Alienação parental é crime: A criança não deve pagar pela escolha,revolta ou amargura do pai ou da mãe

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Usando de imparcialidade muitas vezes podemos perceber mães e pais que depois de se separarem jogam  a criança ou adolescente contra o ex-marido ou ex-esposa. Novamente sendo imparciais, infelizmente aqui podemos perceber uma grande parte de mulheres neste grupo. A criança vira objeto de barganha, mercadoria, algo que é usado para se vingar, para punir, etc. Muitas vezes o genitor que tem  a guarda manipula a criança e/ou impede ela de ver o ex-marido ou ex-esposa. Outras vezes fazem vitimismo na frente dos magistrados. Outras vezes usam de violência psicológica e emocional. E em muitos casos, usam de tudo isso.

Conforme a lei, é alienação realizar campanha de desqualificação contra o pai ou a mãe; dificultar o exercício da autoridade parental; atrapalhar o contato dos filhos com genitor; criar empecilhos para a convivência familiar; omitir deliberadamente ao genitor informações relevantes sobre a criança ou adolescente, inclusive escolares, médicas e alterações de endereço; apresentar falsa denúncia contra genitor; ou mudar o domicílio para local distante visando dificultar a convivência dos menores com o outro genitor, com familiares ou com avós.

Por outro lado, o estado brasileiro quer isso. Claro. O Brasil é uma nação marxista cultural cujo povo é cobaia de engenharia social faz anos. Toda a cartilha marxista cultural é seguida com leis absurdas (PresidentA), lei disso, projeto daquilo. Pense, note ao seu redor. Sabemos que o foco do marxismo cultural é mudar a sociedade e para isso os marxistas como feministas e outros grupos querem destruir a estrtutura familiar (vista como antiga). Logo, alienar crianças é bom para estes movimentos com suas teorias “modernas”. Enquanto isso para leis realmente importantes, no principal, no grosso, nada muda.

Sorte que algumas pessoas sabem disso. Homens e mulheres que ainda questionam este “mundo melhor” com leis absurdas, prioridades tortas e valores invertidos.

Lembramos:

1- A criança não deve pagar pela sua amargura, dor ou raiva nem ser cobaia de movimentos marxistas culturais que fazem engenharia social (feminismo);

2-A criança não é objeto, mercadoria ou barganha;

3-Evitar um pai ou mãe violentos é uma coisa bem diferente de manipular a criança, manipular a lei ou criar mentiras  de terceiros;

4- Todo mundo tem direito a ter um pai ou mãe. Impedir a criança de ter isso é uma crueldade absurda e crime.

5-A criança não deve pagar pelas suas escolhas;

6-Em casais separados pai e mãe podem não se relacionarem bem mas isso não quer dizer que a criança não possa se relacionar bem com um dos dois ou ambos.

7-Feministas e simpatizantes adoram usar a sua amargura e revolta com crianças. Denunciamos aqui no passado como elas fazem de crianças cobaias para suas teses loucas sobre igualdade. O trauma que sofrerem querem repassar aos seus filhos/as.

Manipular criança ou adolescente contra seu genitor/a é crime e gera punição.

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  1. Não sabem o quanto eu fico TRISTE ao ver que eu li. Uma coisa ABSURDA, essa história de ALIENAÇÃO PARENTAL. Desde que criaram aquela LEI DA SEPARAÇÃO, NEM SEQUER LEMBRARAM DOS FILHOS. Por mim, o FEMINISMO é MAIS UM cenário de DESTRUIÇÃO, até familiar. É difícil explicar por quê? Uma pena ver essas cenas assim: horríveis. Este texto falou muito bem.

    • Não tente se fingir de desentendida, Anna. A igualdade feminista sempre foi da boca para fora e provamos com frases das gurus feministas. Nunca inocentamos homens ou pais mal intencionados deste ato. Leia o texto novamente. Afirmamos assim como outras pessoas (homens e mulheres) afirmam que o feminismo usa de vitimismo e prega o poder/direitos mais para um lado que o outro. E isso muitas vezes de modo perigosamente pensado. Isso gera injustiças absurdas. Quem sofre com isso? Inocentes, do caso aqui citado, crianças.

      Ou vc nega que muitas mulheres mal intencionadas levam a guarda da criança e usam isso como barganha tendo as leis e feministas que suportam isso tudo??

    • Essa lei consta como crime tanto para o pai quanto para a mãe que impedem seus filhos do contato com os seus genitores. Vc não leu ou não entendeu corretamente o texto em questão. Leia novamente, ok!

    • Verdade Ana, poi procuro ter um bom relacionamento com o meu ex e sua família e evito constantemente assuntos desnecessários ao meu filho para protegê-lo, mas é inútil, pois a família dele sempre me deprecia na frente dele…chegam a dizer que eu sou ruim…falam mal da minha família e do meu lugar onde nasci…etc. Sinceramente procurar a justiça para defender meu filho destes absurdos e pedir que o pai dele procure ajuda psicológica,no mínimo é o que eu posso fazer!!!

  2. Eu estou passando por esta situação a quatorze anos! Poxa! É muito doloroso .
    Como eu posso reverter essa situaçao a meu favor??

  3. Estas feministas, não tem nem coragem de vir aqui postar alguns de seus argumentos maquiavélicos…excelente post…mas pode esperar uma hiena vindo aqui com discurso de ódio, elas sentem o cheiro de longe, querem atacar as mulheres que pensam diferente delas…mal sabem que a fome de poder delas será sua própria autodestruição!

  4. Gente, não acho legal a conduta dos pais que jogam com o sentimento das crianças, isto porque sou exemplo de uma situação de alienação parental proporcionada por minha ex-companheira, acontece que sou advogado e como a escolinha onde o meu filho estuda precisou dos meus préstimos como profissional, tendo me dirigido para tal local para atendê-los, quando em meio a situação perguntei aos direitores e professores se haveria algum problema em dar um beijo em meu filho, pois estava saudoso uma vez que me encontro separado de minha ex-companheira quase 03 (três) meses, quando recebi resposta afirmativa que tal gesto em nada prejudicaria o infante, sendo que beijei e abracei o garoto que ficou muito contente em ter se encontrado comigo, perguntando, inclusive, quando iria pegá-lo para passearmos. Quando a ex-companheira tomou conhecimento chegou a destratar os direitores e professores da escolinha, ameaçando-os, já que detinha a guarda do infante, bem como alegou que tal evento interferiria no comportamento educacional do infante, afirmando ainda que pratiquei alienação parental face a jogar o menino contra ela, ao que aqueles profissionais retrucaram que presenciaram o meu encontro com o menino, que sequer tive tempo necessário para vê-lo, por isso me revolto com estas leis que protegem a mulher mais do que devia, por causa de uns e homens violentos, que não podemos nós, homens sóbrios sofrer as vicissitudes das pessoas desequilibradas

  5. Nossa essa tal de Ana não sabe ler a matéria? Estou com Mauricio Martins não sou advogado e sei como ele se sente, já passei por semelhança.
    E se muitos pais que se sentem assim fizessem alguma coisa isso mudaria não as leis mas a forma de pensar de muitos juízes, que dão valor a mãe.

  6. O bom de ser advogado com vasta experiência é que, com o passar dos anos, a técnica da retórica aprimora-se. Inclusive, o convencimento a terceiros torna-se cada dia mais fácil, facilitando inclusive a atuação profissional.
    Todavia, o dito injustiçado Sr. Maurício Martins Dias, objetivando trazer para si pessoas que realmente sofrem a alienação parental, deixou de mencionar que, quando da nossa separação, sempre ficou muito clara a condição de genitor, tanto que, até meados do início do mês de setembro/2013, as visitas eram realizadas regularmente. Contudo, quando questionado acerca da ajuda financeira que o menor necessita, este simplesmente pediu que eu procurasse os meus direitos.
    Mesmo sendo advogado experiente, equivocou-se ao proferir frase tão absurda, pois como ele sabe, sou apenas representante do menor, de modo que, busco apenas e tão somente os direitos de NOSSO FILHO. Ademais, ele esqueceu de mencionar que a guarda provisória foi deferida a mim, em razão de uma fuga empenhada por ele, sem qualquer justificativa, de modo que, busquei judicialmente a devolução da criança que de forma abrupta, teve uma ruptura em sua rotina (ir para escola/voltar para casa/ etc).
    Apenas para concluir, o nobre advogado posiciona-se como injustiçado, mas também deixou de mencionar que há 2 meses e meio deixou de visitar a criança, por medo de ser citado em ação de alimentos. Inclusive, em razão das tentativas de citação, ele passou a frequentar a escola para ter acesso à criança, e sim, isso interferia na rotina, uma vez que ele queria levar a criança diretamente, mas não se dava ao trabalho NEM DE VERIFICAR A QUESTÃO DO UNIFORME, LANCHE, ETC; DE MODO QUE FALEI QUE AS RETIRADAS DEVERIAM OCORRER ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE NA RESIDÊNCIA E QUE A ESCOLA NÃO ERA LOCAL ADEQUADO PARA VISITAS, POIS O “INJUSTIÇADO” FALAVA PARA A CRIANÇA QUE EU NÃO DEIXAVA ELE O LEVAR. Além do mais, a respeito do questionamento do garoto em relação a quando o pai o pegaria pra passear, eu mesma concordo que deve ter ocorrido, já que, como dito, o pai não o visita a mais de dois meses, e mesmo quando das visitas que ocorriam no ambiente escolar, essas, eram restritas a tal ambiente, tendo em vista que eu não tinha como tomar prévio conhecimento, o que, na concepção do Sr. Maurício, dificultaria a minha possibilidade de promover a citação do mesmo no processo de alimentos.
    E, este nobre cidadão que colacionou o seu emocionante depoimento acima, esqueceu-se do mais importante, enquanto o mesmo procura a defesa dos direitos dos homens sóbrios, se esquece que não há lei que superproteja tanto a mulher, a ponto de dar a devida autoridade para que a mesma proíba a convivência entre pai e filho (s), ainda mais se tratando de homem com reputação ilibada, como o Sr. Maurício. Como é possível notar, no caso apresentado, não é uma questão de ampliar ou restringir o acesso do pai ao filho, a questão aqui é o interesse efetivo do pai na vida do filho, que, sequer tem acompanhado o desenvolvimento escolar do garoto.

    Agora pergunto, em que parte se enquadra a alienação parental?

    No aguardo de manifestações.

    • Vixi… mas que virada de mesa.

      Eu também sou divorciado e senti em muitas oportunidades que fui vítima deste assunto, entretanto, mesmo sabendo que a ex-companheira poderia estar utilizando deste artifício para me tirar dinheiro, em momento algum deixei meus filhos na mão. Foram inúmeras as oportunidades em que senti meus filhos diferentes, como que se vítimas de lavagens cerebrais mas ainda assim procurei manter minha posição. Nunca desisti e nunca desistirei deles. Não tenho boa relação com minha ex-mulher e nem quero ter haja vista tudo que já me aconteceu, mas jamais daria as costas para meus filhos. Ex-mulher existem aos montes, mas ex-filhos….

  7. A MINHA EX ESPOSA FEZ ISSO COMIGO E HOJE A MINHA FILHA TEM MAIS DE 20 ANOS E ME DETESTA, TENTO DE TODA FORMA APROXIMAÇÃO COM A MESMO NÃO TENHO ÊXITO.

  8. Eu como pai estou passando por isso ….a mae levou minha filha com apenas tres anos pra muito longe ….e esta alienando a cabeca da minha filha ……dificulta o acesso …a comunicacao …com a menina …..quandi ligo nao me conta nada …..dis que eu tenho que perguntar …mas pergunto da menina e espero ela contar e ela diz ta bem ….mais nada …..cumpro com minhas obrigacoes mas ela nao cumpre com as dela ……nao sei onde buscar forca ….pois ela esta em outro estado …e eu estou lutando na justica pela defencoria publica …mas nao veho resulta …..e isso ja faz mas de um ano sem ver minha filhar ….nem minha pode vela ….as ferias desse fim de ano a mae nao quis trazer a menina que era ferias da mae tambem …..falou que nao ia trazer que era obrigacao minha ir la …e deixar meu trabalho …..absurdo …me ajudem por favor …..

  9. Eu conheço um caso de alienação parental. Se eu contar aqui dá uma novela mexicana. Mas resumindo: eles se separaram, e ela o acusou de estupro contra a filha de 4 anos para puni-lo proibindo de ver a filha.por ele não ter voltado com ela, ele foi absolvido em 1º e 2º instancia ” por inexistência do fato” as testemunhas dela eram a mãe e 2 tias. Hoje ela após ter procurado ele para pedir desculpas e mostrar as filhas. Ela fez uma lista com vários itens para que ele se submetesse, o que ele não aceitou. Ela mudou de idéia de novo,alterou numero de telefone, e cessou o contato dele com as filhas.Hoje ela que é professora, cursa direito, é aposentada pelo inss ha 10 anos por doenças psicológicas, e quer provar que é esquizofrênica para ser aposentada por invalidez, já recebe quase 5 mil reais por mês (inss+pensão gorda), continua a tentar provar que ele omitiu bens na partilha, e ronda a residencia e o trabalho dele e da atual esposa para observar e tentar tirar a paz. Minha pergunta é, ela procurou ele antes de sair a 2º estancia, as fotos comprovam a paz reinando, pelo menos aparentemente. Enfim, ela não se dá por vencida. Não esquece ele, não foca na vida dela. Pela falsa comunicação de crime dela e das testemunhas, a que tipo de crime podem responder ? Qual a pena minima? No caso do Inss o que pode acontecer se ela for denunciada com provas de que ela é apta para trabalhar e que frauda o sistema? No caso de ser provado alienação pariental por parte dela, o que pode acontecer?

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