Homossexualidade, Jean Wyllys, Che Guevara e professores universitários marxistas culturais.

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Todo homossexual merece respeito como pessoa, mas e o  homoativista taleban? Este deve ser questionado e desmascarado. Este é o caso de Jean Wyllys (aqui trajado como Che Guevara), um clássico representante do marxismo cultural no Brasil que envenena as mentes de jovens estudantes nas Universidades.

Jean se baseia na raiva e rancor de si mesmo somadas a fundamentos que qualquer grupo marxista como feministas, militantes GLBT, racialistas justificam com teorias como guerra entre classe, duvidosa dívida histórica, fuga da realidade, relativismo moral, fim do modelo familiar homem  x mulher e a negação de que o cristianismo e valores Ocidentais civilizaram o Ocidente para pregar os seus atos insanos.

Jean acha que se o antepassado de alguém fez algo de ruim 500 anos atrás, esta pessoa deve pagar isso hoje ( dívida histórica);

Ele leva a teoria de Marx da guerra entre classes para homem x mulher, heteros x gays, brancos x negros, etc.

Ele adora fugir da realidade como bom marxista, socialista, comunistas e afins.

Ele adora a subjetividade e o relativismo moral por permitirem a ele fugir da responsabilidade;

Ele diz proteger os gays e se revolta contra a Igreja que é a base da Civilização ocidental. No Ocidente os gays podem protestar, reivindicar, etc pois os valores baseados no cristianismo permitem isso. Em lugares ateus, gays morrem ( Cuba, Coréia do Norte, URSS). Em lugares aonde o cristianismo é proibido como no Oriente Médio, gays morrem, tem o orifício anal colado com superbonder masJean pouco fala neles. Como bom marxista ele foge da realidade e encara o cristianismo como braço amigo do capitalismo. E marxistas odeiam tal ideologia.

Jean é mais um marxista cultural criado pela Globo NADA conservadora e quer doutrinar quem puder (por isso era professor e nada querido por seus alunos). Possui um passado em Universidades, diz ter “estudado muito” e prega a tal “liberdade, igualdade, fraternidade” assim como as feministas e perante a sociedade é visto como um intelectual”exemplar”. E se o caldo engrossar ele adora dizer que faz parte de uma minoria oprimida que quer “revolucionar o mundo” e quem o questiona o faz por homofobia em todos os casos. No Brasil, isto é sinônimo de vencedor pois o povo brasileiro adora uma pessoa “coitada e oprimida”. E assim seguem doutrinando e propagando suas causas mentirosas e fora da realidade.

Jean Wyllys se pudesse censuraria todo o mundo que  mostrasse a verdade das suas falas mentirosas. Lembremos: Questionar o homativista Jean não é homofobia. Na verdade, ele pode ser questionado e deve como qualquer outra pessoa. Nenhuma pessoa hetero, negra, branca, homem, mulher é imune a questionamentos ou dona da verdade . Seria os homoativistas serem sem falhas? Isso também vale para os homossexuais ou heteros. Existem muitos homossexuais que discordam de Jean Wyllys (links abaixo) pois pensam diferente deste BBB sociopata. Jean Wyllys militante talebam demonstra-se muito longe de pessoas como Clodovil no quesito respeito e educação.

Como todo bom amante da revolução, ele se defende dizendo que “defende o povo” e que nasceu do meio deste quando defende uma parcela dele pequena, que é humilde mas ofende quem discorda dele arrogantemente, que é comum mas gosta de luxos e foi criado por um programa vulgar e nojento (BBB). Ele pode defender algumas idéias que ele enxerga como “modernas” assim como a professora e pesquisadora universitária que queria ser atriz pornô e que prega que crianças tenham a sua sexualidade estimulada. Em uma terra aonde pedofilia ainda é perigo, turismo sexual existe e funk é cultura que não podem ser questionados por “preconceito contra a arte”, podemos imaginar o perigo de tais escolhas no futuro em uma onda de caos social que o governo adora (votos). Jean faz  parte dos marxistas culturais que existem em bando nas nossas universidades estilo “tudo é liberado, vamos revolucionar e ser contra o sistema”. Tais “professores” que deveriam pesquisar tecnologia para deixarmos de pagar por esta vinda do exterior, preocupam-se mais com causas nobres “picuinhas marxistas” que com algo que gere um Brasil inovador. Falta de prioridades marxistas estilo odeio o capitalismo mas quero um I-phone e viajar para os EUA.

O caro “historiador” e ignorante Jean Wyllys que taxou o povo deste adjetivo deveria conter um pouco o ardor por pelas suas causas militantes estilo Che/ Cuba / comunismo /afins e estudar um pouco de história, matéria na qual se diz professor  e talvez explique a mentalidade dos nosso alunos no Brasil sem serem competitivos com muitos outros estudantes pelo mundo. E o caro Jean Wyllys deveria estudar sobre a homossexualidade como ironia do destino. 

Na União Soviética, da década de 1930 até 1992, ser homossexual era considerado um CRIME vergonhoso, um ato contra-revolucionário. Milhares de gays foram mortos em campos de concentração na Sibéria; lá, onde no inverno a temperatura chega a 40 graus abaixo de zero, eles realizavam trabalhos forçados. Se Jean tivesse nascido nesta terra, hoje provavelmente estaria morto (1).

Na China, desde o estabelecimento do governo socialista até meados da década de 1980, os acusados de práticas homossexuais eram condenados a penas severas, como a castração ou a pena de morte. Se Jean tivesse nascido nesta terra, hoje provavelmente estaria morto (2).

O senhor Jean Wyllys, filiado a um partido socialista, é fã de Che Guevara. Ele parece não saber que Che, junto com Fidel, foi responsável pela abertura dos campos de concentração para onde eram enviados os gays cubanos, de 1960 a 1970. E, até 1993, os portadores de HIV da ilha, em sua maioria homossexuais, eram capturados e detidos nestes mesmos campos. Se Jean tivesse nascido nestar terra, hoje provavelmente estaria morto (3). Jean, muito bonita a sua foto caracterizado de Che Guevera, o revolucionário homofóbico. Muito coerente.

Quem quiser saber mais sobre como o regime comunista cubano trata os gays, basta consultar o site do Grupo Gay da Bahia – GGB:

“Data de 1971 a infeliz resolução do Primeiro Congresso Nacional de Educação e Cultura de Cuba onde se decretou que ‘os desvios homossexuais representam uma patologia anti-social, não admitindo de forma alguma suas manifestações, nem sua propagação, estabelecendo como medidas preventivas o afastamento de reconhecidos homossexuais artistas e intelectuais do convívio com a juventude, impedindo gays, lésbicas e travestis de representarem artisticamente Cuba em festivais no exterior.’ (…).

“Em 1959 ao tomar o poder em Cuba, Fidel declarou que ‘um homossexual não pode ser um revolucionário’. Em 1965 Fidel e Che Guevara criam as Unidades Militares de Ajuda à Produção, acampamentos de trabalho agrícola em regime militar, com cercas de 4 metros de arame farpado, onde os homossexuais e outros ‘marginais’ realizavam trabalho forçado nos canaviais, com até 16 horas de trabalho forçado (…)”.
“Em 1980, segundo informes oficiais, 1700 ‘homossexuais incorrigíveis’ de Cuba foram deportados para os Estados Unidos (…).
“Consta que o próprio Guevara, ao encontrar na Biblioteca da Embaixada Cubana em Argel, a obra Teatro Completo de Virgilio Piñera, homossexual assumido, jogou o livro na parede, dizendo: ‘como vocês têm na nossa embaixada o livro de um pajaro maricon!’ o sinônimo cubano para veado.” (3)A história e os fatos demonstram que o senhor Jean Wyllys e os demais gays e lésbicas do Brasil devem dar graças a Deus por terem nascido em um país com leis ocidentais civilizadas e que vive longe de um regime extremista. Isso que eles chamam de “Ocidente opressor”e tem tanta raiva é ainda melhor que lugares que o ignorante deputado faz pose ao defender baseado no marxismo cultural cego e extremita que o impede de pensar.
Leia mais no blog GAYS DE DIREITA clicando aqui.

Tais papagaios que falam frases sem pensar frequentam universidades mas demonstram-se analfabetos e chamam quem discorda de “reaça” por ser contra revolução. Esquecem que pessoas que eles idolatram hoje por terem “revolucionado” o sistema  tornaram-se ditadores totalitários e verdadeiros reaças que hoje mataria o nobre deputado historiador. Exemplo comum deste reaças: Fidel. Outros que “revolucionaram” o mundo como Che, Mao e tantos outros estupravam, matavam mulheres, homossexuais, crianças e assim vai. Que revolução boa, né?

Mas porque isso ainda é moda no Brasil, mesmo sendo absurdamente um monte de incoerência e hipocrisia vindo de quem prega ser falsamente exemplar e libertar?

Complexo de explicar. Talvez um forte problema de identidade cultural do brasileiro como pessoa>simpatia pelo coitadismo e que renega a meritocracia, vendo quem tem sucesso pelos méritos como opressor>revolta e ignorância sobre a própria história (enxerga o regime militar como o mal negando a intenção dos revolucionários de implementar uma nova ditadura estilo Cuba>moda de negar bons valores e objetividade>propaganda de ser contra QUALQUER sistema e querer revolucionar> e tudo se repete novamente.

Avisando que existe uma grande diferença entre um homossexual (que ser respeitado pelas suas escolhas) e um homoativista (que tem outros interesses) taleban como o ignorante e intolerante Jean Wyllys, que além de ter aparecido em um reallity show vulgar de uma emissora “do sistema” demonstra uma boa falta de conhecimento sobre assuntos pelo qual diz lutar e defender.

Estude um pouco deputado. O senhor anda precisando.

https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=j-vI7xsUUgs#!

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    • Como nada o que vejo aqui é um viado depravado trajando de che guevara, isto é crime de apologia ao comunismo.
      Comunistas tem ser fuzilado.

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