Marxismo cultural: a feminista que é contra Israel, EUA e a liberdade de Yoani Sánchez.

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Nestes dias o marxismo cultural mostrou que ainda é forte no Brasil. Com a chegada de Yoani Sánchez, a blogueira cubana que é contra o “perfeito” regime cubano e fala umas verdades sobre ele, umas pessoas de grupos marxistas culturais foram protestar contra  a moça, que na visão delas não poderia ter o direito de falar o que pensa. Estas pessoas, fantasiadas de um nacionalismo do tempo nas cavernas assim como as feministas dizem nos representar.

Aqui aonde trabalho possuimos uma representante de uma rede de cosméticos importados de uma marca famosa e esta mulher apoia completamente o movimento que quer censurar a blogueira cubana. Ela se encaixa no padrão tradicional destes manifestantes: nacionalista de esquerda, ela é contra  Israel, contra os EUA, detesta o Ocidente, detesta os valores ocidentais, a Igreja (qualquer igreja ou outra crença), a Europa e tudo o que ela encara como sendo opressor/a. Ela considera-se oprimida. Como boa feminista que quer pregar a sua fé taleban, repete as tradicionais frases contra os homens, diz que isso é “luta pela igualdade e os ama” e outras atitudes um tanto incoerentes. Talvez somente não use camisetas com o face de Che Guevara e isto talvez porque use roupas de marcas “burguesas”.

Esta pessoa recorda um pouco a Lola que detesta os valores ocidentais, os EUA, o Ocidente e tudo o mais que ela encare como sistema opressor-do patriarcado- do inferno chamado Ocidente mas por um acaso do destino ensina língua inglesa e ganha dinheiro com frases prontas “contra o sistema opressor”.

Ser incoerente é a palavra chave que define o feminismo e outras vertentes marxistas culturais. Esta garota como toda boa feminista não faz por menos. Trabalha em uma marca famosa de cosméticos que custam muito caro. Seu celular é um dos mais modernos no mercado, possui um carro luxuoso e importado, veste-se com roupas nada baratas e como viaja a trabalho para esta empresa com sede nos EUA, precisa ir para a terra do Tio Sam, Europa e afins muitas vezes ao ano. Volta cheia de fotos para mostrar e feliz por visitar  lugares que representam o “Ocidente” opressor.

Ela contou a uma colega minha que foi ao Oriente Médio umas duas vezes para turismo e se suprendeu com a cultura loca. Eu pensei, finalmente ela se mostrou coerente como o que pensa. Mas como boa feminista, a dita feminista revoltada foi fazer turismo em uma cidade de Israel cujos cuidados com segurança sempre foram elevados. E trouxe presentes para os familiares. Nem sequer pensou em ir visitar os países árabes.

Isto é o tradicinal caso de uma feminista. Podem vestir camisetas de Che e apoiar o Jean Wyllys, podem andar bem maquiadas e com roupas caras, podem fingir serem acimas dos demais pois pensam ser intelectuais acima da média que lutam pelo povo (como Marx que nunca trabalhou na vida), podem fingirem serem hippies em um mundo alternativo perfeito. Podem usar do eupirismo para dizer “eu sou diferente ou faço parte de um grupo diferente”. Podem serem tudo isso mas no final nas contas elas agem sempre do mesmo modo pois isto é ser feminista: repetem frases prontas e cegas em nada a ver com o mundo atual. E para finalizar provam sempre serem incorentes, rancorosas e raivosas. Sempre provamos neste blog tudo o que afirmamos, ok, feministas?

Existe também uma grande diferença entre ser patriota, valorizar as coisa boas na terra aonde nascemos e sabermos que existem coisas ruins toleradas e suportadas pelo povo que também pode ser culpado (sem relativismo moral e a guerra entre classes marxista cultural) que devem ser mudadas usando de objetividade e ser uma nacionalista cega que compra a briga de Fidel, Chavez e outros nacionalistas marxistas culturais que vivem na década de 6O e acham que tudo é contra o Brasil e outras maluquices. Mas isto tem origens mais antigas, é presente na nossa cultura e vai ficar para um futuro post.

Sobre a blogueira, claro que existem interesses escondidos nisso tudo, mas se no Brasil que algumas pessoas ainda acreditam que seja um democracia então porque não deixar ela falar? Somos bombardeadas com muitas coisas nocivas no nosso dia-a-dia e devemos aceitar tudo caladas mas UMA opinião de alguém deve ser censurada? Porque? E o vitimismo marxista cultural aparece aqui porque as mesmas pessoas que querem censurar a blogueira são as marxistas culturais que dizem lutar pela “liberdade, amizade, igualdade, zzzzzzzzzzzz” que adoram fantasiar a terra prometida chamada Cuba. Se fosse o inverso, estariam fazendo como as feministas: jogando-se no chão e fazendo caretas vitimistas contra o sistema que oprimiria a falta de liberdade delas.

A blogueira é uma agente da CIA? Talvez sim, talvez não ou isso talvez seja somente uma teoria de conspiração marxista cultural. Se isso é real, deveriamos também sermos conscientes que existem e existiram pessoas que são ou foram agentes da outra parte interessada (governos marxistas). Lembram de quem quis fazer a revolução no Brasil para implementar uma ditadura no modelo de Cuba?

Bem, fora estas teorias malucas e tudo o mais o que deveria ser respeitado é a liberdade de se expressar, que por sinal em Cuba é uma coisa praticamente inexistente. Tais marxistas culturias ignorantes como Jean Wyllys, feministas e estas pessoas ignorantes que protestam nem sequer conseguem entender que numa democracia eles têm o direito de passar por ignorantes, enquanto que em Cuba  no seu longo regime ditatorial fantasiado de liberdade, amizade e tudo o mais, caso fossem contra o regime, seriam presos, torturados, amordaçados e mortos por pessoas vistas aqui como libertadores como Che Guevara que fuzilava negros, cubanos e homossexuais pelo simples prazer de matar.

Mais um texto sobre o caso abaixo

http://br.mulher.yahoo.com/blogs/amigo-gay/se-hay-autoritarismo-soy-contra-195842810.html

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  1. Que texto perfeito! Há um tempo atrás imaginava que fosse uma mulher em um milhão que pensasse dessa forma, hoje me sinto lisonjeada de saber que não sou a única!
    Os textos desse blog são, simplesmente, perfeitos! Tudo que penso e acredito!

  2. Cuba – Havana: O país, que é socialista, é outro que nem democracia poderá ter, ou se há uma possibilidade? Mesmo que seja democrático, as mulheres deviam ser mais mulheres, sem esse negócio de feminismo, e voltar para o lugar de onde não deviam ter deixado NUNCA!!!

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