Carnaval e o trabalhador que falou tudo sobre o Brasil. O que podemos aprender com eles?

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Por este dias o vídeo de um trabalhador brasileiro se popularizou na internet.

O homem (que não parece ser um estuprador em potencial e nem opressor do patriarcado, ok, feministas?) deve ter se cansado de muitas coisas e desabafou enquanto alguém o filmava. Mesmo sendo um humilde artesão (ele diz que trabalha com artesanato), ele demonstra conhecimento de muitos problemas que atingem o nosso país. Foi perfeito em tudo o que ele falou. Ele demonstrou aos elitistas e a todas pessoas humildes que para se fazer questionamentos inteligentes ninguém precisa ser rico, embora muitas vezes uma boa educação ajude. Mas o mais importan é QUERER PENSAR E SABER FAZER BOM USO DO cérebro. Porém, deveriamos pensar de modo correto e não pensar de qualquer maneira.

Alguém vai dizer: Espere um momento. Isto é “frase de reaça contra quem quer revolucionar o sistema”. Nada disso. O problema é o tipo de prioridades da revolução que querem fazer. E nem toda revolução gera governantes bons preocupados com o povo. Que o diga Fidel e outros ditadores. O marxismo cultural gerou além de prioridades absurdas gerou também assassinos, estupradores e psicopatas como Che Guevara. Ninguém fala isso no Brasil pela forte propaganda marxista cultural em universidades e na nossa cultura. E assim casos como o da professara e pesquisadora que ensina em universidades aumentam, valores invertidos aumentam e tudo isso vira uma bola de neve. Leia mais aqui

Outra pergunta que deveria ser feita é: Queremos realmente o Brasil que ele citou? Queremos melhorar? Nossos governantes querem isso? Ou possuimos medo e nos omitimos com estes absurdos?

Perguntamos isso porque para fazer o que ele comentou muito bem, trabalho e mudanças demonstram-se urgentes. E este é um dos problemas do povo brasileiro. Queremos um país que funcione como algo de primeiro mundo, mas nunca lutamos para construir isto. NUNCA. Os Estados Unidos e alguns outros lugares tidos como primeiro mundo passaram por muito processos de questionamentos internos, revoltas, em alguns casos guerras e tudo o mais que transformou a mentalidade das pessoas locais com OUTROS valores, preservando a individualidade de cada um mas que unida soma ao coletivo. O bem comum é prioridade na maioria destes lugares mas sempre preservando a individualidade. Claro, outros lugares mesmo que mais ricos ou pobres que o Brasil possuem problemas semelhantes aos nossos.

Podemos exemplificar isso no Brasil que todo mundo sabe. Sabemos o que deve ser feito, mas ninguém faz. O verdadeiro culpado de tudo é povo mesmo. Reclamamos que aqui precisa melhorar, mas nunca fazemos nada para mudar. Nunca. Observe abaixo:

1) Feriados: O povo brasileiro adora feriados. Muitos se preocupam mais com praias, calor e boa vida que com todo o resto do ano;

2) Carnaval e o tempo de trabalho: A frase que muitos falam que a o ano começa depois do carnaval explica muita coisa. Quase 3 meses do ano com a mentalidade de “aproveitar a vida”. Depois muitas pessoas se lamentam do estado do Brasil e do povo. Em qual lugar que quer ser competitivo (China, EUA como exemplo), as pessoas ficam este tempo sem levar nada a sério?

3) O povo brasileiro nunca lutou por algo sério e adora ser relativista moral. O povo brasileiro em si, nunca lutou para melhorar o Brasil. Nunca. As pessoas  quem lutaram para melhorar o Brasil foram cortadas dos livros e esquecidas pelo tempo. O relativismo morou sempre priorizou e defendeu bandidos, criminosos ou pessoas de conduta duvidosa. Copiamos o modelo cubano: Che Guevara, um estuprador, assassino e criminoso foi beatificado. Aqui fazemos a mesma coisa. Na verdade, sempre fizemos. Somos a terra aonde crianças brigam para ser o bandido em brincadeiras de polícia e ladrão. Isto diz muito sobre a nossa identidade.

4) Relativismo moral e falta de prioridades: Podemos ver milhares que se manifestam pelo direito de fumar maconha. Milhares na passeata gay. Milhares pela alegria de sediar a Copa. Milhares que se manifestam por causas NADA importantes. Pela dia nacional contra a corrupção ou outros protestos inteligentes e urgentes, os organizadores precisam tirar leite de pedra para juntar algumas pessoas. Jean Wyllys e outros marxistas culturais adoram tudo isso, pois gera votos.

5) A frase relativista moral “Hipocrisia. Todo mundo gosta de carnaval”. MENTIRA. Nem todo mundo gosta de carnaval. Atualmente é durante este tempo de “festa e alegria” da mentirosa identidade do povo brasileiro que aumentam os casos de turismo sexual, de crimes e outras coisas. Isso seria algo para condenarmos, mas aqui é visto como “cultura”. Muita gente tem que “gostar” de carnaval por ser a Única Opção pois o Brasil para e todo o resto deixam de funcionar.

6) Carnaval: O carnaval é uma coisa nojenta em si e nem brasileiro é. Se antigamente esta festa que mentimos ser brasileira para gringo ver era um momento de alegria para o povo durante alguns dias, hoje é na verdade a festa da promiscuidade na maioria dos casos. Se antigamente o carnaval eram 3,4 dias de festa, hoje ele é uma semana. E em alguns estados do Brasil este tempo aumenta para 15 a 30 dias.

7) O “oprimido povo do carnaval”: Mulheres quase peladas nos desfiles. Pessoa fazendo sexo na rua. Homens se comportam como psicopatas que nunca viram mulhers. Mulheres se comportam como se nunca tivessem visto homem. Todo este povo que o feminismo chama de “oprimido” depois reclama do caos que é o Brasil. Claro, formado por pessoas desta laia.

8) Marxista culturais adoram chamar outras pessoas de elitistas. Bom seria se todos pudessemos ser elites e que lutassemos para melhor o Brasil, sem ostentar. O problema dos marxistas culturais e seu opositores é que eles se fecham neste debata guerra fria comunismo x capitalismo e blindam os seus ouvidos.  E nossas elites demonstram-se elitistas e ostentantes. Ser pobre nunca foi escolha. Sempre foi um acaso ou resultado de um ato com muitas causas. Ao mesmo tempo no Brasil ser rico é a mesma coisa que ser opressor (o que é mentira). Poucas pessoas pensam em casos de pessoas  ricas, nobres, que batalharam de modo honesto e vieram de baixo e que ajudam os outros sem querer ostentar e aparecer. Muitas pessoas pobres e ricas lutam pelo bem comum. Ou seja, existe a terceira alternativa que quase ninguém comenta.

9) A cultura do ser pobre, burro é ser brasileiro: Se alguém abrir um site de famosos podemos ver pessoas sempre com a mesma conversa. “Eu ia ser criminoso, bandido, mas começei a jogar futebol e hoje sou famoso”. Ou seja, a pessoa que era humilde MAS IRIA ESCOLHER uma péssima estrada ficou famoso ao JOGAR BOLA. A mentirosa mensagem que fica é “Para melhorar de vida eu deveria ser bandido ou fazer algo que os idiotas valorizam e é algo sica inútil mas o povo idiota valoriza”. Outras escolhas como TRABALHAR E ESTUDAR  para fazer o Brasil crescer NUNCA parecem ser consideradas. O mesmo vale para o nosso ex-presidente que passa a mensagem: “Nunca estudei e sou feliz assim” ou a nossa atual presidente que fez um discurso no Nordeste por estes dias e cometeu propositalmente erros gramaticais para se dizer “do povo”. Estimulamos sempre o errado.

Este texto e filme que circulam na internet falam outras verdades.

“Queria ser presidente por um dia. Faria uma lei que anulasse o carnaval em prol da nação. Argumentos lógicos não me faltam: Diminuição de acidentes;menor índice de HIV positivo; melhorar imagem do país no exterior; cortar semana ociosa para que aumentemos nossa renda; valorizar a imagem da mulher brasileira; investir os 2 bilhões por ano do carnaval em educação; diminuir consumo de drogas nesse período….
 
Acho que não teria o apoio popular pra isso. Já tivemos presidentes que 
afundaram a educação, a habitação, a reforma agrária, a inflação, a 
renda familiar, os empregos, e até mesmo presidente que roubou nossa 
poupança. Ninguém reclamou. Porém se eu acabasse com o carnaval 
certamente me matariam.
.
Mesmo sabendo o risco que corro, aceitaria essa missão suicida, afinal, é melhor morrer no país do 
carnaval do que viver no carnaval desse pais.”

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