Suzanne Venker: “O feminismo é a pior coisa que já aconteceu às mulheres”

Padrão
 
O livro de Suzanne Venker com o título de “The Flipside of Feminism” enumera alguns dados que demonstram o quão prejudicial o feminismo é para as mulheres.
 

PONTOS PRINCIPAIS:

  • 1) O feminismo não emancipou a mulher. Na verdade, o feminismo prejudicou a mulher ao colocá-lo numa prisão de pensamento negativo e ao promover um beco sem saída de promiscuidade.

     

  • 3) As mulheres não devem tudo às feministas. O feminismo não conferiu às mulheres o direito de votar ou de ir para a universidade. Estes direitos já existiam ANTES da “Segunda Vaga Feminista” dos anos 60.
  • 6) As mulheres deveriam ignorar as prescrições feministas institucionalizadas que desvalorizam a maternidade e o casamento. Elas deveriam organizar as suas vidas de modo a que coloquem a família como a experiência mais importante e significativa das suas vidas.
  • 7) O feminismo é um movimento acabado nos EUA.

**Retirado do blog marxismo cultural.

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    • Você está confundindo Feminismo com Femismo. O feminismo não prega a supremacia do sexo feminino, mas, sim, a igualdade e direitos entre os sexos. O feminismo não diz que a mulher não deve colocar a família e o casamento em primeiro lugar. Ele diz que a mulher deve ter o direito de fazer isso ou não.

      • Isso é o que o feminismo quer nos fazer acreditar, Bruno! Se você começar a ler os livros das líderes do feminismo atual, vc vai perceber que elas pregam que o homem deve ser desprezado e que todas as mulheres deveriam ser lésbicas. Se todas as idéias do FEMINISMO atual fossem colocadas em pratica, o homem se tornaria em escória e as mulheres dominariam o mundo. Eu também achava que as feministas pregavam igualdade e era ferrenha defensora disso. E não só disso mas de outras idéias de esquerda, que hoje vejo serem vendidas para o povo como algo benéfico. A propaganda é uma, a realidade é outra!

      • Voce esta errado.

        “Dona de casa são sem sentido… não são pessoas. O trabalho doméstico é particularmente adequado para as capacidades de meninas débeis mentais. Ele aprisiona o desenvolvimento a um nível infantil, falta de identidade pessoal com um núcleo inevitavelmente fraco de si mesma …. Donas de casa estão em um perigo tão grande como os milhões que andaram a sua própria morte nos campos de concentração. As condições que destruíram a identidade humana de tantos prisioneiros não eram a tortura e a brutalidade, mas as condições semelhantes às que destroem a identidade da dona de casa americana. “~ Betty Friedan, The Feminine Mystique, 1963.

        “Dona de casa são criaturas dependentes que ainda são crianças … parasitas.” ~ Gloria Steinem: “O que seria como se as mulheres vencessem” .Time, 31 de agosto de 1970.

        “Um parasita sugando a força viva de um outro organismo … o trabalho [ da dona de casa] não visa a criação de qualquer coisa durável …. Trabalho da mulher dentro de casa não [é] diretamente útil à sociedade, não produz nada. [A dona de casa] está subordinada, é secundária, é parasitária. É para o seu bem-estar comum de que a situação deve ser alterada, proibindo o casamento como uma “carreira” para a mulher. “~ Simone de Beauvoir, O Segundo Sexo, de 1949.

        “Enquanto a família e o mito da família e do mito da maternidade e do instinto maternal não são destruídas, as mulheres ainda serão oprimidos …. Nenhuma mulher deve ser autorizada a ficar em casa e criar os filhos. A sociedade deve ser totalmente diferente. As mulheres não devem ter essa escolha, precisamente porque se existe uma escolha, muitas mulheres vão fazer isso. É uma maneira de forçar as mulheres em uma determinada direção. “~ Simone de Beauvoir,” Sexo, Sociedade, eo Dilema Feminino, “Saturday Review, 14 de junho de 1975.

        “As donas de casa são uma interminável série de filhas sanguessugas gritando “Dá! Dá!”— uma parasita que só devora, quando ela deveria alimentar, e alguém que tem a tem as mesmas aspirações que um Porquinho da Índia tem.~ Charlotte Perkins Gilman, Mulheres e Economia: Um Estudo das relações económicas entre homens e mulheres como um fator de. evolução social, 1898.

        “A dona de casa é uma ninguém, e [ ser doméstica] é um beco sem saída. O trabalho doméstico pode realmente ter um efeito de deterioração em sua mente … deixando-a incapaz de concentração prolongada em qualquer tarefa única. [Ela, a dona de casa] chega a parecer estúpida, bem como maçante. Ser uma dona de casa faz com as mulheres doentes. “~ Socióloga Jessie Bernard em O Futuro do Casamento, de 1982.”

  1. Só discordo do tópico 5, ele é questionável. Ninguém é obrigado a casar. É algo que deve acontecer naturalmente, caso a pessoa encontre alguém que valha a pena dividir sua vida para sempre. Casar por casar, por que alguém determinou isso, é furada. O casamento é importante quando a pessoa conhece alguém, ama-o, o sentimento é recíproco e vale a pena investir na relação. Caso contrário, a pessoa não deve desesperar-se para casar por que alguém acha que isso deve ser o centro da preocupação das pessoas. Nossa existência abrange algo muito maior.

  2. o casamento é feito para as pessoas que não são chamadas para se absterem de vida sexual…
    Paulo deixa mto claro que é melhor casar do que viver abrasado.
    Se não for pra casar, ñ se deve nem mesmo pensar em namorar

  3. No fundo, o feminismo colocou a mulher na mesma corrida de ratos profissional em que os homens já estavam. Qualquer mulher tem o direito de fazer essa opção, mas essa +e uma opção tão válida como outra qualquer e respeitar isso é que é, verdadeiramente, a libertação da mulher. “Penso eu de que”, com dizia o outro…

  4. 1- Sim, as mulheres consideradas emancipadas são, na maioria, as que não dependem do marido, e colocam sua vide e felicidade pessoal na frente, se essa felicidade significar cuidar da família, é isso que ela deve fazer. O Feminismo só mostra que existe, sim, outras opções além de viver para seu homem.

    2- Sou feminista, não sou extremista nem nada, mas ainda assim acredito no feminismo, e tenho varias amigas feministas e somos muito felizes, mesmo! Eu não conheço os números desses estudos ou as fontes, então não posso contestar esse item completamente, mas ainda posso duvidar dele.

    3 e 4( não tenho conhecimento histórico e sociológico suficiente para contestar esses itens)

    5 e 6- A família e o casamento não são necessariamente o principal fator da vida de uma mulher, o feminismo, como já disse antes, não impede mulheres de se casarem, cuidarem de sua família e serem extremamente felizes; apenas mostra que está tudo bem não querer isso e que as pessoas podem procurar outros modos de vida, se isso as fizer feliz. Dizer que a família é o centro e a melhor coisa que uma mulher pode jamais querer é, em minha opinião, ridículo. Sério. Mesmo. Ai.

    7- Isso é mesmo um argumento? Ok, é um argumento: A maior potência mundial tem o feminismo como movimento acabado. Acontece que o EUA também é um dos países mais conservadores na existência, além de serem extremamente capitalistas, então é normal que o feminismo não seja muito forte lá, isso não quer dizer que outras nações devam acabar com o movimento. Mas eu duvido que não exista nenhum grupo feminista em um país tão grande e diversificado. Gostaria também de adicionar que o Estados Unidos é um dos países, senão o mais, racista; então deveríamos seguir seu exemplo? Esse certamente foi o item mais fraco.

  5. Essas feministas extremistas são umas loucas, não querem direitos iguais, querem ser homens.
    são mais estúpidas e ignorantes do que as donas de casa que citam.

  6. que as feministas estão cada vez mais insanas é verdade mas discordo do item 5 sobre a tendência natural da mulher de adorar casamento e maternidade,isso é mentira,todo o ser humano é diferente,existem sim mullheres que sonham com filhos e casamento e outras não,eu sou uma delas, não tenho e nunca tive a minima vontade de casar e ser mãe.

  7. Eu era contra o feminismo, na vedade detestava, porque adorava que os homens me service, abrissem a porta do carro para mim, pagasse a contra do restaurante, ou seja, os valores antigos, dondoquismo e cavaleirismo. Até o dia em que um antifeminista me falou que toda mulher nasceu para ser fraca, se ela tentar ser forte, está querendo imitar o homem. Depois dessa, larquei, passei a negar a cortesia masculina e sou independente, agora me chamam de dondoca e opressora de homens kkkk vai entender né.

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