Porque odiar o funk carioca: mulher nua no palco, desculpas e relativismos marxistas culturais.

Padrão
Diapositiva1

O que aconteceu?

Durante um show de funk carioca (sem sermos politicamente corretas, um lixo musical que muito difere do excelente funk original) uma garota sobe no palco de um tal de Mc Magrinho, em trajes mega curtos. O lixo musical começa a tocar, com suas letras absurdas, vulgares e nojentas. Todo mundo no local parece amar estas coisas, homens ou mulheres.  Muitas garotas simulam movimentos sexuais e gritam as letras felizes como se isso fosse liberdade e dançam com rapazes metidos a pegadores que também simulam fazerem sexo. Uma garota sobe ao palco e começa a se esfregar em uma dança quase ato sexual com os dançarinos. Ela veste somente uma calcinha amarela estilo fio dental.

A dupla de dançarinos alternam passos de “dança” que simulam atos sexuais e passam a mão nela . Ela somente de calcinha continua dançando sem reclamar. Um dos dançarinos a pega no colo simulando sexo em pé e tenta tirar a calcinha dela. Ela resiste um pouco mas como era de se esperar pelo tamanho da calcinha e com aquela partner, esta estoura na parte lateral. Ela fica de pé e tenta arrumar. Os dois dançarinos com que ela dançava puxam a calcinha dela para baixo e a deixam nua. Ela sorrri ao ficar completamente nua na frente de todos enquanto o  lixo musicial continua a tocar. O climax do show. Pura obra de arte (ironia).

Os dançarinos falaram que isso é um show normal. Normal? Aqui no Brasil tudo é normal, matar é normal, roubar é normal, estuprar é normal. Vulgaridade? Normal. A pessoa tem que ser muito corajosa para dizer que isso é errado, absurdo. E deve se preparar para escutar que ela ela é “moralista, reaça, tradicional, antiquada, etc”. Ser contra isso é quase crime. Nossos exemplo de mulheres modernas hoje são prostitutas, mulheres “modernas” solteiras que se envolvem com caras com jeito de traficante. Ambos não pregam valores ou algo bom. Quanto mais baixaria melhor e isso hoje é ser normal, moderno. Puro marxismo cultural feminista.

Claro, do jeito que andam as coisas isso aqui está virando terra de ninguém. Inclusive o tal funk carioca é patrimônio cultural do Rio de Janeiro. Sim, este lixo musical que prega descaradamente promiscuidade, vulgaridade, baixaria, pornografia, faz apologia ao crime e ao uso de drogas é moda com inclusive programas populares da nossa TV dizendo que funk ” é legal, coisa moderna e cultura tradicional aqui do Brasil”. A Globo ama o funk e ser bandido hoje ou mulher de traficante é charme. Se alguma pessoa discorda é chamada de preconceituosa ou que detesta a verdadeira cara do povo do Brasil. E o que o mundo pensa do Brasil? E da mulher brasileira? Somos os palhaços com a simpatia de tudos maos o respeito de ninguém.

Mas e quem detesta o funk de qualquer modo ou os seus seguidores e seguidoras? Quem detesta é taxada/o de preconceituosa/o, antiquada, moralista, tradicional, conservadora, antibrasileira e tudo o mais. Lembram das estratégias do marxismo cultural? Elas surgem aqui.

Absurdos como este passam longe da tradicional dicotomia mulher x homem que feministas amam. Isto vai muito além disso. O foco principal deveria ser valores, responsabilidade, escolhas, certo x errado. Mas o que dizem as feministas?

A ministra da “cultura” Marta Suplicy diz que “funk é cultura”. Mas outras coisas bem menos chocantes não são segundo ela. Feministas adoram apoiar funkeiras que cantam absurdos e usam de relativismo moral para isso. Outras dizem que isso é somente “maiores de idade fazendo o que querem, nada demais” pois o corpo “é deles e ninguém pode julgar”.

Outras culpam os dançarinos que realmente são culpados mas tiram a responsabilidade da garota (também culpada) que subiu no palco quase nua porque quis e que se esfregava com homens de tipo duvidoso também porque quis. Fora que são estas mesmas pessoas (mulheres e homens) que ficam felizes com as letras absurdas do funk. Pagam para ir a eventos deste tipo e sempre justificam isso com a liberdade de escolha. Certeza absoluta: Escolher o lado errado e chorar depois pelo leite derramado.

É incrível como vivemos em um mundo de valores invertidos: uma mulher sendo usada como objeto e crendo que isso seja o ápice de sua liberdade. E tudo isso com o apoio das feministas. As covardes feministas relativistas morais e marxistas culturais.

Novamente tudo isso é relativizado e novamente surgem as estratégias do marxismo cultural. Culpem o sistema, o opressor homem branco, a moralidade, as mulheres de bem e os homens de bem que não os entendem e nem entendem o funk com suas letras “inocentes”. Uns e umas ainda se escondem no vitimismo de “oprimidos e oprimidas” por serem mulheres, negros, brancos, isso ou aquilo. Fugir da responsabilidade é tudo nestas horas.

O Rio, que dizem ser a cara do Brasil no exterior vai se tranformar a qualquer momento em sodoma e gomorra. Tudo que é errado é defendido por político corrupto, canal de TV popular que prega absurdos como “normal e moderno”. Tudo parece ser aceito sem ninguém questionar. O respeito humano acabou. Se funk for cultura as meninas menores de idade (muitas crianças) sem limites que frequentam o baile de hoje serão as prostitutas do futuro. Os garotos irão ser pais e as meninas mães precoces que aumentam o caos social. Tudo isso pela covardia politicamente correta de discordar ou patrulheiros relativistas morais que taxam, julgam, ofendem quem segue o senso comum com um pouco de objetividade. Chegamos no patamar aonde qualquer palavrão vira música e cultura e ninguém pode discordar.

»

  1. Quando comecei a ler o artigo, pensei que estaria totalmente de acordo com o ponto de vista do autor. Mas quando vi que este generaliza, desconsidera o funk como movimento artístico e cultural, vi que ele se perdeu completamente em sua argumentação. É claro que devemos combater excessos e todo tipo de preconceito, e inversão de valores (concordo que isto esteja muito presente no funk atual). Mas também é interessante notar que opiniões tão radicais como a do autor também chegam a ser preconceituosas e por isso, perdem seu valor.

    • João Lucas.Meu irmão… me desculpa mas num fim de semana as 3 da tarde Regina Casé lambendo o dedo e encostando na bunda pra fazer chiadinho é demais!!!
      Estão sexualizando as crianças, ao mesmo tempo que retiram a infância dela, colocando pra elas situações e energias que nem mesmo adultos conseguem trabalhar dentro de si de forma equilibrada. É assustador. Ainda colocam como uma manifestação da cultura. Não deixa de ser, mas o consumismo por exemplo também é e nem por isso deve ser engrandecido, mas sim repensado. Ou deve-se aceitar o canibalismo antropofágico por ser uma manifestação de alguma cultura? Ou as burcas das mulheres afegãs? A cultura de guerra Norte Americana que arma e piscopatiza seu povo? Vamos aceitar????
      Penso que uma cultura é positiva quando te conduz pra algo que preste. E penso que ela (a autora) tá certa… não tem papinho que dure meu irmão. Será que tudo pode só por ser arte ( e tchê!!!!! vamo combina… Arte???) E falá meu irmão, até papagaio fala e o Brasil é terra do papagaio.
      Valorizemos manifestações da cultura que engrandece um povo, que alimenta as mentes conduzindo para algo que gere respeito a si mesmo e a quem chega.
      Não é moralismo!!! O funk desqualifica, diminui e emburrece qualquer pessoa. Cuidemos bem de nossos filhos, tentando mostrar que essa diarréia mental enriquece somente os bolsos daqueles que se utilizam da força sexual, de uma forma negativa. Que o Funk é um ritimo pobre, de melodia pobre, de poesia pobre. E não conduz tua mente de forma a pensar estou discriminando o pobre,. O Funk é um estupro à infância. É a reafirmação daquilo que tem de pior, não só nas favelas, mas em todo ser humano. Não podemos aceitar isso com naturalidade.
      Se tu souber de algum funk que não seja Melvin Parker, James Brown, Toni Bizarro, Ed Motta, Paulo Diniz, que me acrescente algo tu me fala… E não te esquece que Sabotage é da favela e nem por isso falo merda pra leva sua idéia.
      Não assiti esse video porque quero tentar manter meu coração limpo da raiva… eu entendo ela( a autora)
      Os antropólogos podem definir como quiser esse churrio, pois sempre vai ter um universitário num universo-otário defendendo idéias enquanto reparam os fios soltos de seu dread e políticos querendo votos desqualificados de pessoas influenciadas por um patrimonio cultural desqualificado.
      Acorda !!! Retórica nunca fez ninguém enxergar a realidade…

  2. Se as mulheres se recusassem a ouvir, dançar, cantar e frequentar essa baixaria, ela acabaria em poucos meses. Basta elas ouvirem esse lixo que começam a rebolar. E elas querem dominar o mundo… cantando e dançando um lixo que faz apologia de violência e de baixarias sexuais, principalmente contra elas. É demais!

  3. Funk carioca é lixo sim senhor não é cultura P$&&@ nenhuma!! E quem discordar deveria tomar vergonha na cara e ouvir música que preste!! Não gosto de lixo de música imoral que só fala de putaria, incentiva o crime e denigre as mulheres!! Estou de acordo com o autor e quem ouve essa J$!!@ deveria se F#D&R!! Rock, Sertanejo, Axé, Pagode, Hip Hop, Rap, Reggae, Música Clássica, Electro Music e o Funk Americano(idealizado por grandes personalidades como James Brown e até mesmo os brasileiros Tim Maia, Ed Motta, Gerson King Combo e a Banda Black Rio) são músicas de verdade comparados a esse lixo sonoro chamado funk carioca. Funk Melody até que vale a pena ouvir, mas funk carioca é a escória da Música Popular Brasileira.

  4. Aposto que nesse tipo de baile é aonde que muitos contrai o virus da aids!Mas ninguem sabe que tem mas depois que a pessoa faz os exames que descobri o que tem, fica pensando como isso aconteceu?! gente pense nisso vcs que fazem isso nos baile funks vão fazer o exames de HIV!

  5. engraçado: a mulher dança, rebola, “empina” e tudo mais… ai, quando o cara diz pra ela “sua puta!” ela se sente ofendida… mas PQP, que raios elas querem q homens pensem delas?? que elas são santas e merecem família e lar? OREMOS# porque eu morro e não vejo tudo.

  6. Sobre esse tema que no blog feminista da lola estavam debatendo. Aqueles que comentamos que o funk é vulgar, que a tal Valesca popozuda é vulgar (agora parece que é bandeira do feminismo, que vergonha!) pois fomos taxados de machistas, esnobes, classe media metida a sebo, etc.
    Patético.
    Eu considerava o feminismo como a luta pela igualdade de direitos e deveres entre homens e mulheres. Agradecia ao feminismo porque graças a ele eu nao preciso pedir permissão a ninguém para poder viajar, estudar, trabalhar, viver sozinha, sou dona do meu nariz, etc.
    Mas o feminismo que vejo hoje me parece meia dúzia de mulheres da “””””” esquerda””””” com muitas aspas porque todas elas tem os seus bons empregos, casas, etc. fazendo valescas popozudas ou aquela desgraça das panicats como bandeira do feminismo, como mulheres que fazem tudo aquilo porque tem a auto estima lá encima (uma tremenda mentira, mulheres que necessitam tanto chamar a atenção através dos seus corpos possuem na verdadeira bem pouca auto estima) agora se vc é uma mulher que nao fuma e bebe ate cair nao fala palavrão, nao é de “”””””esquerda””””””” e nao trepa com o primeiro que aparece, pronto, machista!

    • Teresa, o feminsmo é puro marxismo cultural. Nem elas acreditam no que dizem e no que pregam (mentira de mundo melhor, igualdade, justiça,etc. Tudo isso é somente propaganda). Por isso a hipocrisia e os valores invertidos aparecem. Se nos omitirmos, tudo vai ficar pior.

      • Verdade. Eu comecei a achar muito estranho quando comecei a me informar mais sobre o feminismo e elas vem com a frase “sem comunismo nao há feminismo” mas peraí, entao nao é feminismo ser empresaria, abrir o seu próprio negocio…. Mas nao é justamente isso que elas também tanto se jactam que o feminismo conseguiu?

  7. Não quero onfeder os %1 de mulheres SERIAS, mas hoje mulher é igual camarão, voce compra por kilo.

    Esse video realmente é forte. Isso me faz lembra de um amigo meu que era casado e era feliz, mas alguém mostrou o video da mulher dele quando era mais novinha em cima de um carro automotivo e os machos socando o dedo sem dor e ela com uma garrafa de vodka na mão chapando o coco. SIM ELE LARGOU ELA.

  8. Eu escuto funk pq gosto da letra desses proibidao, que fala a realidade das favelas, eu sei bem que funk e um lixo e incentiva o crime, muita criança começo a roubar por causa do incentivo do funk, parece que o ser humano tem tendencia a gostar do que e mau e errado, por isso funk faz sucesso, acredito que essas revoluçoes do funk, das mulheres promiscuas, dos marxistas, vao sim mudar o mundo, pra pior…

  9. Funk é lixo sim, cultura só se for cultura de selvagens, uma música que trata a mulher como p*t@ não pode ser levada a sério…kennito neo machista, você é uma mulher muito vagabunda pra falar ” Nao elas estao ganhando a vida, se fosse uma esposa transando escondida e fazendo serviço domestico pode?”

    O que as pessoas fazem da vida delas desrespeito a elas, agora esfregar as partes íntimas no joelho do moleque em público, ainda mais que crianças estão vendo (Sim…não venha me falar que menor de idade não frequenta esses lugares, porque frequentam sim!) é a mais pura perversidade humana, FUNK= Fábrica de imoralidade!

  10. o blog fala verdades, mas achei muito repetitivo e pouco explicativo. Sabemos que todos os absurdos é culpa do marxismo cultural, é auto evidente pra quem pensa e raciocina, tem bom senso e noção de moral. Mas pra quem está estudando o caso agora e tem a mente já impregnada de esquerdosos e companhia (i)limitada, pode achar que o blog é mais acusador; aumentem a neutralidade e escrevam de forma que o leitor entenda só ( ou pense que o conhecimento adquirido foi mérito dele ). Fora estes pontos tudo em seu blog está muito bom.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s