

      • Você escreveu: “E sobre o ganho salarial de um homem e uma mulher, digo que homens ganham mais exercendo a mesma função que uma mulher e ambos obtendo o mesmo grau de escolaridade. Acredito que família não intervem nesses casos, ou , pelo menos, não deveria. Mas sou leiga nesse assunto e me abstenho em debatê-lo.”

        Resposta: bom, o ponto principal da questão é que muito se fala sobre as diferenças salariais, mas qual a última empresa que nós sabemos que foi apontada e acusada por causa de discriminação salarial entre homens e mulheres?

        Aliás, existem vários fatores que fazem dois indivíduos terem salários líquidos diferentes, embora tenham salário bruto declaradamente igual: bônus e gratificações diversas por conta de certas operações de risco executadas com sucesso, ideias colaborativas aprovadas… isso inclusive pode ser cumulado em aumentos definitivos sem promoção, ou seja, o sujeito passa a ganhar maior salário bruto sem precisar “subir” na função. Essas e várias outras coisas contam no cálculo do salário líquido do sujeito.

        Lembro-me, por exemplo, de um caso vivido por mim próprio: quando eu era estagiário de TI em certo museu aqui do RJ, eu costumava aplicar-me com muito afinco na minha tarefa, pois eu gostava muito do que eu fazia (e ainda gosto). Minha chefe (sim, eu era chefiado por uma mulher) se agradava de tal forma do meu trabalho que ela, mesmo quando não comparecia no dia, sabia que eu estaria lá seguindo as orientações que ela me passava por telefone ou e-mail. Embora estagiário, eu tive quatro aumentos na minha bolsa-estágio (se não me engano, três desses aumentos foram semestralmente consecutivos), além de ter tido acréscimos financeiros feitos voluntariamente pela minha própria chefe. Havia algumas funcionárias, mulheres, que eram mais antigas que eu e, nas suas respectivas áreas, tinham inclusive mais conhecimento. Mas nenhuma delas reclamava do meu crescimento financeiro ali dentro, pois elas próprias sabiam o ritmo com o qual eu me aplicava em meu trabalho e elas também confiavam em mim para diversas coisas, contando com o meu senso de aplicação da mesma forma que minha chefe contava: não era muito incomum me ver trabalhar, às vezes, três ou mais horas extras do dia. Quando eu estava de férias da faculdade, eu costumava dobrar o turno e ficava trabalhando no museu de manhã até à noite, enquanto os demais somente vinham em seus respectivos horários. Não estou nesse museu desde 2009, mas até hoje minha chefe me chama para realizar, em caráter terceirizado, serviços relacionados com TI ao museu. Eu só tenho a agradecer a Deus por ter me dado a disposição para realizar meu serviço de forma tal que o reconhecimento acabou vindo.

        E é exatamente isso que eu falo para homens e mulheres: não adianta apenas reclamar: temos que nos aplicar. Existem pessoas que se aplicam e recebem resultados, então apenas vê-las crescer e ficarmos a reclamar não adianta. Temos que confiar em Deus e fazer nossa parte. Se nos esforçarmos e não formos reconhecidos por isso, aí sim é hora de conversar com o chefe sobre seu desejo de aumento/promoção. Aliás, geralmente os chefes só dão aumento quando os funcionários começam a cobrar.

        Agora, se for o caso de estar havendo real discriminação/perseguição, existem diversos órgãos disponíveis para dar amparo ao trabalhador. Eu já tive a lamentável experiência de ter, em outra empresa, um chefe que simplesmente não ia com a minha cara: por mais que eu demonstrasse disposição, nada nunca estava certo para ele, enquanto outros, fazendo menos, recebiam melhores créditos. Eu era humilhado em serviço e estava com minha paciência no limite. Eu, então, fiz o seguinte: com meu celular, comecei a gravar todas as ofensas que recebia dele. Gravei também telefonemas onde eu e outros funcionários discutíamos os problemas relacionados à perseguição que meu chefe executava. Tendo material comprobatório suficiente, chegando a hora, entrei com recurso na justiça. Ganhei a causa.

        Em tempo: nos EUA, o salário de primeiro-emprego das jovens mulheres é maior que o salário de primeiro-emprego dos rapazes, quando estão em igual situação empregatícia. O feminismo nada faz para mudar isso, apesar de levantar cartazes que anunciam “salários iguais para ambos os gêneros”. Na Inglaterra, o Departamento pela Igualdade paga às mulheres salário 8% maior que aos homens. Lembre-se que estamos falando do Departamento pela * Igualdade* da Inglaterra.

      • Você escreveu: “Outro dado que me deixou confusa é sobre homens e mulheres não poderem ser psicossocialmete iguais. Isso só valeria para héteros? (não estou sendo irônica ou coisa do tipo, eu realmente fiquei com a dúvida)”

        Resposta: a questão da homossexualidade é controversa porque muitos ativistas gays anunciam que a homossexualidade é fator genético. Mas isso já foi mostrado incorreto e o que eu falei sobre a construção de gêneros aplica-se também aos homossexuais. Mas, para isso, terei que falar antes sobre o fator genético ser ou não real na homossexualidade. Permita-me detalhar rapidamente:

        As pesquisas científicas já mapearam todo o nosso DNA através do Projeto Genoma Humano, que foi concluído em 2003, e só se achou duas sequências específicas: macho (XY) e fêmea (XX), coisas já conhecidas antes do projeto e que, como já mostrado, influenciam os homens/mulheres de forma muito maior que a mera formação corpórea dos indivíduos. Havia sim a dúvida sobre algum “gene gay”: mais precisamente, a dúvida recaía sobre o par de alelos Xq28, no gene X. Pesquisas diversas foram feitas e o resultado conclusivo foi: não há comportamento homossexual sendo influenciado por tal gene.

        Cabe, ainda rapidamente, ler o que vários cientistas falaram a respeito do “gene gay”:

        “Muitos pesquisadores têm tentado descobrir uma causa biológica para a atração pelo mesmo sexo. Os meios de comunicação promovem a ideia de que já foi descoberto o “gene gay” (Burr 1996). Mas, apesar de várias tentativas, não se testou cientificamente nenhum dos estudos bem divulgados (Hamer 1993; LeVay 1991). Muitos escritores analisaram esses estudos cuidadosamente e descobriram que eles não só não provam uma base genética para a atração pelo mesmo sexo, mas também nem chegam a afirmar possuir provas científicas para tal alegação. (Byrne 1963; Crewdson 1995; Goldberg 1992; Horgan 1995; McGuire 1995; Porter 1996; Rice 1999)
        Se a atração pelo mesmo sexo fosse geneticamente predeterminada, então deveríamos supor que gêmeos idênticos teriam de ser idênticos em sua atração sexual. Há, porém, muitos registros de gêmeos idênticos que não são idênticos em sua atração sexual. (Bailey 1991; Eckert 1986; Friedman 1976; Green 1974; Heston 1968; McConaghy 1980; Rainer 1960; Zuger 1976) As situações individuais registradas revelam fatores ambientais que explicam a causa do desenvolvimento de diferentes estilos de atração sexual em crianças geneticamente idênticas, apoiando a teoria de que a atração pelo mesmo sexo é um produto da ação e efeito recíproco de uma variedade de fatores ambientais. (Parker 1964)
        Há, porém, tentativas de convencer o público de que a atração pelo mesmo sexo tem base genética. (Marmor 1975) Tais tentativas podem ter como causa motivações políticas porque as pessoas se sentem mais inclinadas a aceitar sem dificuldades reivindicações pedindo mudanças nas leis e nos ensinos religiosos quando creem que a atração sexual é geneticamente determinada e imutável. (Emulf 1989; Piskur 1992) Outros têm procurado provar uma base genética para a atração pelo mesmo sexo, a fim de poderem apelar para os tribunais em busca de direitos baseados na teoria da “imutabilidade”. (Green 1988)”

        Portanto, já foi mostrado cientificamente que a homossexualidade, ao contrário do que se difunde, não é fator genético, mas tem a ver com a psiquê do indivíduo. Os gays, geneticamente, continuam sendo ou homens ou mulheres, e a dissociação que eles fazem de seus respectivos gêneros cria em muitos casos problemas sociais e/ou psicológicos, entre eles posso citar quadros às vezes muito graves de depressão. O ativismo gay fala que tais problemas são causados por causa da “homofobia”*, mas já há fortes provas de que não é isso que ocorre: a Holanda, por exemplo, é considerado o berça da cultura LGBT, onde há pelo menos 12 anos, os gays gozam de plenas liberdades sociais e políticas, ou seja, a Holanda tem uma cultura onde a “homofobia” já foi erradicada há anos e anos. Mesmo assim, os gays holandeses continuam se sentindo mal consigo mesmos e com a sociedade: a Holanda, salvo engano, possui um dos maiores índices mundiais de suicídio cometidos por homossexuais. Se a “homofobia” fosse a causa dos suicídios entre gays, a Holanda não deveria ter nenhum.

        * Cabe explicar que homofobia é um termo usado de forma incorreta hoje: homofobia, na verdade, é um neologismo cunhado em 1971 pelo psicólogo George Weinberg, que se refere ao forte sentimento de ódio e preconceito, irracionais e infundados, contra uma pessoa que se declara homossexual, forte ao nível que faz um homofóbico praticar torturas e cárcere privado contra um gay, por exemplo. Infelizmente, hoje os ativistas querem fazer o pessoal acreditar que a simples discordância já é ódio, quando não é. Uma pessoa pode discordar da vida homossexual e amar os homossexuais. Uma pessoa pode gostar da vida homossexual e odiar muitos gays. “Discordar” e “odiar” não são sinônimos: uma pessoa que discorda do homossexualismo não é homofóbica, mas homocética.

        Você escreveu: “Vc citou também dados da violência doméstica e como esta também é muito prejudicial aos homens. Acho que esta, assim como a femenina, é um ato abominável. Só que algo que chega a ser até óbvio o quanto a violência doméstica chega a ser maior perante as mulheres. Mulheres que são vistas como objetos de seus parceiros; propriedades de seus maridos, de seus companheiros, de seus pais.”

        Resposta: E qual é a taxa de proporção entre as violências entre homens e mulheres? Todas as pesquisas sociais, até o momento, mostram claramente que a disposição é, geralmente, igual entre os gêneros: na Inglaterra (novamente), já foi mostrado que adolescentes brigam e se agridem em iguais proporções, independente dos gêneros. A ex-feminista Erin Pizzey, aliás, deixou de ser feminista por causa disso: ela dirigia (e, se não me engano, ainda dirige) um centro de atendimento a mulheres vítimas de violência doméstica. Segundo ela própria informou, ela notou que as mulheres que ela atendia eram tão propensas à violência quanto os parceiros que elas tinham. E não se esqueça que também há inúmeras mulheres que consideram seus homens como suas propriedades, fazendo der tudo para investigar e limitar a vida dele: ataques de ciúmes, contratação de detetives, crimes passionais (que envolvem assassinatos e agressões de diversos tipos), difamação social…
        As diferenças entre as taxas de crimes entre homens e mulheres não estão óbvias para a sociedade, principalmente porque muito do que se fala sobre violência contra a mulher vem de órgãos feministas, que diminuem e até mesmo ignoram casos de violência contra homens. Por exemplo: no Brasil, há fortes indícios de que o homem seja maior vítima de agressão verbal que a mulher e, talvez, esteja se tornando rapidamente também maior vítima de agressão doméstica, já que ele não pode reagir sob pena de ser acusado e enquadrado na Maria da Penha. Costuma-se comentar muito entre nós homens sobre inúmeros casos de homens agredidos que registraram diversos BOs e nada foi feito. Nem uma notificação sequer à agressora.

        Você escreveu: “Vc também citou a lei Maria da Penha e como ela tem o poder de prender o homem no mesmo ato, se caso ele for atuado por esta. Achei estranho, porque ainda não ouvi falar desses casos (não quer dizer, claro, que eles não existam), e também pelo fato de muitos ex-parceiros atuados na lei se encontrarem livres e inclusive, matarem a suas ex-companheiras (como o famoso caso da Maria Islaine).”

        Resposta: a maior parte dos casos de prisão imediata não viram notícia pois, para os jornalistas, é só mais uma prisão. Basta analisar: o que vende mais jornal, a notícia de um homem preso ou a notícia de um homem foragido? Notícias sobre falsas acusações de estupros, vítimas inocentes da Maria da penha e casos similares, envolvendo inclusive mulheres que se tornaram vítimas de outras mulheres, normalmente encontramos em sites de crítica ao marxismo/feminismo. Mas quando digo sites de crítica, refiro-me a sites sérios de crítica social, como o site “Mídia sem Máscara”, e não a sites como o do Silvio Koerich e similares.

      • Você escreveu: “Vc também falou sobre muitas mulheres misândricas como líderes feministas. Realmente me ofendi com isso. Se há algumas pessoas machistas e que não sabem debater , como vc mesmo citou, e não podemos tomá-las como exemplos, pq então deveríamos fazer o mesmo com o feminismo? Eu mesmo tenho por “líderes” Lola Aronovich e Olympe de Gouges. Elas não podem não ser perfeitas em todas as suas declarações, mas suas ideologias e como as defendem/defenderam são adimiráveis.”

        Resposta: eu não duvido que existam feministas diferenciadas do feminismo “mainstream” que estamos habituados a ver. Aliás, já tive contato com algumas delas: uma delas era uma moça relativamente jovem (aparentava ser uma adolescente) que, embora feminista, não era favorável ao aborto. Ela mesmo sabia que a ideia dela não poderia ser abertamente discutida, sob risco de ela ser difamada pelas outras feministas.
        O problema é que, quando eu digo que as líderes feministas são, na maioria, radicais, eu estou falando de forma séria devido à influência que elas têm sobre o feminismo atual. Posso citar, por exemplo, Pam O’Shaughnesey, Laila Namdarkhan, Lorraine Allen, Julie LeComte, Lucy Nicholas, Kat Pinder, Jessie Bernard, Simone de Beauvoir, Betty Friedan, Gloria Steinem, George O’Neill, Valerie Solanas, Kate Millett, Jane J. Mansbridge… a lista é longa, falo sério. Todas elas são influentes feministas. Muitas delas (com exceção de algumas poucas) moldaram o feminismo moderno. E muitas das líderes feministas se opunham ao homem de tal forma que pregavam o lesbianismo como a solução para o mundo.

        Você sabe que existem diversas feministas radicais tanto quanto eu entendo que existem mulheres que, embora digam-se feministas, possuem a mente mais aberta e sempre conversam abertamente sobre soluções, aceitando até mudar quando percebem que estão erradas em alguma ideia que defendem. A questão é que você está achando que as radicais são minoria. Infelizmente, não são. Você leu a matéria que citei anteriormente, de Bristol Palin? Acho que não citei o nome dessa matéria, falha minha: ela se chama “Hate in the name of love, Bullying in the name of tolerance”. Tal matéria é uma ótima fonte a respeito do que há de diferenças no tratamento feminista geral. E os comentários mostrados tanto na matéria como em resultado da matéria apenas confirmam as palavras de Bristol.

        Para servir de exemplo, vamos pegar o caso da Lola Aronovich, que você citou. Ela já falou certa vez em seu Blog “Escreva, Lola, Escreva” que “95% da violência doméstica era cometida por homens”, um número que é notadamente irreal. Muitas pessoas criticaram os textos dela, argumentando com base, mas as outras comentaristas também seguidoras do feminismo dizimaram os críticos em argumentos “ad-hominem”, além de ela própria (a Lola) ter colaborado com um clima desigual para tais críticos. Lola também ficou meio comentada no meio anti-feminista por conta de um post onde ela falava sobre situações em que seria aceitável que um homem fosse estuprado (salvo engano, era essa a violência que ela mencionava). E, embora eu não tenha comentado com nenhum outro não-feminista, eu próprio já li um post da Lola, onde ela falava de forma zombeteira e desrespeitosa aos casos em que homens foram vítimas de violência sexual. Ignorando todos os valores sociais de tais vítimas e, principalmente, ignorando a Psicologia, que já confirmou que homens violentados costumam ter os mesmos prejuízos psicológicos e sociais que mulheres, embora tendam a reprimir tais sentimentos. Lola possui vários argumentos controversos sobre homens e masculinidade, controversos a ponto de alguns críticos ameaçarem processar Lola. O apresentador Marcelo Tas, por exemplo, já a quis processar uma vez, embora eu não tenha tido mais notícia do andamento que tal processo teve.

        Agora como é que eu, homem, vou apoiar a Lola, conhecendo esse histórico dela? Exceto se ela mudar, não há como. Você disse que a forma como ela (entre outras) defende a ideologia é admirável. Como tais atitudes podem ser admiráveis?

        Já sobre Olympe de Gouges, eu acredito que o termo “feminista” nela seja um pouco desnecessário. Por feminista, entendemos na definição comum: uma pessoa que luta pelos direitos das mulheres. Olympe de Gouges não lutava apenas por mulheres: lutava por uma completa mudança em diversos setores políticos, o que acabava também envolvendo mulheres, mas ela não se limitava a isso (ela lutava também pelas crianças ilegítimas e pelos escravos, por exemplo). Tanto é que ela foi presa por causa de sua obra “Les trois urnes, ou le salut de la Patrie, par un voyageur aérien”, que falava sobre novos modelos de governo.

        Em tempo: o caso de Olympe de Gouges é muito bom de ser citado porque as feministas costumam falar que, não fosse o feminismo, mulheres não poderia ler, escrever, nem nada mais. Olympe de Gouges, porém, era mulher e, naquela época, já era responsável por diversas manifestações e obras artísticas e políticas. Mesmo sendo mulher e vivendo na França da época dela. Em outras palavras: ela não precisou do feminismo para aprender a ler e escrever, para deter conhecimento político, para argumentar sobre formas de governo… ela manifestou-se contra a fraca ou até nula participação que mulheres tinham na política francesa daquela época, mas sobre os demais (e comuns) direitos femininos, ela nada falou. Para quê defender o direito das mulheres à leitura, como já falado, se as mulheres já sabiam ler; ela própria era exemplo? Para quê defender acesso feminino às artes e cultura se mulheres já tinham isso?

      • Você escreveu: “Sobre mulheres não lutarem sobre alguns direitos que cabem aos homens, isso é outra mentira. Apesar de não serem muito expostas essas ideias, já vi sim feministas falarem e defenderem a pílula masculina e o direito a licença paternidade. Enquanto a alistamento no exército, já vi algumas reividicarem para este ser voluntário. Só que como disse acima, a maior bandeira de concentra na violência sexua feminina, por isso esses assuntos são pouco abordados.”

        Resposta: eu também já vi. Mas quantas? E quantas vezes? No mais, tais feministas são, geralmente, pessoas defendendo direitos masculinos de forma singular, às vezes até isoladas, por saberem que as outras feministas podem atacá-las se elas forem abertamente vistas falando a favor de solução de problemas masculinos.

        Um fortíssimo e atual exemplo disso é o da escritora Esther Villar, escritora do livro O Homem Domado (Der Dressierte Mann, em alemão). Tal livro foi lançado em 1971 e falava sobre como muitas mulheres, ao contrário do que se ouvia, não eram oprimidas pelos homens, mas antes possuíam até mesmo diversos controles sobre os mesmos e os homens sequer se apercebiam disso. O livro possui críticas sociais muito bem fundamentadas, dignas de reflexão (embora eu não possa afirmar que concordo com tudo o que ele diz). As feministas tomaram conhecimento de tal livro, e reagiram. O resultado dessa reação? As palavras da própria Esther mostram tudo:

        “Eu não imaginei o quanto me encontraria isolada após escrever este livro. Nem previ as consequências que teria para os meus subsequentes trabalhos e mesmo para minha vida privada – ameaças violentas ainda não cessaram até este momento.[Esther Vilar, O Homem Domado, edição revisada, Agosto de 1998]”

        Outra coisa grave que ocorreu contra a pessoa de Esther foi quando ela, em 1975, foi convidada para um debate televisivo com Alice Schwarzer, uma das representantes do movimento feminista na época. O debate foi considerado controverso por causa da alta agressividade: Alice chegou a alegar que Esther era não apenas sexista, mas também fascista. Esther, por ter criticado problemas do feminismo, foi ameaçada, inclusive, de morte.

        A pergunta que fica é: onde estão as feministas calmas nessas horas? E mais: onde estão as feministas que lutam pelos direitos dos homens nessas horas? Falar de problemas masculinos, muita feminista fala. Mas discutir os problemas de forma igualitária, franca, considerando reais soluções… isso eu não vi. Que existem mulheres ditas feministas que falam aberta e colaborativamente sobre problemas masculinos? Eu não duvido que existem. Mas onde elas estão? E por que o Feminismo, como se vê, tanto as oprime, forçando-as à ocultação? Por que as outras feministas as atacam?

        Aliás, como o Feminismo pode ser considerado um movimento igualitário pela mulher se ele oprime todas as mulheres cujos pensamentos e discursos não estão alinhados com o próprio? Onde está a liberdade da mulher de ser o que quiser, inclusive ser uma não-feminista?

        Você escreveu: “OUtra coisa que não entendi: se as mulheres antigamente já podiam votar, por que foi necessário, então, a conquista do voto como direito? Realmente, a constituição nada dizia sobre o voto feminino ser vetado. Mas, por que ela não iam, então? Será que era porque nem cidadãs elas eram consideras de fato? É, era por isso mesmo =/”.

        Resposta: De fato, muito antigamente havia direitos sociais que eram vetados às mulheres. Mas, tal como falei, não eram somente as mulheres que não tinham tais direitos: homens mestiços ou negros não tinham tais direitos. Homens que não seguissem a religião oficial do país em questão, caso o mesmo não fosse laico, podiam ter sérios problemas em seus direitos sociais, inclusive o voto. Homens pobres não tinham também tais direitos. Homens que eram considerados sem renome ou influência social também ficavam sem tais direitos, ou alguma parte deles. Enfim, quantos homens poderíamos citar, classes e grupos inteiramente formados por homens, que também não poderia votar, por exemplo?

        É aí que eu também critico o feminismo: ele alega que somente mulheres passaram tais dificuldades, ilustrando o homem como “opressor”. Quando na verdade, não foi bem assim. E, como você mesma disse, se o voto feminino não era vetado na Constituição, por que as mulheres, afinal, não iam votar?

      • Você escreveu: “Diogo, vc tem facebook ou qualquer coisa assim? Gostei das suas ideias, seia legal conhecê-las melhor”

        Resposta: tenho sim, e confesso que também acho que seria interessante, de verdade, trocar alguns pensamentos com você, principalmente pelo fato de você, ao longo dos seus comentários, ter demonstrado uma mente mais aberta às ideias que foram escritas aqui. Mas temo colocar meu Facebook aqui por conta dos vários ataques que as mais radicias poderiam fazer e também pelo fato de que o sistema de spam do site poderia bloquear meu comentário, por ter detectado links de facebook.

        Se quiser, dê-me um e-mail seu, daí posso enviar meu facebook para conversarmos mais.

        Você escreveu: “P.S: Sobre a lei Maria da Penha, acho super válido ela ser estendida para abranger QUAISQUER tipos de violência doméstica, seja para com homens, mulheres, crianças e idosos.”

        Resposta: achei muito válida sua colocação: principalmente no tocante às crianças e idosos, que são vítimas muitas vezes indefesas de crimes diversos. O que eu prefiro é que o Artigo 5 seja levado em consideração na execução das já existentes leis contra agressão e discriminação, que inclusive já existiam antes da Maria da Penha e cobriam casos de violência contra a mulher. Mas tipo, você parece ser uma pessoa, como já falei, com a mente mais aberta à aquisição de novas ideias. Já que você é feminista, vou sugerir um ótimo escritor e crítico para você conhecer: Warren Farrell.

        Apesar de ele atualmente não ser feminista, Farrell foi um dos mais notórios e influentes homens feministas da história dos EUA que eu tenho notícia. Para você ter ideia, ele foi o único (ÚNICO) homem a ser eleito três vezes para o quadro de Diretores da Organização Nacional das Mulheres de Nova York, se não me engano entre os anos de 1971 a 1974. Ele possui pelo menos sete livros que tratam das dinâmicas de gênero, inclusive falando de forma aberta sobre problemas masculinos e como o feminismo tem lidado com isso (fazendo, inclusive, críticas quando vê necessário). Eu acredito firmemente que será um material de ótima valia para você; recomendo fortemente. Não estou dizendo para você ler exatamente agora, já que você está ocupada com a faculdade (e eu sei como isso nos ocupa quase todo o tempo livre, estou em vias de concluir a minha), mas leia assim que tiver chance, e leia tudo o que puder dele. E os livros dele também. Repito: é um material excelente. Principalmente os mais recentes. Para você ter uma ideia, o livro “Father and Child Reunion” fez Farrell ser considerado um perito da primeira década do século 21 a lidar com casos de crianças vítimas de divórcio dos pais.

        No mais, abraços, até a próxima.

  2. Para mim, TODAS AS FEMINISTAS SÃO LÉSBICAS, pois elas NUNCA GOSTAM DE HOMENS, BATEM NELES, FALAM MAL DELES, XINGAM, INSULTAM, CASTRAM, e até DESEJAM O MAL À ELES, como MORTE, e afins. E o pior de tudo, mulher que, quando rejeitada pelo cara, ela o chama de GAY! E se ela o rejeitasse, ele chamaria ela de LÉSBICA? É isso que ela quer, como disse isso à ele? Se eu fosse ele, eu BEM que falaria isso, pois ela merece e muito mais. Agora, a sexualidade masculina e a feminina, infelizmente não tem as mesmas características. Pelo que eu sei, o homem fica excitado na hora, e a mulher demora mais. Isso porque o fato dela ter perdido a perfeição na época da árvore do conhecimento do MAL, ficou por isso mesmo. Por causa disso, é preciso estimular, acariciar, até mesmo fazendo sexo oral, ou seja, o homem tem que chupar muito a vagina da mulher, lambendo a vulva, e chupando o clitóris dela, enfiando o pênis lá dentro, e até mesmo o dedo, assim como a própria mulher, que tem que por o dedo lá, até chegar o momento do orgasmo, e possuem tanto a ejaculação masculina quanto à ejaculação feminina. Infelizmente nem todas as mulheres têm orgasmo, e se elas ODEIAM SEXO, merecem o quê? A MORTE! Como TODAS AS MULHERES, principalente que são FEMINISTAS, DELEGADAS DE POLÍCIA, POLÍTICAS, JUÍZAS, enfim. Esse MALDITO MARXISMO CULTURAL e esse MALDITO POLITICAMENTE CORRETO, que eu TANTO ODEIO, precisa ACABAR DE UMA VEZ POR TODAS! E só uma dica para TODAS AS MULHERES! Se uma mulher pegar no pênis do homem, ela tem a obrigação de deixar o homem pegar na vagina dela, senão, ela é uma LÉSBICA, e ele a trai com outra por isso. E se o homem chupa a vagina dela, ela tem que chupar o pênis dele, para retribuir o prazer, assim como beijar a mão dele, para retribuir, caso sua mão seja beijada por ele. E para ser mulher de verdade, por causa do BATOM e GLOSS da SUA BOCA, TODAS ELAS DEVIAM MANDAR BEIJOS, ATÉ MESMO NAS LENTES DAS CÂMERAS DE TV, QUANDO FILMADAS, e em comerciais, como a AVON. Portanto, quero que essas FEMINISTAS SATÂNCIAS MORRAM!!! Eu também estou CONTRA TODO ESSE FEMINISMO. E podem contar comigo. Nisso eu garanto.

  3. Não há como negar que o feminismo quer destruir a sociedade aos poucos, pois ele ataca diretamente a sua base: a família. Triste tempo em que vivemos hoje.

    É a primeira vez que eu acesso este blog. Meus parabéns aos seus autores que lutam contra o mal do feminismo.

    E ao Diogo…o meu muito obrigada por eu ter tido a oportunidade de ler respostas tão coerentes e educadas. Sua refutação foi simplesmente brilhante! Estou sem palavras de tão impressionada. Meus parabéns e continue assim.

    • Obrigada, Aline. Agradecemos.

      Somente um porém: somos as autoRAS do blog. Por enquanto nenhum homem vai escrever por aqui (nada pessoal) por motivos obvios: sermos coerentes. Queremos somente mulheres que mostrem esta verdadeira face do feminismo: o terrorismo destas extremistas.Estamos recebendo muitas historias por e-mail sobre elas. Coisas de assustar 😦

      • É isso ai coerência que as feministas com seus dois pesos e duas medidas não possuem

  4. Eu só sei que tudo de forma exagerada, faz mal!
    Algumas feministas exageram quando, defendem suas idéias, mas elas no meu ponto de vista melhoraram vidas, com seus protestos e fizeram a sociedade evoluir bastante. Sobre o machismo, até tem seu lado positivo. Concordo com a Camila, quando ela disse, ” Os homens também sofrem com o machismo”. quem nunca ouviu aquela frase, ” homem que é de verdade, não chora”. Tanto mulheres e homens sofreram ou sofrem com o machismo. As mulheres, sofrem agressão doméstica principalmente, pelo pensamento machista colocado na sociedade, que a mulher deve ser daquele jeito, não pode se destacar mais que o homem, no pensamento dele se acontece isso é uma afronta e milhares agem com agressão. Pra que ter rótulo em pessoas!? Ninguém, é igual a ninguém, seja homem ou mulher. Seres humanos possuem sentimentos e capacidade mental de exercer qualquer função profissional, seja ela qual for o gênero.

  5. Sobre a tal síndrome Nice guy. Quer dizer que homens não podem ter sentimento, e querer ser aquele príncipe fantasiado por várias mulheres? Os homens só podem agir, sinceramente como oportunistas e falsos?
    Sinceramente, quando o carinha ai fala, dessa síndrome, significa que ele não tem sentimento, e se um dia for legal com alguma mulher, vai ser somente por que namorar com ela. Isso é ridículo!!
    Ainda acredito que existem homens de verdade, que não são oportunistas e não fazem as coisas de caso pensado, somente pra conquista amorosa. No meu mundo, existe amizade entre homens e mulheres, sem intenção de “reprodução”.

  6. Para as que falam que o peito de um homem ou mulher é igual, e que é a mesma coisa os 2 sairem sem camisa, pergunto. se alguem apalpar a tetinha de um homem gordo e ele for na delegacia dar parte por assédio/atentado violento ao pudor, sei la… e se apalparem o de uma mulher e ela fizer o mesmo, seria a mesma coisa? Responda SINCERAMENTE , se acha que é a mesma coisa……rsrsrrs

    Não tenho neura quanto ao topless feminino. mas acho que mulheres que falam isso deviam perder o direito de reclamar de assédio da cintura pra cima. falei.

  7. “Não tenho neura quanto ao topless feminino. mas acho que mulheres que falam isso deviam perder o direito de reclamar de assédio da cintura pra cima. falei.”

    o que vc disse é um absurdo,homens saem sem camisa e nem por isso as mulheres se acham no direito de passar a mão em vocês ,vc parece aquelas pessoas que tentam culpar a mulher pelo estupro.
    então se a partir de hj mulheres pudessem andar com os seios de fora e fossem estupradas a culpa é delas?isso só dá força para as feministas sairem por ai dizendo que todos os homens são monstros,que eu saiba homem tem a capacidade de pensar,não é um animal no cio incapaz de se controlar.
    o que me diz das pessoas que frequentam praias de nudismo? nunca soube de casos de homens se achando no direito de passarem as mãos nas mulheres porque elas estavam peladas.

    e falaram sobre os indios,isso só prova que a mulher n poder ficar sem camisa é cultural,eles vivem numa sociedade a parte da nossa,com valores e cultura totalmente diferentes,tanto que pra eles ambos ficarem pelados é normal.
    e se fosse mesmo questão de ser biologicamente diferente,os indios que são tão homens quanto os homens brancos,deveriam achar absurdo mulher com peito de fora.
    se realmente a cultura de um país n influi em nada,porque em alguns lugares a poligamia é permitida e em outras(a maioria )não é?

    • Vc realmente leu o texto sobre os índios??? Eu acho que não né. Quanto aos seios de fora é muito diferente peito de homem para seios. Vc já viu homem usar decote para chamar atenção?

  8. Seios são glândulas, assim como ovários e testículos.

    Todas as glândulas são órgãos que secretam substâncias.

    E os seios pertencem as características sexuais secundárias da mulher.

    Portanto, os seios são órgãos sexuais secundários. É por isso que mulheres não podem sair com os seios às mostras. É atentado ao pudor.

    É comumente aceito por biólogos que o real objetivo Sexual (e não materno) das fêmeas terem seios é atrair os machos da espécie, sendo os seios uma das principais características sexuais secundárias.

    Homens e Mulheres são diferentes. O homem não possui um órgão sexual secundário igual a mulher possui. O “equivalente” seriam seus testículos (equivalente entre aspas, pois o homem não possui um órgão equivalente aos seios, os testículos na verdade estão comparados aos ovários).

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